DIA SEM RUÍDO ALERTA PARA EFEITOS DO BARULHO NO DIA A DIA
Data reforça a importância de reduzir a poluição sonora nas cidades Celebrado em 29 de abril, o Dia Internacional da Conscientização sobre o Ruído (INAD) chama a atenção para um problema cada vez mais presente nos centros urbanos: o excesso de barulho. A proposta da data é incentivar a reflexão sobre como os sons do cotidiano impactam diretamente a saúde e o bem-estar da população. Com o crescimento das cidades e o aumento da circulação de veículos, obras e atividades comerciais, os níveis de ruído têm se intensificado. Muitas vezes tratado como algo comum, o barulho excessivo pode causar prejuízos significativos, como dificuldades para dormir, aumento do estresse, irritabilidade e perda de concentração. Além disso, a poluição sonora também interfere na comunicação entre as pessoas e pode afetar o desempenho em atividades escolares e profissionais, comprometendo a qualidade de vida de forma geral. A data também destaca a importância de ações coletivas e individuais para reduzir os níveis de ruído, como o respeito aos limites de som, o planejamento urbano adequado e a adoção de hábitos mais conscientes no dia a dia. Como forma simbólica de conscientização, a campanha propõe um minuto de silêncio, realizado das 14h15 às 14h16, convidando a população a refletir sobre a importância de ambientes mais tranquilos. O debate sobre o tema ganha ainda mais relevância em cidades em constante desenvolvimento, onde o equilíbrio entre crescimento e qualidade de vida se torna essencial. Reduzir o barulho é um passo importante para garantir mais saúde e bem-estar à população. Foto: Imagem criada por IA
CANETAS EMAGRECEDORAS: ENTENDA QUANDO O USO PODE FAZER MAL À SAÚDE
Sbem alerta para mercado ilegal e doenças como pancreatite A diretoria-colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) discute esta semana uma proposta de instrução normativa sobre procedimentos e requisitos técnicos relacionados a medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP 1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras. A popularização das canetas emagrecedoras, que podem ter diferentes princípios ativos, incluindo a semaglutida, a tirzepatida e a liraglutida, ampliou o uso indiscriminado e o mercado ilegal desse tipo de medicamento que, atualmente, só pode ser adquirido por meio de receita médica. Em razão dos riscos à saúde da população, a Anvisa vem tomando uma série de medidas para coibir o comércio ilegal, que inclui versões manipuladas sem autorização. A agência também criou grupos de trabalho para dar suporte à atuação da autarquia no controle sanitário e garantir a segurança de pacientes. Também este mês, o Conselho Federal de Medicina (CFM), o Conselho Federal de Odontologia (CFO) e o Conselho Federal de Farmácia (CFF), junto à própria Anvisa, assinaram uma carta de intenção com o objetivo de promover o uso racional e seguro de canetas emagrecedoras. A proposta é prevenir riscos sanitários associados a produtos e práticas irregulares, além de zelar pela saúde da população brasileira. “A Anvisa e os conselhos propõem uma atuação conjunta baseada em troca de informações, no alinhamento técnico e em ações educativas”, informou a agência. Em entrevista à Agência Brasil, o presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem), Neuton Dornelas, avaliou que o uso de canetas emagrecedoras para tratar a obesidade e o diabetes figura como uma espécie de revolução, mas que o uso indiscriminado do medicamento preocupa. “São medicamentos muito bons, eficazes, potentes, que abriram realmente um grande horizonte para o tratamento, sobretudo para pessoas que vivem com obesidade. São medicamentos que revolucionaram sob essa perspectiva. Tudo o que a gente já teve pra tratar obesidade tinha resultado menos potente, menos eficaz e eu diria até menos seguro.” “Pra quem vive com uma doença que é crônica, ter a promessa, a expectativa, a esperança de um tratamento, a longo prazo que seja, mas que funcione abriu um horizonte. Esses medicamentos são importantes, ajudam muito não apenas na perda de peso e no controle da glicose, mas, sobretudo, para diminuir o risco cardiovascular”, completou. Dornelas destacou levantamento recente feito pela Anvisa, segundo o qual a importação de insumos farmacêuticos para a manipulação de canetas emagrecedoras tem sido incompatível com o mercado nacional. Os dados mostram que, apenas no segundo semestre de 2025, foram importados mais de 100 quilos de insumos, quantidade suficiente para a preparação de aproximadamente 20 milhões de doses. “Quando se fala em 20 milhões de doses, é um número chamativo, mas mais do que isso: eles apreenderam 1,3 milhão de medicamentos por algum grau de ilegalidade ou irregularidade, seja pelo transporte, pelo armazenamento”, lembrou. “Isso é estarrecedor. É assustador. A Sbem já vem alertando há muito tempo sobre isso. Para que as pessoas não consumam medicamentos de fontes que não são legais, medicamentos que não são registrados. Isso é altamente preocupante. Além disso, ter uma medicação que é aprovada para duas doenças crônicas, diabetes e obesidade, e as pessoas usarem de maneira indiscriminada realmente é condenatório.” Bloqueio da manipulação Dornelas destacou ainda que apoiou, junto a outras entidades, a decisão da Anvisa para que farmácias e drogarias passassem a reter as receitas de canetas emagrecedoras desde junho do ano passado. “O consumo desenfreado, eu diria, vem do mercado paralelo”. “Hoje, diante desse boom, desse exagero que estamos vendo, talvez valesse a pena a Anvisa bloquear por três meses, por seis meses ou até por um ano qualquer manipulação de qualquer uma dessas drogas injetáveis para o tratamento da obesidade”, defendeu. “Não se tem estrutura, na agência, suficiente para fiscalizar e fazer tudo isso com um volume de 20 milhões de doses. Então, num ponto crítico como esse, eu defenderia o bloqueio da manipulação, nem que seja por um período transitório, até que se tenha outras medidas mais cabíveis pra isso.” Benefícios x riscos Ao comentar os benefícios das canetas emagrecedoras para pacientes com obesidade e diabetes, o médico explicou que os medicamentos atuam por meio de três mecanismos de ação: ajudam no controle da glicose; retardam o esvaziamento do estômago ou esvaziamento gástrico, fazendo com que a pessoa mantenha uma plenitude alimentar mais prolongada; e atuam no cérebro, reduzindo o apetite por meio do aumento da saciedade. “Com isso, eles promovem uma menor ingesta de alimentos e, por meio de mecanismos fisiológicos e da interrelação com outros hormônios, eles promovem uma perda de peso bastante substancial. A semaglutida, por exemplo, tem uma média de 15% de perda de peso e a tirzepatida pode chegar a 22% ou 25%, variando de pessoa para pessoa, dependendo da dose, do acompanhamento de um profissional, além da adesão a outras medidas, como mudança de estilo de vida e melhoras na alimentação.” Dornelas destacou que todo medicamento pode apresentar efeitos colaterais e que, no caso das canetas, os principais efeitos são náuseas, vômitos e demais sintomas gastrointestinais. “Com o uso indiscriminado, comprando de fontes não seguras medicamentos não bem armazenados ou transportados, esses riscos aumentam muito”. “A Anvisa começou a registrar efeitos colaterais mais severos, como a pancreatite. A gente que é médico, que avalia, sabe que a pancreatite já é uma doença, infelizmente, muito frequente. No Brasil, são em torno de 40 mil internações por ano. Mas ela habitualmente é causada por dois grandes fatores: bebida alcoólica em exagero ou pedras na vesícula.” “Esses medicamentos, por si só, quando se faz o retardo do esvaziamento gástrico, eles promovem uma maior parada do líquido que fica dentro da vesícula biliar. E o fato desse líquido, utilizado no processo da digestão, ficar mais tempo parado dentro vesícula pode facilitar a formação de cálculos. Isso poderia aumentar o risco, para algumas pessoas, de pancreatite. Esse é o maior risco hoje.” Pilares da segurança O presidente da Sbem descreveu ainda o que os médicos chamam de quatro pilares da segurança e da responsabilidade em meio ao uso de medicamentos:
SUS INCORPORA TRANSPLANTE DE MEMBRANA AMNIÓTICA PARA TRATAR DIABETES
Nova tecnologia acelera cicatrização de feridas e não tem rejeição O transplante de membrana amniótica para o tratamento feridas crônicas, pé diabético e alterações oculares foi incorporado ao Sistema Único de Saúde. A decisão foi tomada pelo Ministério da Saúde depois do parecer favorável da Conitec, a comissão nacional responsável pela incorporação de Tecnologias ao SUS. A membrana amniótica é a camada interna da placenta, aquela bolsa com líquido amniótico que reveste e protege o bebê na barriga da grávida. O médico e diretor da Sociedade Brasileira de Cirurgia e Angiologia, Antônio Carlos de Souza, detalha as propriedades dessa membrana, como propriedades que estimulam a formação de cúlulas novas e é, ainda, antimicrobiana. Segundo o médico, pessoas com diabetes têm maior tendência de desenvolver feridas nos pés de difícil cicatrização, o chamado pé diabético. Nesses casos, a tecnologia acelera a recuperação quando comparada aos curativos padrão. A membrana amniótica é obtida por meio de doação com a autorização de mães que se dispõem a doar. E o tecido apresenta uma grande vantagem. Apesar da grande contribuição dessa nova tecnologia, o médico alerta que não é um tratamento que substitui os demais tratamentos. Em casos de alterações oculares, como pálpebras, glândulas lacrimais e cílios, o tecido também reduz a dor e melhora a recuperação da superfície ocular. Antônio lembra ainda que existe um período de 180 dias para implementação do novo tratamento no SUS, podendo ser prorrogado. Segundo o ministério da Saúde transplante de membrana amniótica na rede pública pode beneficiar mais de 860 mil pacientes por ano. Foto e Fonte: Divulgação/Agência Brasil
HISTÓRICO: APÓS 14 ANOS, GOVERNO DE SC CONVOCA 600 NOVOS PROFISSIONAIS DA SAÚDE
As nomeações contemplam médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, profissionais da área administrativa, farmacêuticos, fisioterapeutas, entre outras categorias Depois de mais de uma década sem concursos públicos na área da saúde, o Governo de Santa Catarina anunciou uma medida que promete impactar diretamente o atendimento à população: cerca de 600 profissionais aprovados serão chamados já no primeiro ciclo. A decisão vem após a homologação do concurso público da Secretaria de Estado da Saúde (SES/SC), autorizado pelo governador Jorginho Mello. Reforço imediato nos hospitais e regiões de saúde Os novos profissionais vão atuar em hospitais públicos estaduais, nas 17 regionais de saúde e também na área administrativa. Entre os cargos estão: O número de convocados ultrapassa as 511 vagas previstas no edital, o que mostra a necessidade urgente de reforço no sistema. Fim de uma espera de 14 anos O concurso da saúde não era realizado há 14 anos em Santa Catarina, o que aumentou a pressão sobre a rede pública e gerou déficit de profissionais. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, a medida deve: “Esse reforço vai ajudar a melhorar ainda mais o atendimento à população”, destacou o secretário de Saúde. Impacto direto para a população do Oeste Para regiões como o Oeste catarinense, incluindo Chapecó, a expectativa é de melhora no acesso e na qualidade do atendimento, especialmente em hospitais que enfrentam alta demanda. A chegada de novos profissionais pode significar: O que acontece agora? Com a homologação publicada no Diário Oficial, o próximo passo é a convocação oficial dos aprovados, que será feita gradualmente. As listas e chamadas serão divulgadas pelos canais oficiais do governo e da SES/SC. === Foto: Ricardo Trida / SECOM GOV-SC
UNOCHAPECÓ REFORÇA PARCERIA COM GOVERNO DO ESTADO PARA AVANÇAR NA SAÚDE
Visita do secretário estadual ocorreu na semana que passou e fortalece ações conjuntas na área da saúde A Unochapecó recebeu, na última terça-feira, 1º de abril, a visita do secretário de Estado da Saúde de Santa Catarina, Diogo Demarchi. O encontro teve como principal objetivo ampliar a parceria entre a universidade e o Governo do Estado, com foco em ações voltadas à saúde pública. Durante a agenda, o secretário conheceu de perto a estrutura das clínicas da instituição, que atendem a comunidade e também são fundamentais para a formação prática dos estudantes. Entre os espaços apresentados estão as áreas de Odontologia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina e Psicologia. A visita também serviu para alinhar iniciativas conjuntas, com a proposta de fortalecer o sistema de saúde regional por meio da integração entre ensino, pesquisa e atendimento à população. O reitor da universidade, Claudio Jacoski, destacou que o avanço das parcerias institucionais impacta diretamente na qualidade da formação acadêmica e nos serviços prestados à comunidade. Já o secretário Diogo Demarchi ressaltou a importância da estrutura da universidade e o potencial dessa aproximação para melhorar os serviços de saúde em Santa Catarina. O reitor da Unochapecó, Claudio Jacoski, destacou o avanço nas parcerias institucionais: “O fortalecimento das parcerias com o Governo do Estado amplia a qualidade da formação e gera impacto direto na comunidade, contribuindo para uma saúde mais forte em Santa Catarina.” Já o secretário de Estado da Saúde, Diogo Demarchi, enalteceu a estrutura da universidade e o potencial das parcerias: “A Unochapecó possui uma estrutura qualificada e estratégica. Essa aproximação fortalece as parcerias e contribui diretamente para a melhoria dos serviços de saúde no Estado.” A iniciativa reforça o papel da universidade como parceira estratégica do poder público, contribuindo para o desenvolvimento regional e para o fortalecimento do atendimento à população. === Fotos: AGECOM/Unochapecó
NOVA UNIDADE DE SAÚDE É ENTREGUE NO BAIRRO PARAÍSO
Mais de 15 mil moradores passam a contar com o novo CSF Mais de 15,8 mil moradores da região Leste de Chapecó passam a contar com uma nova estrutura de saúde. Foi inaugurado na manhã desta sexta-feira (20) o Centro de Saúde da Família (CSF) Paraíso, que amplia o acesso a consultas, exames, vacinação e acompanhamento multiprofissional. A nova unidade reorganiza a rede local de atendimento e amplia a cobertura da Estratégia Saúde da Família, fortalecendo a capacidade de atendimento contínuo na atenção básica, considerada a porta de entrada do sistema público de saúde. Com investimento total de R$ 2.014.421,25, sendo parte com recursos próprios do município e o restante proveniente de emendas parlamentares — o espaço foi estruturado para oferecer maior resolutividade nos atendimentos. O CSF conta com cinco equipes de Estratégia Saúde da Família e uma equipe de saúde bucal. Entre os serviços disponíveis estão consultas médicas de clínica geral, atendimento de enfermagem e odontológico, além de suporte de profissionais como psicólogos, nutricionistas, farmacêuticos, educador físico, fisioterapeuta e assistente social. A unidade também realiza vacinação, curativos, inalações, aplicação de medicamentos, coleta de exames laboratoriais e encaminhamentos para especialidades. Além do atendimento clínico, o espaço desenvolverá ações de promoção e prevenção em saúde, com atividades em grupos comunitários e em escolas, alinhadas às diretrizes da atenção básica. A proposta é reduzir a demanda por atendimentos de maior complexidade por meio do acompanhamento contínuo da população. O nome da unidade é uma homenagem a um advogado que teve atuação nas áreas trabalhista e comunitária em Chapecó, além de participação no Legislativo municipal e em entidades locais. A cerimônia de inauguração foi encerrada com o descerramento da placa inaugural e visita às dependências do novo espaço. Foto: Amauri Sales/Rádio Chapecó
DIA MUNDIAL DO RIM REFORÇA ALERTA SOBRE DOENÇAS RENAIS
Data destaca prevenção e diagnóstico precoce Celebrado sempre na segunda quinta-feira de março, o Dia Mundial do Rim ocorre neste ano nesta quinta-feira (12) e tem como objetivo chamar a atenção da população para a importância da prevenção e do diagnóstico precoce das doenças renais. A mobilização é promovida em diversos países por entidades médicas e organizações de saúde, com ações de orientação à população, realização de exames e campanhas educativas. No Brasil, a iniciativa conta com o apoio da Sociedade Brasileira de Nefrologia, que coordena atividades voltadas à conscientização sobre os cuidados com os rins. De acordo com especialistas, a doença renal crônica é considerada um problema relevante de saúde pública e muitas vezes evolui de forma silenciosa, sem apresentar sintomas nas fases iniciais. Estima-se que cerca de 10% da população mundial apresente algum grau da doença. Entre os principais fatores de risco estão hipertensão arterial, diabetes, obesidade, tabagismo e o consumo excessivo de sal. A recomendação é manter hábitos saudáveis, ingerir água regularmente, controlar doenças crônicas e realizar exames periódicos para identificar possíveis alterações na função dos rins. Durante a data, instituições de saúde em várias regiões promovem atividades como aferição de pressão arterial, testes de glicemia e orientações sobre prevenção, reforçando a importância do cuidado com a saúde renal. Foto: Ilustrativa
OBRA DA UNIDADE DE SAÚDE DO NORTE DE CHAPECÓ ATINGE 65%
Centro Integrado de Saúde terá investimento de R$ 11 milhões A construção do Centro Integrado de Saúde Norte Flávio Baldissera, em Chapecó, alcançou 65% de execução. A nova unidade está sendo edificada na rua Heriberto Hülse, no bairro Passo dos Fortes, a cerca de três quadras do atual Postão Norte, e integra o pacote de investimentos do município para ampliar e qualificar os serviços de saúde. De acordo com a Prefeitura de Chapecó, já foram concluídas etapas importantes da obra, como a instalação de piso, esquadrias, sistema de gás, rede de ar-condicionado, ventilação mecânica, hidrantes, alarmes e demais itens exigidos pelo Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndios (PPCI). No momento, os trabalhos avançam na fase de pintura. A ordem de serviço foi emitida em outubro de 2023 e o prazo contratual prevê a conclusão no primeiro trimestre de 2026. O investimento total é de R$ 11 milhões, com área construída de 2.485,33 metros quadrados. O município tem ampliado a rede pública de saúde com a construção de novas unidades, substituição de prédios antigos e reformas em estruturas já existentes, buscando acompanhar o crescimento populacional e melhorar o atendimento. A previsão é que a unidade atenda cerca de 14 mil moradores da região Norte. O Centro de Saúde da Família Norte contará com consultórios médicos e odontológicos, salas de enfermagem, espaços para equipes multiprofissionais, imunização, procedimentos, coleta de exames, curativos, além de auditório com capacidade para 60 pessoas e áreas administrativas. A estrutura também incluirá uma Farmácia Centralizada, responsável pelo fornecimento de medicamentos da Atenção Básica, Atenção Especializada e do Componente Estratégico, com sete guichês de atendimento e salas de Atenção Farmacêutica. O Serviço do Componente Especializado contará ainda com sete consultórios e sete salas, ampliando o acesso da população a atendimentos específicos. Foto: Divulgação/PMC
AÇÃO CONTRA A DENGUE ELIMINA FOCOS EM BAIRRO DE CHAPECÓ
Trabalho reuniu agentes de endemias no sábado (24) A Prefeitura de Chapecó, por meio da Secretaria de Saúde, realizou no sábado (24) um mutirão de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya, no bairro Pinheirinho. A ação contou com o trabalho de 26 Agentes de Combate às Endemias, que realizaram 509 visitas em imóveis da região. Durante o mutirão, foram inspecionados 1.075 depósitos com potencial para se tornarem criadouros do mosquito, resultando na eliminação de 273 focos. A Secretaria de Saúde reforça que a colaboração da população é fundamental para o controle da doença, já que grande parte dos focos do Aedes aegypti é encontrada dentro das residências. Entre as principais orientações estão o correto armazenamento e descarte do lixo, mantendo recipientes sempre fechados, a limpeza e vedação adequada de caixas d’água, a desobstrução de calhas e a eliminação de recipientes que possam acumular água, como pratinhos de plantas e pneus. Também é recomendado manter bebedouros de animais sempre limpos, com troca diária da água, além de piscinas devidamente tratadas. A população é orientada a receber os Agentes de Combate às Endemias e seguir as recomendações repassadas durante as visitas. Foto: Divulgação/PMC
PRAZO PARA ADESÃO AO MAIS MÉDICOS ESPECIALISTAS TERMINA NO DOMINGO
Municípios, estados e o Distrito Federal podem participar Os estados, municípios e o Distrito Federal (DF) têm até domingo (25) para solicitar ajustes ou aderir ao projeto Mais Médicos Especialistas. O objetivo é aumentar a oferta desses profissionais no Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente em regiões prioritárias do país, por meio de cursos de aprimoramento. A ação integra o programa Agora Tem Especialistas, que busca ampliar a qualificação de médicos especialistas enquanto eles exercem suas atividades regulares de trabalho no SUS. Segundo o Ministério da Saúde, o processo de adesão ou ajuste deve ser realizado pelo gestor exclusivamente pelo sistema eletrônico oficial do projeto. “Ao acessar o sistema, o gestor deve, inicialmente, identificar corretamente o seu perfil, selecionando uma das opções disponíveis. A alternativa “Recurso” é destinada aos gestores já elegíveis, conforme lista previamente publicada, enquanto a opção “Adesão” contempla novos municípios, estados ou o Distrito Federal que não foram incluídos na priorização da Comissão Intergestores Bipartite (CIB) de 2025”, informa o ministério. Pelas regras do projeto, os municípios, os estados e o DF devem informar as vagas disponíveis, de acordo com a capacidade dos seus serviços de saúde. O edital também permite a solicitação de novas vagas por serviços que tenham condições de receber médicos em aprimoramento, ampliando a participação dos territórios e levando a atenção especializada para mais regiões do país. A pasta informou que a análise das solicitações ocorrerá no período de 26 a 28 de janeiro, e o resultado final será publicado no dia 29 de janeiro. A adesão será formalizada por meio da assinatura do Termo de Adesão e Compromisso, feita conjuntamente pelo ente federativo e pelo gestor do serviço de saúde indicado. Foto e Fonte: Divulgação/Agência Brasil