VOCÊ ESTÁ VENDENDO NO PREJUÍZO? APRENDA A CALCULAR O PREÇO CERTO DO SEU PRODUTO
Erro na precificação é um dos principais motivos que levam pequenos negócios a perder dinheiro sem perceber; lembre-se, lucro também compõe o custo, não negocie seu lucro, crie margem para negociar Definir o preço de venda de um produto parece simples, mas essa é uma das maiores dificuldades enfrentadas por micro e pequenos empreendedores. Muitos acabam calculando apenas o valor da compra ou da matéria-prima e esquecem despesas importantes, o que pode gerar prejuízos mesmo quando as vendas estão em alta. Segundo o Sebrae, o preço ideal deve considerar três fatores principais: quanto custa produzir ou adquirir o produto, quanto o mercado está cobrando e qual lucro o empreendedor deseja obter. Uma precificação correta ajuda a garantir a saúde financeira do negócio, manter a competitividade e evitar surpresas no fechamento das contas. O PRIMEIRO PASSO: SABER QUANTO O PRODUTO REALMENTE CUSTA Antes de pensar no lucro, é fundamental levantar todos os custos envolvidos. Muitos empreendedores consideram apenas o valor pago ao fornecedor, mas existem outros gastos que precisam entrar na conta, como: O Sebrae orienta que os empresários diferenciem custos diretos, custos indiretos, despesas fixas e despesas variáveis para entender exatamente quanto cada produto representa dentro da operação da empresa. EXEMPLO PRÁTICO Imagine uma pessoa que produz bolos para vender. Gastos por bolo: Custo total: R$ 27 Se o empreendedor deseja obter R$ 8 de lucro por unidade, o cálculo fica: R$ 27 + R$ 8 = R$ 35 Neste caso, o preço mínimo de venda deveria ser R$ 35. Porém, antes de definir o valor final, ainda é necessário analisar o mercado e verificar se os concorrentes trabalham com preços semelhantes. O ERRO MAIS COMUM Um erro frequente entre pequenos empreendedores é multiplicar o custo do produto por dois ou por três sem analisar a realidade do negócio. Embora essa prática seja comum, especialistas e empreendedores relatam que ela pode mascarar despesas importantes e gerar prejuízo ao longo do tempo. O ideal é calcular todos os custos envolvidos e definir uma margem de lucro baseada na realidade da empresa. O PREÇO NÃO DEPENDE APENAS DO LUCRO Outro ponto destacado pelo Sebrae é que a formação do preço também está relacionada ao posicionamento da empresa. Um produto premium pode ter um preço superior ao da concorrência se entregar mais qualidade, melhor atendimento ou uma experiência diferenciada. Por outro lado, preços muito baixos podem transmitir desconfiança ao consumidor e comprometer a lucratividade do negócio. FÓRMULA SIMPLES PARA COMEÇAR Para quem está iniciando, uma fórmula básica pode ajudar: Preço de Venda = Custos Totais + Lucro Desejado A partir desse cálculo, o empreendedor deve comparar o valor com os preços praticados no mercado e fazer os ajustes necessários para manter a competitividade sem abrir mão da rentabilidade. Quer saber mais? Acesse aqui o site do Sebrae/SC e inscreva-se no curso que poderá lhe auxiliar ajustar preços de seus produtos. DICA FINAL Se você tem um comércio, vende pela internet, produz alimentos, trabalha com artesanato ou presta serviços, reserve um tempo para revisar sua precificação. Muitas empresas acreditam que estão lucrando quando, na verdade, apenas estão pagando as contas. Conhecer os números do negócio é o primeiro passo para crescer de forma sustentável e aumentar os resultados.
SANTA CATARINA DESTINA R$ 6 MILHÕES PARA TECNOLOGIAS DE DEFESA E ABRE OPORTUNIDADES PARA EMPRESAS INOVADORAS
Edital da Fapesc busca impulsionar projetos em inteligência artificial, biotecnologia, energia, sensores e outras áreas estratégicas para a soberania nacional Empresas catarinenses com foco em inovação tecnológica têm uma nova oportunidade para transformar projetos em negócios de alto valor agregado. Um edital lançado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) vai destinar R$ 6 milhões para o desenvolvimento de tecnologias voltadas à soberania e à defesa nacional. A iniciativa ganhou destaque na Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), que promove no próximo dia 12 de junho um seminário online para esclarecer dúvidas e orientar empresas interessadas em participar da chamada pública. O encontro será realizado por meio da plataforma Zoom e reunirá especialistas da área de ciência, tecnologia e inovação. O edital faz parte do Programa de Estímulo a Tecnologias de Interesse para a Soberania e Defesa Nacionais e tem como objetivo fortalecer a Base Industrial de Defesa brasileira, incentivando o desenvolvimento de produtos, processos e serviços inovadores criados em Santa Catarina. Entre as áreas consideradas estratégicas estão inteligência artificial, biotecnologia, materiais avançados, sensores, armazenamento de energia, comunicações, robótica, análise avançada de dados, criptografia e georreferenciamento. São segmentos que possuem aplicações tanto na área militar quanto em setores industriais, tecnológicos e de segurança pública. O programa prevê apoio financeiro para empresas catarinenses que apresentem propostas inovadoras alinhadas aos interesses nacionais de defesa e soberania. O teto de apoio por projeto poderá chegar a R$ 500 mil, dependendo da proposta apresentada e dos critérios estabelecidos no edital. Segundo a FIESC, a iniciativa representa uma oportunidade para ampliar a autonomia tecnológica do Brasil e estimular a criação de soluções desenvolvidas dentro do próprio país, reduzindo a dependência de tecnologias importadas em áreas consideradas estratégicas. Além de fortalecer a segurança nacional, especialistas apontam que investimentos em tecnologia de defesa costumam gerar impactos positivos em diversos setores da economia. Muitas das inovações desenvolvidas inicialmente para aplicações militares acabam sendo incorporadas posteriormente pela indústria, agronegócio, saúde, logística e telecomunicações. As empresas interessadas podem apresentar propostas até o dia 23 de junho. O webinar promovido pela FIESC será uma oportunidade para conhecer detalhes do processo, esclarecer dúvidas sobre os critérios de seleção e entender como acessar os recursos disponíveis. Para Santa Catarina, o edital reforça a posição do estado como um dos principais polos brasileiros de inovação, tecnologia e indústria avançada, criando novas oportunidades para startups, centros de pesquisa, universidades e empresas que atuam no desenvolvimento de soluções de alta complexidade tecnológica. === Foto: Redação Rádio Chapecó/IA
IMPACTO SOCIAL: UNO TRANSFORMA CONHECIMENTO EM DESENVOLVIMENTO
Projetos de extensão, inovação, saúde, empreendedorismo e inclusão fortalecem o papel social da Unochapecó na transformação das comunidades Muito além da formação acadêmica, as universidades comunitárias vêm assumindo um papel estratégico no desenvolvimento econômico e social das regiões onde estão inseridas. No Oeste de Santa Catarina, esse impacto pode ser percebido por meio de projetos que conectam ensino, pesquisa, inovação e ações voltadas diretamente à comunidade. O conceito de impacto social universitário ganhou ainda mais relevância nos últimos anos, especialmente com a ampliação das atividades de extensão. A proposta é simples: levar o conhecimento produzido dentro das salas de aula para resolver problemas reais da sociedade, beneficiando pessoas, empresas, instituições e o setor público. Dados recentes mostram a dimensão desse trabalho. Somente em uma universidade comunitária do Oeste catarinense são desenvolvidos mais de 900 projetos de extensão, alcançando diretamente mais de 141 mil pessoas em diversas cidades da região. As iniciativas envolvem áreas como saúde, educação, cidadania, inovação, desenvolvimento regional, agricultura, meio ambiente, tecnologia e qualidade de vida. Na prática, isso significa atendimento à população em projetos de saúde, orientação jurídica, capacitação profissional, atividades culturais, ações esportivas, consultorias para empresas, apoio ao empreendedorismo e iniciativas voltadas à inclusão social. Ao mesmo tempo em que ajudam a comunidade, essas experiências permitem que os estudantes desenvolvam habilidades profissionais em situações reais. Outro destaque está na promoção da inovação. Parques tecnológicos, incubadoras e programas voltados ao empreendedorismo vêm impulsionando a criação de novas empresas, a geração de empregos qualificados e o fortalecimento da economia regional. Projetos desenvolvidos em ambientes de inovação já impactaram milhares de pessoas e dezenas de empresas no Oeste catarinense. O modelo de universidade comunitária também se diferencia pelo compromisso com o retorno social. Diferentemente de instituições com finalidade lucrativa, os recursos obtidos são reinvestidos em infraestrutura, bolsas de estudo, projetos de pesquisa, extensão e ações voltadas ao desenvolvimento regional. Especialistas apontam que esse vínculo direto entre universidade e comunidade ajuda a acelerar soluções para desafios locais, fortalece a formação profissional dos estudantes e contribui para o crescimento sustentável das cidades. Em regiões com forte presença do agronegócio, da indústria e do setor de serviços, a integração entre conhecimento e prática se torna um importante diferencial competitivo. Em um cenário de constantes transformações econômicas e tecnológicas, o impacto social das universidades vai além da educação. Ele se traduz em oportunidades, inovação, geração de renda, desenvolvimento humano e melhoria da qualidade de vida, consolidando essas instituições como agentes fundamentais para o futuro do Oeste catarinense e de Santa Catarina. === Foto: Agecom Unochapecó/Divulgação
NR-01 COLOCA SAÚDE MENTAL NO CENTRO DAS EMPRESAS E SESI LANÇA GUIA PARA ADEQUAÇÃO
Norma amplia exigências sobre riscos psicossociais no ambiente de trabalho e reforça a prevenção de problemas como estresse, assédio e sobrecarga profissional A saúde mental dos trabalhadores passou a ocupar papel ainda mais estratégico dentro das empresas brasileiras. Desde o dia 26 de maio de 2026, entrou em vigor a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-01), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que reforça a obrigação das organizações de identificar, avaliar e gerenciar fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho. A mudança representa um avanço importante na área de Segurança e Saúde no Trabalho, ampliando a atenção para situações que podem impactar diretamente o bem-estar dos colaboradores, como excesso de pressão, metas consideradas inalcançáveis, jornadas exaustivas, conflitos organizacionais, assédio moral e outras condições que podem afetar a saúde emocional dos profissionais. Com a atualização, os fatores psicossociais passam a integrar de forma mais explícita o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), ficando no mesmo nível de importância dos riscos físicos, químicos, biológicos e de acidentes já previstos na legislação trabalhista. Diante desse novo cenário, o Serviço Social da Indústria (SESI) disponibilizou gratuitamente uma metodologia e um guia técnico para auxiliar empresas na identificação e no gerenciamento desses riscos. A proposta combina a escuta dos trabalhadores, a análise da organização do trabalho e avaliações realizadas por especialistas em Segurança e Saúde no Trabalho, permitindo decisões baseadas em evidências e dados concretos. Segundo especialistas, a adequação à nova norma não deve ser encarada apenas como uma obrigação legal, mas como uma oportunidade para melhorar o clima organizacional, reduzir afastamentos, diminuir a rotatividade de funcionários e aumentar a produtividade. Empresas que investem na prevenção tendem a construir ambientes mais saudáveis, seguros e atrativos para os trabalhadores. A nova regulamentação também tem despertado debates entre profissionais de recursos humanos, segurança do trabalho e empresários. Em discussões recentes, especialistas destacam que a adequação vai muito além da aplicação de questionários. O desafio está em identificar as causas reais dos problemas e implementar ações efetivas para reduzir riscos relacionados à organização do trabalho. O Ministério do Trabalho também publicou um guia orientativo detalhando as mudanças na norma e apresentando procedimentos para identificação, avaliação, controle e acompanhamento dos fatores de risco psicossociais dentro das organizações. Para especialistas da área, a atualização da NR-01 marca uma nova fase na gestão empresarial brasileira, na qual a saúde mental deixa de ser apenas um tema de recursos humanos e passa a integrar oficialmente as estratégias de prevenção de riscos ocupacionais. === Arte: Rádio Chapecó FM/IA
OPORTUNIZA CHAPECÓ ABRE 19 CURSOS GRATUITOS PARA QUEM BUSCA EMPREGO, QUALIFICAÇÃO E GERAÇÃO DE RENDA
Inscrições já estão abertas nos CRAS e programa aposta na capacitação profissional para ampliar oportunidades no mercado de trabalho Os moradores de Chapecó que desejam conquistar uma vaga de emprego, aumentar a renda familiar ou iniciar um negócio próprio têm uma nova oportunidade. Estão abertas as inscrições para os cursos gratuitos do programa Oportuniza Chapecó, iniciativa da Prefeitura voltada à qualificação profissional de usuários da Assistência Social. Os cursos são oferecidos de forma descentralizada em diferentes bairros do município, facilitando o acesso da população às capacitações. Os interessados devem procurar o CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) mais próximo para realizar a inscrição e obter informações sobre vagas, datas, horários e locais das aulas. Para 2026, o programa prevê a oferta de 19 cursos de qualificação profissional em diversas áreas de atuação. As listas de interesse já estão disponíveis nos sete CRAS de Chapecó, permitindo que os candidatos garantam participação nas futuras turmas. De acordo com a Secretaria da Família e Proteção Social, o principal objetivo do Oportuniza Chapecó é promover a inclusão no mercado de trabalho, incentivar o empreendedorismo e contribuir para a geração de renda e a autonomia das famílias atendidas pelos serviços sociais do município. O programa já apresenta resultados expressivos. Somente no último ano, 635 usuários foram beneficiados com cursos de capacitação profissional realizados em parceria com instituições reconhecidas, como SENAI, SENAC, SENAR e sindicatos parceiros. O público-alvo inclui famílias de baixa renda, beneficiários do Bolsa Família, pessoas em situação de desemprego, participantes das Frentes de Trabalho, adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas e demais usuários cadastrados e acompanhados pelos CRAS do município. Para efetivar a matrícula, é necessário apresentar documentos pessoais e comprovante de residência. A orientação é que os interessados procurem o CRAS mais próximo o quanto antes, já que a procura pelos cursos costuma ser elevada devido às oportunidades de inserção profissional oferecidas pelo programa. Serviço === Foto: Reprodução Ascom PMC/Divulgação
SUL-SUDESTE: CHAPE VENCE NO TEMPO NORMAL, MAS PERDE TÍTULO NOS PÊNALTIS
Verdão perdeu uma penalidade e foi vice-campeão A Chapecoense venceu o Avaí por 3 a 0, neste domingo (07), na Arena Condá. Foi o 2º jogo da decisão da Copa Sul-Sudeste. O resultado provocou a decisão nos pênaltis, pois o time da capital venceu pelo mesmo resultado na última quarta-feira (03). Nas penalidades, deu Avaí, por 5×4. Neto Pessoa, Jean Carlos, Camilo e Marcinho converteram para Verdão do Oeste. Rubens errou. O Avaí converteu todas as cobranças e, assim, festejou o título da 1ª edição da Copa Sul-Sudeste dentro da Arena Condá. O próximo jogo oficial da Chapecoense será somente após o Mundial de Seleções, contra o Flamengo, pela Série A, no dia 22/7 na Arena Condá. CHAPECOENSE 3×0 AVAÍ (Jogo de volta / Final da Copa Sul-Sudeste) Pênaltis (Chape 4×5 Avaí) Chapecoense: 98)Anderson 15)Rafael Thyere 4)João Paulo 26)Everton (Kevin Ramírez) 91)Bruno Pacheco 27)Camilo 99)Rafael Carvalheira (Jean Carlos) 10)Giovanni Augusto (João Vitor) 97)Ênio (Rubens) 11)Bolasie (Marcinho) 18)Neto Pessoa Técnico – Rafael Lacerda Avaí: 41)Léo Aragão 2)Wallison 15)Guilherme Aquino 50)João Maistro 52)Wesley Gasolina (Gabriel Simples) 25)Paulo Vitor 8)Luiz Henrique (Zé Ricardo) 10)Jean Lucas (DG) 14)Daniel Penha 43)Thayllon (Wenderson) 57)Walace França Técnico – Cauan de Alemida Arbitragem: André Luiz Skettino Policarpo Bento, auxiliado por Felipe Alan Costa de Oliveira e Celso Luiz da Silva – Trio de MG / Quarto árbitro – Paulo Roberto Alves Júnior (PR) / Quinto árbitro – Weber Felipe Silva (PR) / Inspetor – Anderson Carlos Gonçalves (PR) / Assessor – José Alexandre Barbosa Lima (RJ) / VAR – Márcio Henrique de Gois (SP) / AVAR – Herman Brumel Vani (SP) / AVAR2 – Alexandre Vargas Tavares de Jesus (RJ) / Observador de VAR – Marcelo Carvalho Van Gasse (BR) / Quality manager – Mikael Silva de Araújo (BR) Cartões amarelos: João Paulo, Bolasie, Rafael Carvalheira (Cha); Wallison-2 (Avaí) Cartão vermelho: Wallison (Avaí) Data: 07/06/2026 (Domingo) Horário: 11h Estádio: Arena Condá, em Chapecó Público: 6.292 torcedores Renda: R$ 142.035 Fotos: Mateus Frozza / Equipe Sport Show