CIRURGIAS ORTOPÉDICAS ELETIVAS CRESCEM MAIS DE 135% E REDUZEM FILAS EM SANTA CATARINA
Avanço nos procedimentos tem impactado diretamente a qualidade de vida da população e ampliado o acesso à saúde no Estado Santa Catarina registrou um crescimento superior a 135% nas cirurgias eletivas de ortopedia, resultado de uma série de investimentos e estratégias adotadas pelo Governo do Estado para reduzir filas e ampliar o atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O avanço expressivo reflete uma política pública focada em dar mais agilidade aos procedimentos considerados não emergenciais, mas essenciais para devolver qualidade de vida aos pacientes. A ortopedia, historicamente uma das áreas com maior demanda, passou a receber atenção prioritária dentro desse processo. Nos últimos anos, o Estado intensificou ações como a ampliação da rede hospitalar, habilitação de novos serviços especializados e contratação de unidades para atendimento pelo SUS. Essas medidas permitiram aumentar significativamente a oferta de cirurgias e acelerar o fluxo de atendimentos. Os resultados já são percebidos na prática. Pacientes que aguardavam por longos períodos conseguem agora realizar procedimentos com mais rapidez, o que contribui diretamente para a recuperação da mobilidade, redução da dor e retorno às atividades do dia a dia. Além disso, o crescimento das cirurgias está ligado a programas específicos de enfrentamento das filas, com investimento público e reorganização da rede de saúde. Santa Catarina, inclusive, figura entre os estados que mais realizam cirurgias eletivas proporcionalmente no país. A área de ortopedia segue como uma das principais demandas dentro do sistema, concentrando grande volume de procedimentos e sendo considerada estratégica para a redução do tempo de espera dos pacientes. Com a continuidade dos investimentos e da ampliação da capacidade hospitalar, a tendência é que o número de cirurgias continue crescendo, consolidando o Estado como referência nacional na realização de procedimentos eletivos e na diminuição das filas do SUS. === Imagem ilistrativa: DALL·E (OpenAI)
EXCESSO DE PESO EM MOCHILAS: RISCO PARA SAÚDE DA COLUNA
Mochilas muito pesadas podem causar problemas sérios na postura de crianças e adolescentes; saiba como prevenir dores e lesões O retorno às aulas é sempre motivo de empolgação, mas também exige atenção redobrada com a saúde das crianças. Um dos problemas mais comuns é o excesso de peso nas mochilas escolares, que pode prejudicar a coluna e gerar dores, desvios posturais e até lesões graves. De acordo com ortopedistas, o peso da mochila não deve ultrapassar 10% do peso corporal da criança. Mochilas sobrecarregadas forçam a coluna e os músculos, causando dores nas costas, ombros e pescoço. Além disso, o uso inadequado, como carregar a mochila em apenas um dos ombros, aumenta o risco de problemas posturais. Por isso, é fundamental organizar o material escolar diariamente, levando apenas o necessário. A escolha da mochila também é importante. Opte por modelos com alças acolchoadas e ajustáveis, que permitam uma distribuição uniforme do peso. Mochilas com rodinhas podem ser uma alternativa, principalmente para crianças menores. No entanto, é preciso garantir que a altura da alça seja adequada para evitar desconfortos. Por fim, incentivar hábitos saudáveis, como a prática de exercícios físicos e alongamentos, ajuda a fortalecer a musculatura e a proteger a coluna. Pequenas atitudes podem fazer uma grande diferença na qualidade de vida dos estudantes, garantindo um ano letivo mais saudável e produtivo. === Foto: Ilustratuva