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D. ODELIR RECEBE PÁLIO DAS MÃOS DO PAPA LEÃO XIV

Cerimônia marca liturgicamente o início do ministério metropolitano

Na manhã deste domingo (29), na Solenidade dos Santos Pedro e Paulo, no Vaticano, os arcebispos metropolitanos D. Odelir José Magri (da Arquidiocese de Chapecó) e D. Francisco Carlos Bach (da Arquidiocese de Joinville) receberam o Pálio das mãos do Papa Leão XIV, em celebração realizada na Basílica de São Pedro.

Juntamente com outros 52 arcebispos nomeados no último ano — entre eles cinco brasileiros — D. Odelir e D. Francisco participaram da cerimônia, na qual renovaram publicamente o juramento de fidelidade à Igreja de Roma:

“Serei sempre fiel e obediente ao Bem-aventurado Apóstolo Pedro, à Santa e Apostólica Igreja de Roma, a ti, Sumo Pontífice, e a teus legítimos sucessores. Assim me ajude Deus Onipotente.”

Durante a homilia, o Papa Leão XIV dirigiu-se aos novos arcebispos, destacando o significado do pálio como sinal de comunhão e missão pastoral: “Na alegria desta comunhão, que o caminho dos Santos Pedro e Paulo nos convida a cultivar, saúdo os meus irmãos Arcebispos que hoje recebem o Pálio. Caríssimos, este sinal, ao mesmo tempo que recorda a tarefa pastoral que vos está confiada, exprime a vossa comunhão com o Bispo de Roma, para que, na unidade da fé católica, cada um de vós a alimente nas Igrejas locais que vos foram confiadas.”

A cerimônia foi marcada por forte simbolismo de unidade e testemunho de fé. O Papa enfatizou, ao longo da homilia, a importância da comunhão eclesial e da renovação contínua da fé, destacando o exemplo de São Pedro e São Paulo como pilares da Igreja e guias do discipulado autêntico em tempos de desafios.

O que é o Pálio?

O pálio é uma veste litúrgica exclusiva dos arcebispos metropolitanos, feita de lã branca, colocada sobre os ombros e adornada com seis cruzes negras. Representa a ovelha carregada nos ombros pelo pastor e simboliza a missão de guiar e proteger o rebanho confiado ao arcebispo. É também expressão da comunhão com o Papa e a Sé Apostólica.

Produzido com lã de cordeiros abençoados na festa de Santa Inês, o pálio é tecido por religiosas em Roma e permanece guardado na Basílica de São Pedro, próximo ao túmulo do apóstolo, até sua imposição.

A imposição do pálio marca liturgicamente o início do ministério metropolitano, reforçando o compromisso com a missão de evangelização em sintonia com a Igreja.

Informações: CNBB / Regional Sul 4

Foto: Vatican News / Divulgado pela Arquidiocese de Chapecó

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