SESI/SC CAPACITA GESTORES E EMPRESÁRIOS PARA CONTRATAÇÃO DE MIGRANTES

Iniciativa integra o Programa Porta Aberta, lançado em outubro de 2025 para qualificação profissional e acesso ao emprego formal O SESI/SC promoveu treinamento de três dias para gestores públicos e empresários de São Miguel do Oeste para orientar a contratação de migrantes. A ação, realizada com a agência da ONU para as Migrações (OIM) e a prefeitura, integra o programa Porta Aberta, lançado em outubro para qualificar e inserir estes estrangeiros no mercado de trabalho. O município foi escolhido como piloto por ser um dos principais destinos de migrantes, especialmente venezuelanos. Entre 2022 e 2025, o percentual de estrangeiros na cidade passou de 7,5% para 19,3%. O treinamento reuniu profissionais das áreas de assistência social, saúde, educação, cultura e desenvolvimento econômico. 🤝 Inclusão com responsabilidade Daniel Tenconi, superintendente do SESI/SC, diz que o Porta Aberta é uma ação que une poder público, iniciativa privada e entidades parceiras.  “Quando setor produtivo e poder público atuam de forma coordenada, o resultado é inclusão com responsabilidade e desenvolvimento para pessoas, empresas e município.” 📍 Quantos estrangeiros já trabalham na indústria de SC? Levantamento feito pelo Observatório FIESC mostra que, dos 934 mil trabalhadores da indústria catarinense, 53,7 mil (5,5%) são migrantes. 📣  O que disseram os principais envolvidos? Ivanor Finato, gerente de Operações do SESI e SENAI na região, disse que a indústria local enfrenta dificuldade para contratar trabalhadores, e o município recebe migrantes que precisam de ocupação. “O Porta Aberta surge para organizar este processo com responsabilidade, segurança jurídica e integração entre os setores.” Giovanni Gobbi, presidente da ACISMO, disse que as empresas precisam de segurança e orientação para contratar de forma correta. “A capacitação traz clareza sobre documentação, direitos e deveres, além de mostrar que é possível unir desenvolvimento econômico e responsabilidade social.” Carolina Becker Peçanha, representante da OIM em Santa Catarina, destacou que a integração entre indústria e poder público é um fator estratégico. “Quando há articulação entre os setores, conseguimos construir políticas mais sustentáveis.” Irton Lamb, secretário de Desenvolvimento Econômico de São Miguel do Oeste, disse que a administração municipal e empresários precisam estar “preparados para acolher, integrar e gerar oportunidades.” Jeanine Godoi, representante do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, classificou o treinamento como “momento importante de troca, esclarecimento de dúvidas e reforço da importância da cooperação para garantir proteção social e inclusão socioeconômica à população migrante e refugiada.” === Com informações: Fiesc

PRODUTIVIDADE BRASILEIRA É A 94ª DO MUNDO, DIZ OIT

País fica atrás de Argentina, Uruguai e até Cuba no índice que mede a geração de valor por hora trabalhada O Brasil ocupa a 94ª posição no ranking que indica a produtividade do trabalho em 184 países. O indicador, calculado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), é obtido dividindo o Produto Interno Bruto (PIB) em dólar pelo total de horas trabalhadas pela população economicamente ativa de cada país. Com US$ 21,2, o País fica abaixo de Uruguai (US$ 38), Chile (US$ 34,4), Argentina (US$ 33,8) e até Cuba (US$ 22,6).  Considerando o grupo dos sete países mais desenvolvidos do mundo (G7), a média é de US$ 74,6, com os Estados Unidos na liderança (US$ 81,8, 13ª posição) e o Japão em último (US$ 52,7, 40º), com mais que o dobro da produtividade brasileira. Ainda de acordo com a OIT, os brasileiros trabalham em média 38,9 horas por semana, valor inferior ao de 97 países e territórios integrantes do ranking. Em nações que crescem em ritmo acelerado, como a China (46,1 h), a Índia (45,7 h) e até o México (42,2 h), as pessoas trabalham uma média de horas maior do que a do brasileiro. === Com informações/ Fiesc Foto: Rádio Chapecó

BALCÃO DE EMPREGOS DE CHAPECÓ TEM 1.367 VAGAS EM 194 EMPRESAS

Equipes terão recesso entre os dias 20 de dezembro e 04 de janeiro O Balcão de Municipal de Empregos de Chapecó tem disponíveis nesta semana, 1367 vagas disponíveis, em 194 empresas. Essa é a última semana de atendimento presencial do Balcão de Empregos em 2025. As equipes terão recesso entre os dias 20 de dezembro e 04 de janeiro. O atendimento voltará a normalidade no dia 05 de janeiro.As entrevistas agendadas nesta semana iniciam na segunda-feira (15), às 13h30 no Balcão do Centro, para a vaga de Operador de Produção. Depois na terça-feira (16), às 13h30 no Balcão da Efapi, terá entrevista para Operador de Produção. Os telefones para agendamento são (49) 3322-1002 e 3328-6376. O horário é das 8h às 11h45 e das 13h15 às 17h30. O enderenço do Balcão do Centro é na rua Comandante Carlos Pinho, 30D, embaixo do Bandejão. Na Superintendência da Efapi o atendimento é das 7h30 às 11h30 e das 13h às 17h. Lá o telefone é 3329-7760. No Balcão do Imigrante, que fica junto ao Centro de Atendimento ao Imigrante (CAI), no Terminal Rodoviário Raul Bartolomei, o atendimento é das 8h às 12h e das 13h às 17h. O telefone é 2049-9122. As vagas mais urgentes são:AUXILIAR ADMINISTRATIVOCARPINTEIROCONSULTOR DE VENDASCONFERENTEMOTORISTA ENTREGADOR CNH BPEDREIROREPOSITORSOLDADOR Outras informações pelo site da Prefeitura no www.chapeco.sc.gov.br/balcaodeempregos

BALCÃO DE EMPREGOS DE CHAPECÓ TEM 1293 VAGAS EM 183 EMPRESAS

Telefones para agendamento são (49) 3322-1002 e 3328-6376 As entrevistas agendadas nesta semana iniciam na segunda-feira (08), às 8h30 no Balcão do Centro, para as vagas de Atendente de Padaria e Açougueiro. Depois na terça-feira (09), às 8h30 e as 13h30 no Balcão do Centro, para vaga de Jovem Aprendiz. Nesse mesmo dia, as 13h30, no Balcão da Efapi tem entrevista para Operador de Produção. Na quarta-feira (10) as 13h30, no Balcão do Centro, tem entrevista para vaga de Operador de Produção. Para encerrar, na quinta-feira (11), às 8h30, tem entrevista para de Leiturista, no Balcão do Centro. Os telefones para agendamento são (49) 3322-1002 e 3328-6376. O horário é das 8h às 11h45 e das 13h15 às 17h30. O enderenço do Balcão do Centro é na rua Comandante Carlos Pinho, 30D, embaixo do Bandejão. Na Superintendência da Efapi o atendimento é das 7h30 às 11h30 e das 13h às 17h. Lá o telefone é 3329-7760. No Balcão do Imigrante, que fica junto ao Centro de Atendimento ao Imigrante (CAI), no Terminal Rodoviário Raul Bartolomei, o atendimento é das 8h às 12h e das 13h às 17h. O telefone é 2049-9122. Outras informações pelo site da Prefeitura no www.chapeco.sc.gov.br/balcaodeempregosAs vagas mais urgentes são:AUXILIAR ADMINISTRATIVOATENDENTEAUXILIAR DE MONTAGEMCONFERENTEELETRICISTA AUTOMOTIVOOPERADOR DE MÁQUINASMOTORISTA C e DSERVENTE DE OBRASSOLDADORMARCENEIRO === Com informações: ASCOM/PMC

IBGE: DESEMPREGO RECUA PARA 5,4%, MENOR TAXA DA SÉRIE HISTÓRICA INICIADA EM 2012

ASCOM/PMC

No trimestre móvel encerrado em outubro de 2025, o número de empregados com carteira assinada renovou seu recorde, chegando a 39,182 milhões. Dados foram divulgados nesta sexta (28) pelo IBGE A taxa de desocupação do trimestre móvel encerrado em outubro de 2025 caiu para 5,4%, repetindo a menor taxa da série histórica, que teve início em 2012. Frente ao trimestre móvel de maio a junho (5,6%), a taxa recuou 0,2 ponto percentual (p.p.). Comparada ao trimestre encerrado em outubro de 2024 (6,2%), o indicador caiu 0,7 p.p. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (28/11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No trimestre, a população desocupada caiu para seu menor contingente desde o início da pesquisa, em 2012: 5,910 milhões, recuando nas duas comparações: -3,4% (menos 207 mil pessoas) no trimestre e -11,8% (menos 788 mil pessoas) no ano. O total de trabalhadores do País ficou estável, em 102,5 milhões, ainda em patamar recorde, enquanto o nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) ficou em 58,8%. Já o número de empregados com carteira assinada renovou seu recorde, chegando a 39,182 milhões. A taxa composta de subutilização manteve-se em 13,9%, a menor da série histórica da Pnad Contínua. Os subocupados por insuficiência de horas trabalhadas recuaram para 4,572 milhões, o menor contingente desde o trimestre encerrado em abril de 2016. A força de trabalho potencial recuou para 5,2 milhões, menor número desde o trimestre encerrado em dezembro de 2015. Durante a pandemia, no trimestre de maio a julho de 2020, esse indicador havia chegado ao seu auge: 13,8 milhões. Já a população desalentada chegou em 2,647 milhões, depois de ter atingido seu maior valor (5,829 milhões) no trimestre de janeiro a março de 2021. Para Adriana Beringuy, coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, “o elevado contingente de pessoas ocupadas nos últimos trimestres contribui para a redução da pressão por busca por ocupação e, como resultado, a taxa de desocupação segue em redução, alcançando nesse trimestre o menor valor da série histórica”. No trimestre, grupamentos da Construção e da Administração pública crescem, mas Outros serviços recuam Embora a população ocupada do país tenha ficado estatisticamente estável frente ao trimestre móvel anterior, dois dos dez grupamentos de atividade investigados pela PNAD Contínua mostraram crescimento no período: Construção (2,6%, ou mais 192 mil pessoas) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (1,3%, ou mais 252 mil pessoas). Houve redução no grupamento de Outros serviços (2,8%, ou menos 156 mil pessoas). Leia também:• Caged: Brasil gera 1,8 milhão de novos empregos CLT até outubro e já supera 2024• ‘Tem uma mudança social acontecendo no Brasil’, diz Guilherme Mello Em relação ao mesmo trimestre móvel de 2024, a ocupação aumentou em dois grupamentos: Transporte, armazenagem e correio (3,9%, ou mais 223 mil pessoas) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (3,8%, ou mais 711 mil pessoas). Houve redução nos seguintes grupamentos: Outros serviços (3,6%, ou menos 203 mil pessoas) e Serviços domésticos (5,7%, ou menos 336 mil pessoas). Informalidade fica estável e número de trabalhadores com carteira renova recorde No trimestre encerrado em outubro, a taxa de informalidade foi de 37,8% da população ocupada, ou o equivalente a 38,7 milhões de trabalhadores informais, repetindo os 37,8% do trimestre móvel anterior. No entanto, esta taxa ficou abaixo dos 38,9% (ou 40,3 milhões de trabalhadores informais) do trimestre encerrado em outubro de 2024. O número de empregados do setor privado com carteira de trabalho assinada manteve o recorde, chegando aos 39,182 milhões e mostrando estabilidade no trimestre. Na comparação anual, esse contingente cresceu 2,4% (mais 927 mil pessoas). Já o número de empregados no setor público (12,9 milhões) ficou estável no trimestre e subiu 2,4% (mais 298 mil pessoas) no ano. Pelo lado da informalidade, o número de empregados sem carteira no setor privado (13,6 milhões) ficou estável no trimestre e recuou 3,9% (menos 550 mil pessoas) no ano. Já o número de trabalhadores por conta própria (25,9 milhões) também ficou estável no trimestre e cresceu 3,1% (mais 771 mil pessoas) no ano. Massa de rendimento dos trabalhadores é novamente recorde: R$ 357,3 bilhões A massa de rendimento médio real bateu novo recorde, chegando a R$ 357,3 bilhões com estabilidade no trimestre e alta de 5,0% (mais R$ 16,9 bilhões) no ano. Já o rendimento médio real habitual dos trabalhadores foi recorde, ficando estatisticamente estável no trimestre e crescendo 3,9% no ano. Na comparação trimestral, apenas uma categoria de ocupação teve aumento no rendimento: Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (3,9%, ou mais R$ 190). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa. Frente ao trimestre de agosto a outubro de 2024, houve aumento nas categorias: Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (6,2%, ou mais R$ 129), Construção (5,4%, ou mais R$ 143), Alojamento e alimentação (5,7%, ou mais R$ 126), Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (5,2%, ou mais R$ 251), Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (3,5%, ou mais R$ 164) e Serviços domésticos (5,0%, ou mais R$ 64). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa. Adriana Beringuy observa que “a manutenção do elevado contingente de trabalhadores, associado à estabilidade do rendimento, permite os valores recordes da massa de rendimento”. Mais sobre a pesquisa A PNAD Contínua é o principal instrumento para monitorar a força de trabalho do País. Sua amostra corresponde a 211 mil domicílios, distribuídos pelos 26 estados e o Distrito Federal, que são visitados a cada trimestre. Cerca de dois mil entrevistadores trabalham na coleta da pesquisa, integrados à rede de mais de 500 agências do IBGE. Em função da pandemia de Covid-19, o IBGE implementou a coleta de informações da pesquisa por telefone a partir de 17 de março de 2020. Em julho de 2021, houve a volta da coleta presencial. É possível confirmar a identidade do entrevistador no site Respondendo ao IBGE ou via Central de atendimento

NOVA ITABERABA ABRE PROCESSO SELETIVO COM VAGAS EM DIVERSOS NÍVEIS

As inscrições acontecem de 21 de novembro a 12 de dezembro de 2025, exclusivamente pela internet. A Prefeitura de Nova Itaberaba publicou o Processo Seletivo nº 013/2025, com oportunidades para formação de cadastro de reserva e contratação temporária em diferentes áreas da administração pública. As inscrições acontecem de 21 de novembro a 12 de dezembro de 2025, exclusivamente pela internet. O edital contempla vagas para níveis alfabetizado, fundamental, médio e superior, abrangendo setores como Educação, Saúde, Administração, Obras e Serviços Gerais. A seleção inclui prova objetiva para todos os cargos, prova de títulos para professores e prova prática para Motorista e Operador. Acesse o edital completo e faça sua inscrição: Plataforma da empresa organizadora: https://institutofenix.selecao.net.br Página oficial do edital no site da Prefeitura: https://novaitaberaba.atende.net/cidadao/pagina/edital-de-processo-seletivo-n-0132025 A Administração Municipal reforça que todas as atualizações, cronogramas, homologações e resultados serão divulgados exclusivamente nos canais oficiais. Recomenda-se que os candidatos acompanhem regularmente as publicações. === Com informações e foto: Assessoria de Imprensa Nova Itaberaba/SC

MTE ALERTA: É FALSA A INFORMAÇÃO SOBRE PROCESSOS SELETIVOS PARA VAGAS NOS CORREIOS

As publicações fraudulentas chegam a solicitar pagamento de taxas para participação, o que configura tentativa de golpe O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) esclarece que é falsa a mensagem que circula em redes sociais e aplicativos de mensagens sobre supostos processos seletivos para vagas de emprego nos Correios. As publicações fraudulentas chegam a solicitar pagamento de taxas para participação, o que configura tentativa de golpe. O MTE não possui qualquer parceria com os Correios para esse tipo de contratação. Trata-se de informação enganosa que utiliza indevidamente o nome do Ministério. Para coibir essa prática criminosa, o MTE já acionou a Secretaria de Comunicação da Presidência da República e a Advocacia-Geral da União, que estão adotando as medidas cabíveis. Em caso de dúvidas, a população pode entrar em contato pelo telefone 158 ou pelo canal oficial Fale Conosco: https://contatos.trabalho.gov.br/.Link: https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/noticias-e-conteudo/2025/setembro/mte-alerta-e-falsa-a-informacao-sobre-processos-seletivos-para-vagas-nos-correios === Com informações: Agência Gov | Via MTE

NR-1: EMPRESAS DEVEM AVALIAR RISCOS PSICOSSOCIAIS

Atualização da NR-1 reforça a gestão de segurança e saúde no trabalho A partir de maio de 2025, as empresas brasileiras terão que incluir a avaliação de riscos psicossociais no processo de gestão de Segurança e Saúde no Trabalho (SST). A exigência é fruto da atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), promovida pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em agosto de 2024. A mudança destaca que riscos psicossociais, como estresse, assédio e carga mental excessiva, devem ser identificados e gerenciados pelos empregadores como parte das medidas de proteção à saúde dos trabalhadores. De acordo com a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) de 2023, o Brasil registrou 4,5 milhões de estabelecimentos com empregados. Dentre eles, os estabelecimentos com 1 a 4 funcionários representaram a maior parcela, totalizando 2,5 milhões de unidades, o que equivale a 56,93% do total. Esse segmento cresceu em 66,4 mil estabelecimentos em relação a 2022, um aumento de 2,6%. O setor de Serviços liderou o crescimento, com 60.918 novos estabelecimentos (+3,43%), seguido pelo Comércio, que registrou um acréscimo de 24.346 unidades (+1,51%), e pela Construção, com 10.795 novos estabelecimentos (+3,93%). Em 2023, cerca de 52.757 estabelecimentos contavam com mais de 100 empregados, reforçando a importância de grandes empresas na economia nacional. O que são riscos psicossociais? Riscos psicossociais estão relacionados à organização do trabalho e às interações interpessoais no ambiente laboral. Eles incluem fatores como metas excessivas, jornadas extensas, ausência de suporte, assédio moral, conflitos interpessoais e falta de autonomia no trabalho. Esses fatores podem causar estresse, ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental nos trabalhadores. O que muda com a atualização da NR-1? A coordenadora-geral de Fiscalização em Segurança e Saúde no Trabalho, Viviane Forte, ressalta que a NR-1 já exigia que todos os riscos no ambiente de trabalho sejam reconhecidos e controlados, porém havia dúvidas sobre a inclusão explícita dos riscos psicossociais. A atualização, segundo ela, esclarece justamente o que os empregadores precisam. “Os empregadores devem identificar e avaliar riscos psicossociais em seus ambientes de trabalho, independentemente do porte da empresa. Caso os riscos sejam identificados, será necessário elaborar e implementar planos de ação, incluindo medidas preventivas e corretivas, como reorganização do trabalho ou melhorias nos relacionamentos interpessoais. Além disso, as ações adotadas deverão ser monitoradas continuamente para avaliar sua eficácia e revisadas sempre que necessário,” explica. Como será a fiscalização? A fiscalização será realizada de forma planejada e por meio de denúncias encaminhadas ao MTE. Setores com alta incidência de adoecimento mental, como teleatendimento, bancos e estabelecimentos de saúde, serão prioritários. Durante as inspeções, os auditores-fiscais verificarão aspectos relacionados à organização do trabalho, buscarão dados de afastamentos por doenças, como ansiedade e depressão, entrevistando trabalhadores e analisando documentos para identificar possíveis situações de risco psicossocial. As empresas precisarão contratar empresas terceirizadas para diagnósticos, psicólogos? A Norma não obriga a contratação de psicólogos ou outros profissionais especializados como funcionários fixos. No entanto, empresas podem contratar especialistas como consultores para auxiliar na identificação e avaliação de riscos psicossociais, especialmente em casos mais complexos. Qual a importância dessa mudança? A medida reforça a necessidade de ambientes de trabalho saudáveis, promovendo a saúde mental dos trabalhadores e contribuindo para a redução de afastamentos e aumento da produtividade. Empregadores que já adotam boas práticas relacionadas aos riscos psicossociais terão menos dificuldades na adaptação às exigências. Com essa atualização, o MTE busca consolidar a gestão de riscos psicossociais como parte integral das estratégias de SST, promovendo ambientes mais seguros e saudáveis para todos. === Com informações: Agência Gov | Via MTE

DESEMPREGO DE 7% NO 1º TRI É O MENOR JÁ REGISTRADO PARA O PERÍODO

IBGE mostra também recorde no rendimento do trabalhador O Brasil fechou o primeiro trimestre de 2025 com taxa de desocupação de 7%. Esse patamar fica acima do registrado no trimestre anterior, encerrado em dezembro (6,2%), no entanto, é o menor para os meses de janeiro a março em toda a série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 2012. O recorde anterior era de 2014, quando a taxa de desocupação no período marcou 7,2%. Em 2024, o índice era de 7,9%. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta quarta-feira (30). O IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja emprego com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. Na metodologia do IBGE, pessoas que não trabalham, mas que também não buscam vagas não entram no cálculo de desempregados. De acordo com a pesquisa, a alta da desocupação na passagem do quatro trimestre de 2024 para o primeiro de 2025 é explicada pelo aumento no número de pessoas que buscaram emprego, que cresceu 13,1%, representando 7,7 milhões à procura de vaga (891 mil a mais que no período terminado em dezembro). No entanto, quando a comparação é com o mesmo período de 2024, houve redução de 10,5% nesse contingente. De acordo com a coordenadora de Pesquisas Domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy, o resultado revela comportamento sazonal, “de modo geral, observado nos primeiros trimestres de cada ano”. Setores Em relação ao número de ocupados, as reduções mais significativas entre o fim de 2024 e o dado apurado em março pertencem aos seguintes setores: – construção (menos 397 mil pessoas); – alojamento e alimentação (menos 190 mil pessoas); – administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (menos 297 mil pessoas); – serviços domésticos (menos 241 mil pessoas); Carteira assinada Adriana Beringuy considera que a redução da ocupação no primeiro trimestre (menos 1,3 milhão de pessoas) não comprometeu negativamente o cenário do mercado de trabalho brasileiro. “Embora tenha havido retração da ocupação, essa retração não comprometeu o contingente de empregados com carteira assinada”. O número de trabalhadores com carteira assinada não teve variação significativa na comparação com o trimestre encerrado em dezembro e chega a 39,4 milhões, renovando um recorde. Segundo Adriana, o patamar é sinal de “sustentabilidade” do mercado de trabalho. De acordo com a pesquisadora, o panorama do emprego é mais resistente a sofrer efeitos do cenário macroeconômico, como os juros altos, utilizados para esfriar a economia em momentos de inflação alta.  A taxa de informalidade, que contempla a população sem carteira assinada, marcou 38% no trimestre encerrado em março – a menor desde o terceiro trimestre de 2020 (também 38%). A mais baixa já registrada foi de 36,5% no segundo trimestre de 2020. Rendimento A pesquisa mostra ainda que o rendimento médio mensal dos trabalhadores foi de R$ 3.410, renovando recorde que pertencia ao trimestre encerrado em fevereiro (R$ 3.401). Esses valores são reais, ou seja, já aplicados os efeitos da inflação.  A massa de rendimentos, o conjunto de dinheiro que os trabalhadores recebem para girar a economia ou poupar, ficou em R$ 345 bilhões, bem perto do maior já registrado (R$ 345,2 no último trimestre de 2024). === Com informações: Bruno de Freitas Moura – Repórter da Agência Brasil Foto: © Tânia Rego – Agência Brasil

SANTA CATARINA: OÁSIS DE OPORTUNIDADES PARA JUVENTUDE BRASILEIRA

Santa Catarina reduz o número de “nem-nem” para 10,6%; o desempenho supera positivamente a média nacional de 17,3% de jovens que “estão fora da educação, do emprego e da qualificação profissional” Em um país onde a expressão “nem-nem” (jovens que não estudam nem trabalham) ainda ecoa como um desafio, Santa Catarina se destaca como um farol de esperança. Com um índice de apenas 10,6%, o estado catarinense ostenta a menor taxa de jovens nesta condição em todo o Brasil, um feito que merece ser celebrado e analisado. Números que Falam por Si: A Secretaria de Estado do Planejamento (Seplan), munida de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) do IBGE, revela um panorama onde a juventude encontra espaço para crescer e prosperar. A média nacional de “nem-nem”, alarmante 17,3%, parece distante da realidade catarinense, um testemunho do sucesso das políticas públicas locais. O Segredo do Sucesso: Mas qual é o segredo por trás desse desempenho exemplar? A resposta reside em um conjunto de fatores que se entrelaçam para criar um ambiente propício ao desenvolvimento juvenil: A Síntese de Indicadores Sociais do IBGE sobre 2023 revela os principais fatores que levam os jovens brasileiros à condição de “nem-nem”, conforme quadro abaixo. Desafios à Vista: Apesar do cenário otimista, Santa Catarina não ignora os desafios que ainda persistem. A disparidade de gênero, com a maioria dos “nem-nem” sendo mulheres, e a desigualdade racial, com uma predominância de jovens brancos nesta condição, exigem atenção e ação. Um Futuro Promissor: O compromisso de Santa Catarina com a juventude é inegável. O estado continua a investir em políticas que visam a formação integral dos jovens, a criação de oportunidades de emprego e a construção de um futuro onde a expressão “nem-nem” seja apenas uma lembrança distante. Para Saber Mais: Santa Catarina, um estado onde a juventude encontra o seu lugar e constrói um futuro brilhante. === Com informações: Seplan-SC | ASCOM Foto: Marco Favero / Arquivo / SECOM GOVSC