Comércio catarinense registra desempenho acima do Brasil, impulsionado por supermercados, farmácias e aumento da renda da população
Santa Catarina começou 2026 com o comércio aquecido e desempenho acima da média nacional. Dados divulgados pelo IBGE mostram que o volume de vendas do varejo catarinense cresceu 4,4% no primeiro trimestre deste ano, quase o dobro da média brasileira, que ficou em 2,4%.
Os segmentos que mais puxaram o crescimento foram materiais para escritório, com alta expressiva de 48,7%, além de hipermercados e supermercados, que avançaram 6,3%. O setor de artigos farmacêuticos, cosméticos e perfumaria também apresentou crescimento de 3,5%, mesmo índice registrado por combustíveis e lubrificantes.
Segundo o governador Jorginho Mello, os números refletem um ambiente favorável aos negócios e ao empreendedorismo em Santa Catarina.
Mesmo diante de um cenário nacional de juros elevados e maior endividamento das famílias, o estado mantém indicadores positivos de emprego e renda. O secretário adjunto de Indústria, Comércio e Serviços, Edgard Usuy, destacou que a renda média do catarinense está cerca de 15% acima da média nacional e que Santa Catarina possui a menor taxa de desemprego do país.
Apesar do avanço, alguns setores registraram retração, como móveis e eletrodomésticos, com queda de 8,5%, e tecidos, vestuário e calçados, que recuaram 7,2%. Ainda assim, o Índice de Consumo das Famílias (ICF), medido pela Fecomércio SC, segue em nível considerado positivo, indicando que os consumidores catarinenses continuam com capacidade de compra e confiança no mercado.
O desempenho reforça a força da economia catarinense, sustentada pelo dinamismo do comércio, da indústria e pela geração de empregos em diversas regiões do estado. Os dados do Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios confirmam a força econômica de Santa Catarina em diferentes regiões do estado. O ranking estadual é liderado por cidades com forte presença industrial, portuária, tecnológica e do agronegócio.
No Oeste, Chapecó aparece entre as maiores economias catarinenses, consolidando sua importância como polo regional de comércio, serviços e agroindústria. Confira abaixo o ranking das principais economias de Santa Catarina, segundo dados oficiais do IBGE e da SEPLAN-SC.
A fonte oficial do ranking é o IBGE – Produto Interno Bruto dos Municípios.
Em Santa Catarina, a própria Secretaria de Estado do Planejamento de SC (SEPLAN) disponibiliza as tabelas oficiais com:
Os dados mais recentes divulgados apontam o seguinte ranking econômico estadual:
Segundo a SEPLAN, Joinville aparece como a maior economia catarinense, com PIB de aproximadamente R$ 49,8 bilhões em 2023. Chapecó está entre os 100 maiores PIBs municipais do Brasil.
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Foto: Redação/OpenAI/AI Generation
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