TORNEIO DE CÂMBIO REÚNE 150 IDOSOS EM CHAPECÓ

Competição reuniu 11 equipes no Ginásio Ivo Silveira neste sábado (29) O Ginásio Ivo Silveira, em Chapecó, recebeu neste sábado (29) mais uma edição do Torneio de Câmbio do Programa Superidade. A competição reuniu aproximadamente 150 idosos, integrantes de 11 equipes de diferentes bairros do município. O evento fez parte da programação oficial dos 109 anos de Chapecó e foi marcado pela prática esportiva, integração e confraternização entre os participantes. As atividades começaram às 8h, com uma aula de alongamento e aquecimento conduzida pelo professor Pablo Palmeira Rodrigues. Em seguida, tiveram início os jogos. Cada partida teve duração de até 10 minutos ou terminou quando uma das equipes alcançou 15 pontos. Ao todo, foram disputados 22 jogos. Participaram equipes dos bairros Bela Vista, Palmital, Passo dos Fortes, São Cristóvão, Jardim América, Centro e Santa Maria. Na classificação final, o Jardim América 2 conquistou o título. A equipe Esporte e Saúde, do bairro São Cristóvão, ficou em segundo lugar. A Sempre Ativos, do Palmital, terminou na terceira colocação, enquanto o Jardim América 1 ficou em quarto. Para o coordenador do Programa Superidade, Silvio Faccin da Rosa, a participação demonstra a importância do esporte e da convivência para a qualidade de vida dos idosos. “Ficamos muito felizes com a participação dos idosos. Mais uma vez realizamos um torneio com um grande número de participantes, o que demonstra a importância do esporte e da convivência para a qualidade de vida”, destacou. Segundo o coordenador, outros torneios em diferentes modalidades oferecidas pelo Programa Superidade ainda serão realizados neste ano. Além da atividade física, as ações promovem a convivência, fortalecem vínculos e incentivam um envelhecimento mais ativo e saudável. Foto: Divulgação/PMC

MUDANÇAS NO PRIMEIRO ESCALÃO DA PREFEITURA DE CHAPECÓ

Ana Paula Gava assume a Secretaria de Saúde e Marcos Giovanoni passa a comandar a Administração, após mudanças anunciadas pelo prefeito Duas mudanças no primeiro escalão da Prefeitura de Chapecó alteram o comando das secretarias municipais de Saúde e de Administração. As alterações foram anunciadas pelo Prefeito Valmor Scolari (PSD) e envolvem remanejamentos internos na estrutura administrativa. Na Secretaria Municipal de Saúde, a enfermeira Ana Paula Gava, que até então exercia a função de secretária adjunta, assume interinamente a titularidade da pasta. Graduada em Enfermagem pela Unochapecó e pós-graduada em Regulação, Controle, Avaliação e Auditoria em Serviços de Saúde, Ana Paula passa a responder pela gestão da secretaria. Ela substitui o médico clínico geral João Lenz Neto, que deixou o cargo de secretário municipal de Saúde a pedido. Nomeado para a função em 2024, Lenz acumulava a secretaria com o cargo de médico efetivo do Município. Durante sua gestão, esteve à frente de importantes iniciativas voltadas ao fortalecimento da rede municipal de saúde, com destaque para a ampliação dos serviços de telemedicina, que expandiram o acesso da população a atendimentos especializados. Também atuou como coordenador do Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade de Chapecó. A outra alteração ocorre na Secretaria de Administração. O servidor de carreira Marcos Alberto Giovanoni assume o comando, no lugar de Clodoaldo Jorge dos Santos. Técnico em Administração e integrante do quadro efetivo do município, Giovanoni construiu sua trajetória na área administrativa, ocupando funções como diretor de Compras, diretor de Gestão Administrativa e diretor-geral de Gestão Administrativa. Em julho deste ano, também foi designado para exercer as atribuições da Secretaria de Administração. Ao longo da carreira, atuou diretamente na condução de processos de compras públicas, licitações e contratos administrativos, acompanhando a formalização de aquisições e contratos destinados ao funcionamento das secretarias municipais. Fotos: Luciano da Luz/Prefeitura de Chapecó

TELEMEDICINA AMPLIA ACESSO A ESPECIALISTAS

Serviço inclui áreas médicas e multiprofissionais; clínica geral segue 24 horas, enquanto especialidades exigem regulação Pacientes do SUS de Chapecó passaram a contar com consultas remotas em novas especialidades médicas e multiprofissionais, além do atendimento de clínica geral disponível desde 2023. A ampliação começou no início de julho e permite avaliações à distância, sem eliminar a consulta presencial quando necessária. Até junho, a rede municipal registrava cerca de 11 mil atendimentos pela plataforma. A Secretaria Municipal de Saúde espera ampliar o acesso e reduzir o tempo de espera por consultas reguladas. Novas áreas de atendimento Entre as especialidades médicas citadas estão neurologia, neuropediatria, endocrinologia para adultos e crianças, pneumologia, psiquiatria, geriatria e reumatologia. A expansão também alcança nutricionistas, psicólogos e fonoaudiólogos. Segundo o secretário municipal de Saúde, João Lenz Neto, a ampliação foi viabilizada por uma nova licitação. Ele explicou que o objetivo é oferecer outra alternativa aos pacientes que aguardam atendimento especializado, com profissionais habilitados e registro de qualificação na respectiva área. As consultas ocorrem por chamada de vídeo em ambiente protegido. Usuários que já acessavam a plataforma continuam utilizando o serviço. Para novos pacientes, o cadastro e o encaminhamento devem ser feitos pela unidade básica de saúde de referência, conforme a necessidade identificada pela equipe. Clínica geral e especialidades O fluxo da clínica geral continua diferente daquele adotado para as novas áreas. Esse atendimento permanece disponível por demanda espontânea, 24 horas por dia, inclusive à noite, nos fins de semana e feriados, e pode ser acessado pelo paciente a partir de casa. Consultas especializadas dependem de encaminhamento prévio. Depois da avaliação na unidade de saúde, o pedido passa pela regulação no SISREG e, conforme a prioridade clínica, é feito o agendamento remoto. A classificação considera as informações registradas no encaminhamento e o risco apresentado em cada caso. Lenz ressaltou que a telemedicina e a consulta presencial são complementares. Quando a avaliação direta for indicada, o usuário continuará sendo atendido na estrutura física da rede municipal. A unidade básica permanece como porta de entrada para acolhimento, orientação e definição da modalidade mais adequada. Apoio durante a consulta Na neuropediatria, a experiência já desenvolvida pelo município servirá de referência para parte dos novos atendimentos. Nesse formato, o paciente poderá participar da consulta remota com apoio presencial na Policlínica Municipal, quando houver necessidade de acompanhamento durante o contato com o especialista. A empresa Tele Vida, responsável pela plataforma, também deverá utilizar mensagens de WhatsApp, lembretes automáticos e notificações de horários. As comunicações serão identificadas como serviços do SUS oferecidos pela Secretaria Municipal de Saúde de Chapecó. Atendimento sem substituir a rede Conforme o secretário, a expansão busca ampliar a capacidade de resposta e enfrentar a demora por especialidades, considerada por ele uma dificuldade comum aos municípios brasileiros. Lenz também afirmou que Chapecó esteve entre os municípios pioneiros na adoção dessa tecnologia. Em caso de dúvidas, cadastro ou encaminhamento, a orientação é procurar a unidade básica de saúde de referência. A equipe fará o acolhimento, explicará o funcionamento da plataforma e indicará se o caso deve seguir para consulta presencial ou remota. O serviço acrescenta uma alternativa ao atendimento público, sem substituir os fluxos mantidos nas unidades municipais. Ilustrações: PMC/Divulgação

APÓS CHUVAS, SAÚDE AMPLIA ATENDIMENTO NA EFAPI PARA GARANTIR ASSISTÊNCIA À POPULAÇÃO

Mesmo com danos causados pelo grande volume de chuva, Prefeitura reorganiza a rede de saúde, amplia horários de atendimento e mantém os serviços funcionando durante as obras no Pronto Atendimento da Efapi As fortes chuvas registradas nos últimos dias em Chapecó exigiram uma rápida resposta do poder público para garantir que a população continuasse recebendo atendimento na área da saúde. Embora o município tenha registrado poucos transtornos em razão das precipitações, o Pronto Atendimento (PA) da Efapi sofreu danos em parte da estrutura, o que motivou uma força-tarefa para manter a assistência aos moradores da região. De acordo com a Prefeitura de Chapecó, o problema ocorreu porque as calhas da edificação não suportaram o grande volume de água, causando infiltrações e danos em uma parte da unidade. Imediatamente após a constatação dos estragos, os reparos foram iniciados pela empresa responsável pelo imóvel. Fotos: Darci Debona-Ascom-PMC/Divulgação Mesmo diante da situação, o atendimento não foi interrompido. Apenas a área atingida foi isolada, enquanto os demais serviços continuaram sendo prestados normalmente, demonstrando o trabalho das equipes de saúde para evitar impactos à população. Como medida para compensar a indisponibilidade temporária de três consultórios do PA, a Secretaria Municipal de Saúde ampliou o horário de atendimento da Unidade de Saúde da Efapi, localizada no espaço onde funcionava o Restaurante Popular. A unidade passa a atender até as 22 horas, inicialmente até o dia 31 de julho. No período estendido, quatro médicos atuarão no contraturno para reforçar o atendimento aos moradores da Grande Efapi, reduzindo a demanda sobre o pronto-atendimento durante a execução das obras. Segundo o prefeito Valmor Junior Scolari, a expectativa é concluir os reparos até o fim do mês. Caso isso não seja possível, o horário ampliado será mantido pelo tempo necessário para assegurar que a população continue recebendo atendimento sem prejuízos. O secretário municipal de Saúde, João Lenz, destacou que a reorganização da rede foi planejada para garantir a continuidade dos serviços mesmo diante das dificuldades impostas pelas chuvas. Conforme explicou, além do PA da Efapi, a Unidade de Saúde do Esplanada também registrou reflexos das intempéries, mas os atendimentos seguiram sendo realizados com adaptações na estrutura. RESPOSTA RÁPIDA EM MOMENTO DE ADVERSIDADE Durante a avaliação dos impactos das chuvas, o prefeito ressaltou que os transtornos registrados em Chapecó foram considerados pontuais graças ao trabalho preventivo desenvolvido pela Defesa Civil, pelas equipes de infraestrutura, serviços urbanos, superintendências municipais e também pelo sistema de canhões antigranizo. A rápida reorganização da rede municipal de saúde evidencia o esforço dos profissionais e das equipes da administração pública para assegurar que, mesmo diante de situações climáticas adversas, os serviços essenciais permaneçam funcionando e a população continue recebendo atendimento com segurança e qualidade.

JUNHO VERMELHO REFORÇA A IMPORTÂNCIA DA DOAÇÃO DE SANGUE

14 de junho é celebrado o Dia Mundial do Doador de Sangue Junho chegou e traz com ele uma campanha dedicada a salvar vidas, o Junho Vermelho. Este é o mês de conscientização sobre a doação de sangue, um gesto simples, rápido e totalmente seguro. Uma única doação pode beneficiar até quatro pessoas. O sangue coletado é utilizado em cirurgias, atendimentos de emergência e tratamentos de diversas doenças, explica a gerente de captação de doadores da Fundação Hemocentro de Brasília, Kelly Barbi. “Após a coleta, o sangue é processado e separado em diferentes componentes, porque cada paciente tem sua necessidade. Assim, é possível utilizar apenas o componente necessário para cada tratamento. Então, utilizamos basicamente hemácias, plasma e plaquetas. O fracionamento do sangue é importante porque cada um desses componentes vai atender o paciente na sua necessidade, e cada um deles tem um prazo de validade também”. Dados do Ministério da Saúde apontam que apenas cerca de 1,4% da população brasileira doa sangue regularmente, percentual considerado abaixo do necessário para manter os estoques em níveis estáveis, o que reforça a importância da campanha realizada em referência ao Dia Mundial do Doador de Sangue, celebrado em 14 de junho. Como destaca a especialista: “Não há um substituto para o sangue. Ainda não podemos fabricá-lo. Ele é um insumo essencialmente humano, por isso vocês fazem a diferença nos hemocentros com esse ato solidário e altruísta que é o da doação de sangue”. A gerente de captação de doadores lembra que a campanha busca sensibilizar a população sobre a importância desse gesto solidário, incentivando mais pessoas a doar. Segundo ela, os meses mais frios costumam representar um desafio para os bancos de sangue. “Mais importante é que ele se torne um doador regular, garantindo assim que os estoques dos hemocentros se mantenham adequados durante todo o ano. Por isso da campanha do Junho Vermelho também, já antecipando a nossa necessidade do mês de julho, que é o mês de férias, é o mês em que historicamente enfrentamos baixa no fluxo de doações”. Ao longo do mês, em todo o país, serão realizadas palestras e atividades em instituições públicas, privadas e organizações da sociedade civil, como parte do Junho Vermelho. No Distrito Federal, destaca Kelly Barbi, uma corrida promete mobilizar os doadores. “A segunda edição da Tá no Sangue Run tem como principal objetivo unir saúde, solidariedade e mobilização social. Além de incentivar a prática de atividade física, o evento chama a atenção também para a necessidade constante de manutenção dos estoques de sangue em níveis seguros e adequados”. Para doar, é necessário ter boa saúde e idade entre 16 e 69 anos. Jovens entre 16 e 18 anos precisam de autorização do responsável legal. Foto e Fonte: Divulgação/Agência Brasil

IMPACTO SOCIAL: UNO TRANSFORMA CONHECIMENTO EM DESENVOLVIMENTO

Projetos de extensão, inovação, saúde, empreendedorismo e inclusão fortalecem o papel social da Unochapecó na transformação das comunidades Muito além da formação acadêmica, as universidades comunitárias vêm assumindo um papel estratégico no desenvolvimento econômico e social das regiões onde estão inseridas. No Oeste de Santa Catarina, esse impacto pode ser percebido por meio de projetos que conectam ensino, pesquisa, inovação e ações voltadas diretamente à comunidade. O conceito de impacto social universitário ganhou ainda mais relevância nos últimos anos, especialmente com a ampliação das atividades de extensão. A proposta é simples: levar o conhecimento produzido dentro das salas de aula para resolver problemas reais da sociedade, beneficiando pessoas, empresas, instituições e o setor público. Dados recentes mostram a dimensão desse trabalho. Somente em uma universidade comunitária do Oeste catarinense são desenvolvidos mais de 900 projetos de extensão, alcançando diretamente mais de 141 mil pessoas em diversas cidades da região. As iniciativas envolvem áreas como saúde, educação, cidadania, inovação, desenvolvimento regional, agricultura, meio ambiente, tecnologia e qualidade de vida. Na prática, isso significa atendimento à população em projetos de saúde, orientação jurídica, capacitação profissional, atividades culturais, ações esportivas, consultorias para empresas, apoio ao empreendedorismo e iniciativas voltadas à inclusão social. Ao mesmo tempo em que ajudam a comunidade, essas experiências permitem que os estudantes desenvolvam habilidades profissionais em situações reais. Outro destaque está na promoção da inovação. Parques tecnológicos, incubadoras e programas voltados ao empreendedorismo vêm impulsionando a criação de novas empresas, a geração de empregos qualificados e o fortalecimento da economia regional. Projetos desenvolvidos em ambientes de inovação já impactaram milhares de pessoas e dezenas de empresas no Oeste catarinense. O modelo de universidade comunitária também se diferencia pelo compromisso com o retorno social. Diferentemente de instituições com finalidade lucrativa, os recursos obtidos são reinvestidos em infraestrutura, bolsas de estudo, projetos de pesquisa, extensão e ações voltadas ao desenvolvimento regional. Especialistas apontam que esse vínculo direto entre universidade e comunidade ajuda a acelerar soluções para desafios locais, fortalece a formação profissional dos estudantes e contribui para o crescimento sustentável das cidades. Em regiões com forte presença do agronegócio, da indústria e do setor de serviços, a integração entre conhecimento e prática se torna um importante diferencial competitivo. Em um cenário de constantes transformações econômicas e tecnológicas, o impacto social das universidades vai além da educação. Ele se traduz em oportunidades, inovação, geração de renda, desenvolvimento humano e melhoria da qualidade de vida, consolidando essas instituições como agentes fundamentais para o futuro do Oeste catarinense e de Santa Catarina. === Foto: Agecom Unochapecó/Divulgação

CHAPECÓ AMPLIA VACINAÇÃO FORA DO EXPEDIENTE

Além do acesso à vacinação em 28 unidades de atendimento, há horários estendidos, além de ações móveis realizadas nos fins de semana e feriados A ampliação dos horários de vacinação em Chapecó passou a oferecer atendimento além do expediente tradicional, incluindo funcionamento noturno, unidades com horário estendido e ações móveis nos fins de semana e feriados. A medida busca reduzir as dificuldades enfrentadas pela população para manter a imunização em dia, especialmente entre trabalhadores que não conseguem acessar os serviços durante o horário comercial. A rede municipal conta com 28 Centros de Saúde da Família (CSFs) distribuídos em diferentes regiões do município. A maior parte das unidades atende de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 11h30 e das 13h às 17h. Paralelamente, seis estruturas funcionam em horário ampliado para reforçar o acesso à vacinação. Os CSFs Jardim América, Marechal Bormann, Vila Real, Paraíso e Santo Antônio operam das 7h às 19h. Já o CSF Oeste concentra o Corujão Permanente da Vacina, com atendimento das 7h às 22h, de segunda a sexta-feira. Com isso, o município disponibiliza até 15 horas diárias de vacinação em unidades com horário estendido, criando alternativas de atendimento para trabalhadores do comércio, profissionais do setor de serviços, pais e mães que precisam acompanhar os filhos e idosos que dependem de familiares para deslocamento. Estratégia inclui atendimento móvel Além da estrutura fixa, o município mantém ações itinerantes por meio do Vacimóvel e do Ônibus Saúde em Movimento, que atuam nos fins de semana e feriados em bairros e pontos de grande circulação de pessoas. A proposta é aproximar os serviços da população e ampliar as oportunidades de vacinação fora dos períodos convencionais de atendimento. As equipes levam a imunização diretamente às comunidades, permitindo maior alcance das campanhas e facilitando o acesso de moradores que possuem restrições de horário durante a semana. De acordo com o secretário de Saúde, João Lenz Neto, a estratégia busca garantir que a atualização da carteira vacinal possa ocorrer sem impacto na rotina de trabalho da população. O prefeito Valmor Junior Scolari reforça que o município mantém disponível, ao longo da semana, a estrutura das 28 unidades de saúde, incluindo atendimento ampliado e ações móveis aos fins de semana para facilitar o acesso da população à vacinação. Estrutura amplia cobertura de atendimento O modelo implantado em Chapecó amplia a disponibilidade dos serviços de imunização em relação ao padrão adotado pela maioria dos municípios brasileiros, onde o atendimento costuma permanecer restrito ao horário comercial. A rede municipal reúne atendimento básico, vacinação em horário estendido, serviço noturno permanente e ações itinerantes. A estrutura atualmente contempla: A ampliação do acesso modifica a dinâmica de atendimento da rede pública de saúde ao oferecer diferentes horários e formatos de vacinação para a população. A medida também busca fortalecer a cobertura vacinal e facilitar o acesso aos serviços de imunização em todas as regiões do município. Ações do Vacimóvel neste fim de semana A aplicação de vacinas para os grupos prioritários terá ações programadas neste fim de semana em dois pontos de Chapecó. No sábado, 23 de maio, o atendimento será realizado das 10h às 14h na Praça da Família. Já no domingo, 24 de maio, a vacinação ocorrerá das 13h30 às 17h no lado externo do Ecoparque, na Avenida Getúlio Vargas. Para receber a imunização, é necessário apresentar documento de identificação. Neste período, o Ônibus Saúde em Movimento não estará em operação devido a serviços de manutenção. Fotos: Divulgação/Prefeitura de Chapecó

SUS ADOTA NOVO EXAME PARA RASTREAR CÂNCER COLORRETAL NA POPULAÇÃO

Público-alvo abrange pessoas assintomáticas entre 50 e 75 anos O Ministério da Saúde anunciou na quinta-feira (21) a incorporação de um novo protocolo nacional para rastreamento do câncer colorretal no Sistema Único de Saúde (SUS). O Teste Imunoquímico Fecal (FIT, na sigla em inglês) passa a ser o exame de referência para homens e mulheres assintomáticos entre 50 e 75 anos de idade. Segundo a pasta, o teste apresenta sensibilidade entre 85% e 92% para identificar possíveis alterações. A estratégia pode ampliar o acesso de mais de 40 milhões de brasileiros à prevenção e à detecção precoce da doença, segundo o ministério.  Esse tipo de câncer é o segundo mais frequente no Brasil, excluindo os tumores de pele não melanoma. A estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca) para cada ano do triênio 2026-2028 é de 53,8 mil novos casos. Um estudo recente estimou um aumento de quase três vezes nas mortes por esse tipo de câncer até 2030. Uma das razões que explicam a grande mortalidade da doença é o fato de a maioria dos pacientes só descobrir o câncer em estágios avançados, justamente o que o rastreamento organizado quer impedir. O FIT é um exame de fezes que detecta pequenas quantidades de sangue oculto, invisíveis a olho nu, que podem ser sinal de pólipos, lesões pré-cancerígenas ou câncer no intestino. Diferentemente dos exames antigos de sangue oculto nas fezes, o FIT utiliza anticorpos específicos para identificar sangue humano, o que aumenta a precisão do teste. O paciente recebe um kit para coleta em casa. Depois, o material é enviado para análise laboratorial. Caso o resultado detecte sangue oculto, o paciente será encaminhado para exames complementares. A colonoscopia é considerada o padrão-ouro para avaliação do intestino porque permite visualizar diretamente o cólon e o reto, além de retirar pólipos durante o procedimento, evitando que algumas lesões evoluam para câncer. O exame FIT não exige preparo intestinal, não precisa de dieta restritiva antes da coleta, pode ser feito com apenas uma amostra, é menos invasivo e tem maior adesão da população. A diretriz com as orientações para essa nova testagem foi elaborada por especialistas e recebeu parecer favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), em março deste ano.