BALCÃO DE EMPREGOS DE CHAPECÓ TEM 1.422 VAGAS DISPONÍVEIS EM 213 EMPRESAS

Oportunidades contemplam diferentes áreas; entrevistas para Operador de Produção estão agendadas para quinta-feira 27 de agosto O Balcão Municipal de Empregos de Chapecó inicia a semana com 1.422 vagas de trabalho disponíveis em 213 empresas. As oportunidades contemplam diferentes áreas e níveis de experiência, ampliando as possibilidades para quem busca uma colocação ou pretende retornar ao mercado de trabalho. Entre as vagas consideradas mais urgentes estão assistente de acabamento gráfico, servente de obras, padeiro, auxiliar de padeiro, auxiliar de expedição, analista de suporte e carpinteiro. As entrevistas agendadas nesta semana começam na quinta-feira, dia 27, às 13h30, no Balcão de Empregos da Efapi. Nesta oportunidade, será realizada seleção para a função de Operador de Produção. Para participar das entrevistas, é necessário realizar o agendamento pelos telefones (49) 3322-1002 ou (49) 3328-6376. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h45 e das 13h15 às 17h30. ATENDIMENTO EM TRÊS PONTOS No Balcão de Empregos do Centro, o atendimento é realizado na Rua Comandante Carlos Pinho, número 30-D, embaixo do Bandejão. Na Superintendência da Efapi, o atendimento ocorre das 7h30 às 11h30 e das 13h às 17h. O telefone para contato é (49) 3329-7760. Já o Balcão do Imigrante, instalado junto ao Centro de Atendimento ao Imigrante (CAI), no Terminal Rodoviário Raul Bartolomei, atende das 8h às 12h e das 13h às 17h. O telefone é (49) 2049-9122. A relação completa das oportunidades pode ser consultada no site da Prefeitura de Chapecó, na página do Balcão de Empregos.
CHAPE FUTSAL ENCARA TRAIPU EM ALAGOAS PELO CAMPEONATO BRASILEIRO

Verdão das Quadras busca a liderança da competição neste sábado, em partida válida pela quinta rodada A Chapecoense/Unochapecó entra em quadra neste sábado (22) para mais um compromisso pelo Campeonato Brasileiro de Futsal. O Verdão das Quadras enfrenta o Traipu, às 17h, no Ginásio João Paulo II, em Arapiraca, Alagoas, pela quinta rodada da competição. A equipe comandada pelo técnico Leo Schroeder faz uma campanha de destaque e ocupa a vice-liderança, com nove pontos. Uma vitória pode colocar a Chape na liderança, desde que o Fazenda, do Paraná, que tem 12 pontos, seja derrotado pelo Magé, do Rio de Janeiro, em confronto marcado para as 19h também neste sábado. O adversário desta rodada também chega com força. O Traipu conquistou, em 2025, a Taça Brasil, a Copa do Nordeste e o Campeonato Alagoano, além de ter sido vice-campeão do Campeonato Brasileiro no ano passado, quando perdeu a decisão para o Atlético-PI. Para Leo Schroeder, a partida exige atenção, mas a Chapecoense está preparada para buscar os três pontos. “Temos um jogo difícil fora de casa, contra uma grande equipe, que foi vice-campeã do Brasileiro no ano passado. Então, a gente sabe da força que eles têm na casa deles, mas também sabemos da nossa força jogando fora de casa”, afirmou o treinador. Segundo Leo, a preparação durante a semana foi positiva e a equipe sabe o que precisa fazer para sair de quadra com um resultado importante. ESTREIA DE TRENTIN A partida em Alagoas também marcará a estreia de Trentin com a equipe adulta da Chapecoense. Recém-contratado, o pivô de 32 anos volta a defender o clube da cidade onde nasceu. O jogador deixou Chapecó aos 17 anos e construiu carreira por grandes equipes do futsal brasileiro e italiano. “Estou muito feliz em estar liberado para poder jogar esta partida. A expectativa é a melhor possível. A gente sabe das dificuldades que é jogar contra o Traipu fora de casa, mas vamos para fazer um bom jogo e, quem sabe, voltar com os três pontos”, destacou Trentin. CHAPE TEM RETORNOS IMPORTANTES Além da estreia de Trentin, a Chapecoense terá novidades no elenco para o confronto. O ala Samuka retorna após cumprir suspensão no jogo contra o São Lourenço, pela Série Ouro do Campeonato Catarinense. O ala Ximba também está novamente à disposição, recuperado de uma lesão no tornozelo direito. Outro retorno é o do pivô Dudi, que se recuperou de um trauma no pé direito. Por outro lado, os alas Douglinhas e Fael não foram relacionados. Os dois seguem em tratamento de lesões no músculo adutor da coxa direita. Serviço Campeonato: Brasileiro de FutsalRodada: 5ªData: sábado, 22 de agostoHorário: 17hLocal: Ginásio João Paulo II, Arapiraca (AL)=== Crédito das fotos: Chape Futsal/Divulgação
ELEIÇÕES 2026: SC TEM 13 CANDIDATOS AO SENADO E 229 À CÂMARA DOS DEPUTADOS

Estado terá duas vagas em disputa no Senado e 16 cadeiras na Câmara dos Deputados Santa Catarina terá 13 candidatos ao Senado Federal e 229 candidatos à Câmara dos Deputados nas eleições de 2026. Os números foram definidos após o encerramento do prazo para registro das candidaturas, em 15 de agosto, embora os processos ainda estejam sob análise da Justiça Eleitoral. Neste ano, os eleitores catarinenses irão escolher dois senadores para representar o Estado no Congresso Nacional. Por isso, cada eleitor poderá votar em dois candidatos ao Senado. Entre os 13 nomes registrados para a disputa estão Afrânio Boppré (PSOL), Ana Lucia da Silveira Machado (UP), Carlos Bolsonaro (PL), Carol (PCO), Carol de Toni (PL), Décio Lima (PT), Esperidião Amin (PP), Jeferson da Rocha (PRD), Joaninha de Oliveira (PSTU), Antídio Lunelli (MDB), Marcos Dorval (PSTU), Marlene Soccas (UP) e Túlio de Amorim Pfuetzenreiter (Missão). Na disputa pela Câmara dos Deputados, Santa Catarina conta com 229 candidaturas para as 16 cadeiras atualmente destinadas ao Estado. O número de candidatos a deputado federal é menor que o registrado nas eleições de 2022, quando 314 nomes disputaram as vagas catarinenses. Já no Senado, houve aumento: foram 11 candidatos em 2022, quando apenas uma vaga estava em disputa. Ao todo, Santa Catarina registrou 692 pedidos de candidatura para as eleições deste ano. Além das duas vagas ao Senado e das 16 vagas para deputado federal, os eleitores também escolherão governador, deputado estadual e vice-governador. Em todo o país, as eleições de 2026 vão renovar parte do Senado e definir a composição da Câmara dos Deputados para a próxima legislatura. A votação do primeiro turno está marcada para 4 de outubro. Apesar do encerramento do prazo para registro, os números ainda podem sofrer alterações. A Justiça Eleitoral analisa a documentação apresentada pelos candidatos e pode deferir ou indeferir registros. Também podem ocorrer substituições dentro dos prazos previstos pela legislação. As informações oficiais sobre candidatos, partidos, situação dos registros, bens declarados e contas eleitorais podem ser consultadas no sistema DivulgaCandContas, disponibilizado pela Justiça Eleitoral. Com informações da Câmara dos Deputados e da Justiça Eleitoral. === Foto: Composição IA Gemini/Rádio Chapecó
VERDÃO GANHA PISTA SINTÉTICA DE PADRÃO OFICIAL E NOVA SEDE DOS ESPORTES

Investimentos de R$ 5,9 milhões modernizam a estrutura esportiva de Chapecó e ampliam as condições para treinamentos e competições de atletismo Chapecó passa a contar com uma estrutura renovada para a prática esportiva. Foram inauguradas nesta sexta-feira (21), no Complexo Esportivo do Verdão, uma nova pista de atletismo com piso sintético e a reforma da sede da Secretaria de Esportes e Juventude. As duas obras representam um investimento de aproximadamente R$ 5,9 milhões. A maior parte dos recursos foi destinada à pista de atletismo, que recebeu investimento de R$ 5.261.342,58. O antigo piso de carvão foi substituído por uma superfície sintética de borracha SBR, proporcionando melhores condições para treinamentos e competições, inclusive em períodos de chuva. Com oito raias e 6.245 metros quadrados, a nova pista segue o padrão oficial Classe II da World Athletics, o que permite a realização de competições e a homologação das marcas obtidas pelos atletas. Além da pista, o espaço conta com estrutura para diferentes modalidades do atletismo, incluindo provas de lançamento de dardo, salto em altura e arremessos. SECRETARIA TAMBÉM FOI REFORMADA A sede da Secretaria de Esportes e Juventude, instalada no próprio Complexo do Verdão, também passou por uma ampla reforma. O investimento foi de R$ 639.416,65, em uma área de 508,74 metros quadrados. Os trabalhos incluíram reorganização dos ambientes, alteração do leiaute, substituição de esquadrias e pisos, nova iluminação, pintura e troca do telhado. Também foram realizadas adequações nas instalações elétricas e medidas voltadas à acessibilidade. Materiais, instalações, mobiliário e equipamentos previstos no projeto também fizeram parte da modernização. HOMENAGENS À HISTÓRIA DO ATLETISMO A cerimônia de inauguração também foi marcada pelo reconhecimento a três nomes ligados à história do atletismo de Chapecó: Johni Régis Pazin, Materli Borotto Santos e José Odair Mello dos Santos Junior. Johni Régis Pazin foi lembrado como um dos principais corredores da história do atletismo catarinense. Entre os resultados de destaque está o terceiro lugar na Corrida Internacional de São Silvestre, em 1992. A homenagem foi recebida pelo irmão e representante, Márcio Pazin. Materli Borotto Santos teve trajetória como professora, atleta, técnica e educadora, com atuação tanto no esporte de rendimento quanto na formação de novos atletas. Já José Odair Mello dos Santos Junior iniciou sua trajetória no voleibol e posteriormente participou do desenvolvimento do atletismo em Chapecó, integrando uma geração importante para a consolidação da modalidade no município e participando da fundação do clube de atletismo local. NOVOS INVESTIMENTOS NO COMPLEXO Durante a inauguração, o prefeito Valmor Scolari afirmou que as obras fazem parte de um conjunto de investimentos previstos para o Complexo do Verdão. Entre as futuras intervenções citadas estão a pavimentação do pátio, projetos para um novo ginásio com duas quadras, um ginásio destinado à ginástica e uma nova intervenção na área verde do complexo. Também foi mencionada a possibilidade de cobertura das quadras de areia e adequação das dimensões para atender aos padrões oficiais das modalidades. O ato contou com a participação de autoridades municipais e estaduais, representantes da Fesporte, vereadores, dirigentes esportivos, atletas, paratletas, equipes, familiares, servidores e integrantes da comunidade. Com a nova estrutura, o Complexo do Verdão amplia sua capacidade para receber treinamentos e competições e passa a oferecer uma pista de atletismo com padrão oficial, fortalecendo a preparação dos atletas e a realização de eventos esportivos em Chapecó.
HISTÓRIAS DOS PARAJASC: DEPOIS DE SOBREVIVER A SEIS TIROS, PARATLETA DE CHAPECÓ BUSCA O OURO NA BOCHA

Ederson Pedroso de Marins transformou uma tragédia em recomeço, encontrou na bocha uma forma de superar limites e agora sonha com o lugar mais alto do pódio nos Parajasc Seis tiros, uma cadeira de rodas e uma certeza: a vida havia mudado para sempre. Mas Ederson Pedroso de Marins decidiu que aquela não seria a história do fim. Seria a história de um recomeço. Hoje, paratleta de Chapecó e apaixonado pela bocha, Ederson se prepara para disputar a terceira edição dos Jogos Abertos Paradesportivos de Santa Catarina, os Parajasc. Depois de conquistar o bronze em Lages, em 2025, ele quer mais: jogar em casa e buscar a medalha de ouro. A trajetória até aqui, porém, começou em uma noite que ele jamais esqueceu. UMA NOITE QUE MUDOU TUDO Era 23 de agosto de 2017. Naquela noite, a Chapecoense enfrentava o Corinthians na Arena Condá. Ederson havia passado pelo estádio para realizar um serviço. Soldador, ele trabalhava antes da partida e depois voltou para casa, no Rodeio Chato, para acompanhar o jogo pela televisão ao lado da esposa e do filho. Por volta das 19h05, um assaltante invadiu a residência. Ederson reagiu, foi atingido por seis disparos. Um tiro atravessou a boca e saiu. Outro atingiu o peito. O terceiro atingiu o ombro. Na tentativa de chegar à cozinha, ele foi atingido novamente, nas costas e na nuca. Foi então que perdeu a sensibilidade das pernas. Mesmo gravemente ferido, permaneceu consciente. O criminoso fugiu levando o carro. No hospital, veio o diagnóstico que mudaria sua vida: Ederson não voltaria a andar. “Isso foi mais que um tiro, foi um baque enorme”, lembra. A RECUPERAÇÃO COMEÇOU ANTES DO PREVISTO O médico havia explicado que a adaptação poderia levar de dois a três anos. Ederson, porém, não estava disposto a esperar. Aos seis meses, já conseguia levantar, sentar e se transferir para a cadeira de rodas. Em um ano, havia conquistado independência. A recuperação também contou com uma aliada importante: a experiência esportiva. Antes dos tiros, Ederson praticava Muay Thai e Jiu-Jitsu e já havia participado de competições. O esporte, que durante muito tempo fez parte de sua vida, voltaria a ocupar um papel fundamental. Desta vez, como instrumento de reconstrução. DA INFÂNCIA PARA A NOVA VIDA Depois de um período de recuperação, Ederson procurou a Secretaria de Esportes em busca de uma modalidade que pudesse praticar. Primeiro, tentou o atletismo. Não se adaptou. Então veio a bocha. E, de certa forma, foi como voltar no tempo. Ainda criança, aos oito ou nove anos, Ederson teve os primeiros contatos com a modalidade em uma cancha de areia que o pai mantinha junto a um bar. Décadas depois, a bocha reapareceu justamente quando ele mais precisava de um novo objetivo. “Voltei depois de tanto tempo e está me ajudando muito, tanto psicologicamente como fisicamente”, conta. DO BRONZE AO SONHO DO OURO A primeira grande recompensa veio nos Parajasc de Lages, em 2025. Ederson e sua equipe terminaram entre os três melhores e conquistaram a medalha de bronze. O resultado trouxe uma mistura de orgulho e nostalgia. Mas também deixou uma sensação de que era possível ir além. Segundo Ederson, um dos obstáculos naquela competição foi a falta de familiaridade com a cancha. Agora, a realidade é diferente. Jogando em Chapecó, diante de uma cancha que conhece, ele acredita que pode disputar o título. Fotos: Ascom Parajasc-Pref. Mun. de Chapecó/Divulgação “Em Lages a gente perdeu por não conhecer a cancha, mas chegamos no top três. Agora, jogando em casa, onde conhecemos a cancha, vamos ver se pegamos o primeiro”, afirma. UMA FAMÍLIA INTEIRA NA TORCIDA Se depender da torcida, Ederson não estará sozinho. Ao lado dele estão a esposa, três filhos biológicos, três filhos de coração e dois netos. É dentro de casa que ele encontra parte da força para seguir treinando. Mas existe também uma rotina que exige disciplina. Levantar cedo, treinar, enfrentar frio, chuva e cansaço. Para Ederson, não existe espaço para desistência. “Tem que ter vontade.” MAIS QUE UMA COMPETIÇÃO Para ele, os Parajasc vão muito além de uma disputa por medalhas. São uma forma de superação. Uma terapia. Um compromisso consigo mesmo. E uma demonstração de que uma mudança radical na vida não precisa significar o fim dos sonhos. Ederson acredita que a capacidade de adaptação é uma das maiores forças do ser humano. “Hoje percebo que o ser humano é o mais adaptável da face da Terra. Independentemente de qual provação você tenha na vida, você consegue se adaptar ao que vier. Basta querer.” E é com essa determinação que ele chega aos Parajasc. Depois de sobreviver a seis tiros, reaprender a viver, reencontrar o esporte e transformar a bocha em uma nova paixão, Ederson agora quer escrever mais um capítulo dessa história — e, desta vez, com uma medalha de ouro no peito.
DIA D AMPLIA ATENDIMENTO PARA VACINAÇÃO NESTE SÁBADO EM CHAPECÓ

Dez unidades de saúde funcionam das 8h às 14h; Vacimóvel também estará na Efapi no sábado e no Ecoparque no domingo Crianças e adolescentes menores de 15 anos poderão atualizar a vacinação neste sábado (22), durante o Dia D da Campanha Nacional de Multivacinação 2026. Em Chapecó, dez unidades de saúde estarão abertas das 8h às 14h para facilitar o acesso das famílias à imunização. A mobilização é voltada à conferência da caderneta de vacinação e à atualização de doses que eventualmente estejam em atraso. O atendimento será realizado nos Centros de Saúde da Família (CSFs) Alta Floresta, Água Amarela, Belvedere, Cristo Rei, Leste/Paraíso, Jardim América, Santa Maria, Santo Antônio, São Pedro e Saic. Além das unidades de saúde, o Vacimóvel estará na Efapi, no cruzamento da Avenida Atílio Fontana com a Rua Cunha Porã, também das 8h às 14h. A programação terá continuidade no domingo (23). O Vacimóvel estará no Ecoparque, na Rua John Kennedy, das 14h às 18h. CONFERÊNCIA DA CADERNETA Durante o Dia D, pais e responsáveis devem apresentar, sempre que possível, a caderneta de vacinação das crianças e adolescentes. Com base no histórico registrado, as equipes de saúde poderão verificar as doses já aplicadas e orientar sobre as vacinas necessárias para completar o esquema de imunização. Também será possível solicitar o Certificado de Vacinação, documento que pode ser exigido em processos de matrícula e rematrícula escolar. A Secretaria Municipal de Saúde destaca que Chapecó conta atualmente com 28 Centros de Saúde da Família e mantém, além do atendimento regular, ações com horários diferenciados e atividades de vacinação fora das unidades para ampliar o acesso da população aos imunizantes. Segundo a secretária municipal de Saúde, Ana Paula Gava, manter a vacinação em dia é uma importante medida de prevenção, contribuindo para reduzir os riscos de adoecimento, complicações, hospitalizações e mortes provocadas por doenças imunopreveníveis. A Campanha Nacional de Multivacinação tem como público-alvo crianças e adolescentes menores de 15 anos. A orientação é que os responsáveis aproveitem a mobilização deste fim de semana para verificar a situação vacinal e, quando necessário, atualizar as doses indicadas pelas equipes de saúde. SERVIÇO SÁBADO — 22 DE AGOSTODas 8h às 14h DOMINGO — 23 DE AGOSTODas 14h às 18h Público-alvo: crianças e adolescentes menores de 15 anos.Orientação: apresentar, sempre que possível, a caderneta de vacinação.
DUAS PESSOAS FICAM PRESAS ÀS FERRAGENS APÓS COLISÃO ENTRE CAMINHÕES NA BR-282

Duas vítimas ficaram presas na cabine e precisaram ser retiradas pelos bombeiros com uso de equipamentos de resgate Três pessoas ficaram feridas após uma colisão traseira envolvendo dois caminhões na manhã desta quinta-feira (20). O acidente aconteceu por volta das 11h10 e mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros Militar, SAMU e Polícia Rodoviária Federal. A ocorrência foi registrada na BR-282, na localidade de Vila Diadema, em Xaxim, no Oeste de Santa Catarina. Segundo o Corpo de Bombeiros, as três vítimas estavam no caminhão que bateu na traseira do outro veículo de carga. Uma delas já estava fora da cabine quando as equipes chegaram e recebia os primeiros atendimentos. As outras duas vítimas estavam presas dentro da cabine, devido à deformação da estrutura do caminhão provocada pela força da colisão. Uma delas apresentava maior gravidade. Fotos: 14º Batalhão de Bombeiros Militar-SC-Unidade atendimento Xanxerê/Divulgação Para realizar o resgate, os bombeiros primeiro estabilizaram o caminhão e, na sequência, utilizaram equipamentos hidráulicos para abrir espaço na cabine. A porta do lado do motorista foi removida e parte da estrutura foi afastada para permitir a retirada das vítimas com segurança. Após serem retiradas das ferragens, as duas vítimas foram imobilizadas e encaminhadas para atendimento médico. A vítima que estava fora da cabine foi conduzida ao hospital pela ambulância do Corpo de Bombeiros de Xaxim. A vítima em estado mais grave foi entregue diretamente à equipe médica do SAMU de Xanxerê, que realizou o transporte de emergência. A terceira vítima foi encaminhada ao hospital pela ambulância dos bombeiros de Xanxerê. Equipes dos quartéis de Xaxim e Xanxerê atuaram na ocorrência, com apoio do SAMU e da Polícia Rodoviária Federal. Após o atendimento, o local e os veículos ficaram sob responsabilidade da PRF, que realizou os procedimentos de controle do trânsito e demais providências relacionadas ao acidente.
HENRIQUE PAZ: DO DESAFIO ÀS MEDALHAS, NADADOR CHAPECOENSE ALMEJA PARALIMPÍADA

Aos 17 anos, atleta já acumula mais de 20 medalhas em três anos de competições e vem construindo uma trajetória marcada por superação, dedicação e grandes resultados Há quem enxergue limites. Henrique Gabriel Paz prefere enxergar possibilidades. Aos 17 anos, o nadador chapecoense já transformou a paixão pelo esporte em uma trajetória de conquistas que chama atenção dentro e fora de Santa Catarina. Em apenas três anos de competições, Henrique já conquistou mais de 20 medalhas. E os resultados mais recentes mostram que o atleta está em plena evolução. No Meeting Paralímpico, realizado em Florianópolis, voltou para Chapecó com cinco medalhas de ouro e uma de prata, em cinco provas disputadas. Nos PARAJASC, Henrique já participou de três edições e medalhou em todas. O desempenho também ultrapassa as fronteiras de Santa Catarina. No ano passado, nas Paralimpíadas Escolares, realizadas no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, conquistou uma medalha de ouro, duas de prata e duas de bronze. Mas antes das medalhas, dos pódios e das viagens, existia apenas uma criança que precisava encontrar no esporte uma maneira de ganhar mais autonomia. A NATAÇÃO COMEÇOU COMO NECESSIDADE Henrique nasceu com ausência dos membros superiores. Aos quatro ou cinco anos, por recomendação médica, começou a nadar como uma forma de auxiliar na mobilidade e nas atividades do dia a dia. O que começou como uma necessidade acabou se transformando em paixão. “Eu gosto muito de fazer natação. Mas também faço corrida de rua, jogo tênis de mesa, futsal e ando de bicicleta. Gosto muito de fazer esporte”, conta Henrique. A versatilidade sempre esteve presente. Henrique experimentou diferentes modalidades, mas foi dentro da piscina que encontrou o caminho para o alto rendimento. UM ENCONTRO QUE MUDOU A HISTÓRIA A oportunidade surgiu há cerca de quatro anos, durante um evento escolar realizado no Verdão, em Chapecó. Henrique participava das atividades e jogava tênis de mesa quando chamou a atenção de uma professora. Ela perguntou se ele teria interesse em disputar competições representando a modalidade. Henrique explicou que já praticava natação. A conversa abriu uma porta. Ele foi encaminhado aos professores de natação e, pouco tempo depois, começou a treinar com foco em competição e a representar Chapecó. A partir daquele momento, o esporte deixou de ser apenas uma atividade física e passou a ocupar um espaço cada vez maior na vida do adolescente. DA PISCINA DE CHAPECÓ PARA O BRASIL Com as competições vieram também as viagens, novos desafios e experiências que ajudaram a ampliar os horizontes do atleta. Henrique já esteve em cidades como Blumenau, Videira, Florianópolis e São Paulo. Entre todas as experiências, uma das mais marcantes aconteceu no Centro de Treinamento Paralímpico, na capital paulista. O local impressionou o atleta não apenas pelo tamanho, mas pela oportunidade de estar próximo de referências do esporte paralímpico brasileiro. “Lá é enorme, foi muito legal a experiência, conhecer pessoas. Tirei fotos com famosos que me inspiro, como o Samuka, que representa o Brasil. Tive oportunidade de vê-lo treinar. Consegui ampliar minha visão e me desenvolver bastante lá”, lembra. Cada viagem passou a representar mais do que uma competição. São experiências que ajudam Henrique a entender onde pode chegar. O SONHO QUE VAI ALÉM DAS MEDALHAS Agora, aos 17 anos, Henrique sabe que os próximos passos exigem ainda mais dedicação. A rotina inclui treinos, academia e acompanhamento nutricional. O objetivo imediato é ter um bom desempenho nos PARAJASC e nas próximas competições nacionais. Mas o sonho é muito maior. Henrique quer transformar a natação em profissão e chegar a uma Paralimpíada. “Estou me dedicando todos os dias, treinando, indo na academia, seguindo nutricionista, para dar o meu melhor. Minha meta é ir bem nos PARAjasc e em mais duas ou três competições em São Paulo. No futuro quero que a natação seja uma forma de trabalho. Meu foco é me profissionalizar na natação. Estou me dedicando para chegar lá (Paralimpíada)”, afirma. Aos poucos, os resultados começam a dar forma ao sonho. São medalhas estaduais, conquistas nacionais, viagens, novos desafios e, principalmente, a certeza de que cada treino pode aproximá-lo do objetivo. Henrique não ignora as dificuldades. Ele simplesmente não permite que elas definam até onde pode chegar. A piscina, que um dia entrou na vida dele como uma recomendação para melhorar a mobilidade, hoje representa muito mais: é o lugar onde um jovem atleta constrói, braçada após braçada, o caminho para realizar um sonho olímpico. === Foto: Ascom-Parajasc-PMC/Divulgação
CRIANÇA, IDOSO E ADULTO FERIDOS EM COLISÃO DE CAMINHÕES

Acidente envolveu dois caminhões e um carro; três vítimas foram encaminhadas ao hospital para avaliação médica Uma colisão envolvendo dois caminhões e um carro deixou três pessoas feridas na manhã desta quinta-feira (20). O acidente aconteceu por volta das 7h35 e mobilizou o Corpo de Bombeiros Militar. A ocorrência foi registrada na SC-155, em Abelardo Luz, no quilômetro 15, em frente à sede do Corpo de Bombeiros Militar. As vítimas estavam em um Volkswagen Voyage que transportava quatro ocupantes: um idoso, um homem, uma mulher e uma criança. Durante o atendimento, o idoso relatou fortes dores no peito. Fotos: 14º Batalhão de Bombeiros Militar SC-Unidade Abelardo Luz/Divulgação Segundo os bombeiros, os ocupantes apresentavam quadro estável, com escoriações leves e sinais de ansiedade após a colisão. O idoso, a mulher e a criança foram encaminhados ao hospital para avaliação médica. Os motoristas dos dois caminhões também foram avaliados no local. Ambos relataram estar bem e recusaram encaminhamento hospitalar. Após o atendimento, os envolvidos permaneceram no local para os procedimentos relacionados ao acidente. Os serviços de seguro e guincho foram acionados e os veículos foram posteriormente removidos. As circunstâncias e a dinâmica da colisão não foram informadas pelo Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina.
MEMÓRIA DE SEIS DÉCADAS DO AUTOMOBILISMO EM UM SÓ LUGAR

Das primeiras corridas aos grandes nomes do automobilismo: mostra resgata histórias, troféus e registros raros de uma paixão que atravessa gerações em Chapecó, incluindo o título brasileiro conquistado por Ayrton Senna em 1980 Entre fotografias antigas, troféus, documentos e objetos preservados ao longo de décadas, a mostra conduz o visitante por uma viagem que começa nas primeiras corridas realizadas em Chapecó, passa por pistas de terra, grandes pilotos, conquistas históricas e chega aos projetos que apontam para o futuro do esporte a motor no município. E há um detalhe capaz de transformar essa viagem em algo ainda mais especial: Ayrton Senna está nessa história. A exposição foi aberta nesta terça-feira (18), às 19h, na Galeria Municipal de Arte Neocy Fin, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes. A solenidade reuniu autoridades, pilotos, dirigentes e pessoas que ajudaram a construir, ao longo de mais de 60 anos, a trajetória do automobilismo chapecoense. UMA FOTOGRAFIA QUE GANHOU OUTRO SIGNIFICADO Em meio ao acervo, um registro chama a atenção. A fotografia mostra um jovem Ayrton Senna recebendo o troféu de campeão brasileiro de kart. A entrega foi feita pelo então prefeito Milton Sander, em Chapecó. A cena aconteceu em 15 de janeiro de 1980, quando Senna tinha apenas 19 anos. Naquele momento, ele ainda era um piloto em formação. O mundo ainda não conhecia o tricampeão mundial de Fórmula 1, o homem que se tornaria um dos maiores ídolos do esporte brasileiro. Mas Chapecó já fazia parte dessa história. Senna competiu com o kart número 16 e conquistou na cidade o Campeonato Brasileiro de Kart. O acervo da exposição preserva, além da fotografia, uma ficha do Júnior Kart Clube de Chapecó com a assinatura do piloto. Fotos: Luciano da Luz-Prefeitura de Chapecó/Divulgação São documentos que, décadas depois, ganharam um valor que vai muito além do papel. Eles registram o momento em que um dos maiores nomes do automobilismo mundial ainda construía sua trajetória. O QUE ACONTECEU DEPOIS TODO MUNDO CONHECE Oito anos depois daquela conquista em Chapecó, Ayrton Senna seria campeão mundial de Fórmula 1 pela McLaren, em 1988. Depois vieram os títulos de 1990 e 1991. Ao longo da carreira na Fórmula 1, foram 41 vitórias e 65 pole positions, além dos três campeonatos mundiais. Senna morreu em 1º de maio de 1994, durante o Grande Prêmio de San Marino, em Ímola, na Itália, aos 34 anos. Por isso, olhar hoje para aquela imagem de 1980 produz um efeito diferente. É possível enxergar, naquele jovem piloto que comemorava uma conquista em Chapecó, o início de uma trajetória que anos depois seria acompanhada pelo mundo inteiro. MAS A HISTÓRIA NÃO COMEÇA EM SENNA E essa talvez seja uma das grandes riquezas da exposição. Ayrton Senna é um dos capítulos mais conhecidos, mas não é o começo — e tampouco o fim — da história. O automobilismo chapecoense começou a construir suas raízes ainda na década de 1960. A mostra recupera registros das primeiras competições, da criação do Automóvel Clube de Chapecó, dos antigos autódromos de terra e da trajetória do Júnior Kart Clube de Chapecó. São histórias de uma época em que as estruturas eram diferentes, mas a paixão era a mesma. Pilotos, mecânicos, dirigentes, equipes e torcedores ajudaram a transformar as corridas em parte da identidade esportiva da cidade. Cada fotografia e cada troféu ajudam a contar um pouco dessa construção. CHAPECÓ TAMBÉM DEIXOU SUA MARCA NA FÓRMULA 1 A relação com o automobilismo de alto nível não ficou restrita ao kart. Outro capítulo lembrado pela exposição é a participação de Chapecó na Fórmula 1 por meio do patrocínio da Chapecó Alimentos ao piloto Christian Fittipaldi. É mais uma conexão entre a cidade e a principal categoria do automobilismo mundial. A exposição, portanto, vai formando uma linha do tempo: das primeiras corridas e pistas de terra ao kart, da passagem de Senna à ligação com a Fórmula 1 e, mais recentemente, aos projetos voltados para novas estruturas automobilísticas. O PASSADO OLHA PARA O FUTURO Depois de relembrar o que já foi vivido, a mostra também aponta para aquilo que ainda pode acontecer. Entre os registros estão os projetos do Kartódromo Internacional e do Autódromo Internacional de Chapecó. A presença desses empreendimentos na exposição reforça uma ideia importante: preservar a memória não significa viver no passado. Significa reconhecer o caminho percorrido para entender onde é possível chegar. O automobilismo de Chapecó passou pelas pistas de terra, ganhou organização, revelou pilotos, recebeu grandes competições e chegou a ter uma conexão direta com a Fórmula 1. Agora, novos projetos buscam manter essa trajetória em movimento. OITO HISTÓRIAS QUE MERECEM SER LEMBRADAS A abertura também foi marcada pela homenagem a oito pessoas que contribuíram, em diferentes momentos, para o desenvolvimento e a preservação do automobilismo no município. Plínio David de Nes Filho foi lembrado pela trajetória como campeão brasileiro de Marcas de 1966 e pela participação pioneira no automobilismo chapecoense. Conforme o registro apresentado na solenidade, foi o primeiro piloto de Chapecó a competir em uma pista asfaltada. Valdir Moratelli, presidente do Automóvel Clube de Chapecó, recebeu homenagem pela participação na implantação e conclusão do primeiro autódromo asfaltado de Santa Catarina e pela contribuição ao desenvolvimento do automobilismo no Estado. Hian José Pereira, representante do Júnior Kart Clube, foi reconhecido pelo trabalho relacionado ao projeto do novo Kartódromo Internacional de Chapecó e por iniciativas voltadas à continuidade da modalidade, incluindo uma escolinha de kart para crianças e adolescentes. Felipe Tozzo foi homenageado pela trajetória como piloto chapecoense e pelos títulos conquistados em diferentes categorias. Eduardo Moratelli, vice-presidente da Confederação Brasileira de Automobilismo, recebeu reconhecimento pela trajetória como piloto e dirigente e pela participação em iniciativas ligadas ao automobilismo de Chapecó. André Moratelli foi homenageado pela trajetória como piloto e diretor do Automóvel Clube Chapecó e pela atuação no desenvolvimento das competições. Luiz Fellipe de Quadros Belusso recebeu homenagem pelo trabalho que tornou possível a realização da exposição e pela dedicação à preservação e divulgação da história do automobilismo e da cultura de