OPERAÇÃO DIA DO TRABALHADOR COMEÇA NAS RODOVIAS DE SC

Fiscalização reforçada segue até segunda-feira (4) A Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC), por meio do Comando de Polícia Militar Rodoviária (CPMRv), inicia às 19h desta quinta-feira (30) a Operação Dia do Trabalhador 2026. A ação segue até às 7h da próxima segunda-feira (4), com reforço no policiamento nas rodovias estaduais. O planejamento da operação considera o aumento significativo no fluxo de veículos durante os feriados prolongados ao longo de 2026. Com a queda nas temperaturas, a expectativa também é de maior deslocamento de turistas, principalmente em direção à região serrana do Estado. O alerta das autoridades ocorre após o último feriado prolongado, de Tiradentes, quando foram registradas 11 mortes em acidentes nas rodovias estaduais. A ocorrência mais grave foi registrada na região de Ituporanga, onde cinco pessoas morreram em um único sinistro. De acordo com análises do CPMRv, infrações como ultrapassagens indevidas e conversões sem atenção estão entre as principais causas de acidentes graves. Além disso, o uso do celular ao volante tem sido apontado como fator que aumenta consideravelmente o risco de ocorrências. A Polícia Militar reforça que não haverá tolerância para comportamentos que coloquem vidas em risco, como excesso de velocidade e condução sob efeito de álcool ou outras substâncias. A orientação é para que os motoristas redobrem a atenção e adotem uma postura preventiva durante todo o período da operação. Foto: Divulgação/PMRv

OPERAÇÃO APURA FRAUDE EM LICITAÇÃO NO OESTE CATARINENSE

GAECO cumpre mandados em Xaxim e investiga manipulação de concorrência na compra de pedra brita Na manhã desta quarta-feira (15), o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) deflagrou a Operação Fraus Petrae, com o objetivo de apurar suspeitas de fraude em licitação pública no município de Xaxim, no Oeste de Santa Catarina. Durante a ação, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, expedidos pela Vara Regional de Garantias da Comarca de Chapecó. As diligências ocorreram na residência de um empresário investigado e também na sede da empresa supostamente envolvida no esquema. A investigação, conduzida no âmbito de um Procedimento Investigatório Criminal (PIC) da 4ª Promotoria de Justiça da Comarca de Xanxerê, apura possíveis irregularidades em um processo licitatório para a compra de materiais de construção, especialmente pedra brita. Conforme as apurações, há indícios de que empresas de fachada teriam sido utilizadas para simular concorrência no certame, criando uma falsa disputa entre participantes. O grupo investigado também é suspeito de apresentar propostas com valores artificialmente baixos para vencer as licitações e, posteriormente, elevar os custos por meio de aditivos contratuais e reajustes considerados indevidos. Os materiais apreendidos serão encaminhados à Polícia Científica, responsável pela realização de perícias técnicas. A partir dos laudos, o GAECO pretende aprofundar as investigações, identificar outros possíveis envolvidos e verificar a existência de uma organização criminosa. O caso segue sob sigilo, e novas informações devem ser divulgadas após a liberação do processo. Operação Fraus Petrae A escolha do nome FRAUS PETRAE, expressão que em latim significa “fraude da pedra”, faz referência direta ao objeto das licitações investigadas – pedra brita – e à dinâmica supostamente fraudulenta apurada, marcada pela manipulação da concorrência mediante uso de empresas de fachada e posterior elevação indevida de valores contratuais. GAECO O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) é uma força-tarefa conduzida pelo Ministério Público de Santa Catarina e composta pela Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal, Receita Estadual e Corpo de Bombeiros Militar, e tem como finalidade a identificação, prevenção e repressão às organizações criminosas. Fonte e Foto: Divulgação/Coordenadoria de Comunicação Social do MPSC

OPERAÇÃO CONEXÃO OESTE PRENDE DOIS POR TRÁFICO

Ação cumpre mandados e apreende drogas, munições e celulares Na manhã desta quinta-feira (09), a Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia de Polícia da Comarca de Modelo, deflagrou a “Operação Conexão Oeste”, com o objetivo de cumprir mandados de busca e apreensão ligados a uma investigação de tráfico de drogas no município. As ordens judiciais foram cumpridas de forma simultânea nas cidades de Modelo, Chapecó e Guatambu, alcançando tanto alvos diretos da investigação quanto suspeitos de fornecer entorpecentes provenientes de Chapecó. A ação contou com a participação de policiais civis de Modelo, equipes da Operação Protetor, policiais civis de Chapecó e apoio da Guarda Municipal. Durante as diligências, foram apreendidos aparelhos celulares, porções de drogas e munições, materiais considerados relevantes para o avanço das investigações. Duas pessoas foram presas, sendo um suspeito em Modelo e outro em Chapecó. A operação reforça o trabalho integrado das forças de segurança no combate ao tráfico de drogas na região, destacando o compromisso das autoridades na repressão à criminalidade e na promoção da segurança pública. Foto: Divulgação/PCSC

OPERAÇÃO SEMANA SANTA REGISTRA 103 ACIDENTES E DUAS MORTES EM SC

PRF flagra embriaguez, excesso de velocidade e diversas infrações nas rodovias federais A Polícia Rodoviária Federal (PRF) encerrou à meia-noite deste domingo (05) a Operação Semana Santa 2026 em Santa Catarina. Durante os quatro dias de fiscalização intensificada nas rodovias federais, foram registrados 103 acidentes, que deixaram 102 pessoas feridas e duas mortes. Os óbitos ocorreram no domingo (05), durante o retorno do feriado. Um deles foi registrado na BR-280, em Guaramirim, após a saída de pista de um automóvel. O outro caso aconteceu na BR-116, em Lages, envolvendo o atropelamento de um pedestre. Segundo a PRF, não haverá comparação com os dados de 2025, já que naquele ano a operação teve um dia a mais devido ao feriado de Tiradentes ter sido na segunda-feira após a Páscoa. Durante a operação, diversas infrações de trânsito foram flagradas. Ao todo, 168 motoristas foram autuados por dirigirem sob efeito de álcool, 279 por ultrapassagens em locais proibidos, 45 por uso do celular ao volante e 1.374 por excesso de velocidade. Além disso, 472 pessoas foram flagradas sem o uso do cinto de segurança e 61 crianças estavam sendo transportadas fora da cadeirinha. Na área criminal, a PRF apreendeu 5,8 quilos de cocaína, recuperou dois veículos com registro de roubo e prendeu 19 pessoas por crimes em flagrante ou por mandados de prisão em aberto. Foto: Divulgação/PRF

FISCALIZAÇÃO AMBIENTAL APREENDE REDES IRREGULARES NO RIO URUGUAI

Materiais ilegais foram encontrados em ações da Polícia Militar Ambiental em Palmitos e Itapiranga Durante ações de patrulhamento aquático no Rio Uruguai, a Polícia Militar Ambiental (PMA) registrou duas ocorrências distintas de pesca irregular nos municípios de Palmitos e Itapiranga, no Oeste de Santa Catarina. De acordo com informações apuradas, em Palmitos os policiais localizaram e apreenderam cerca de 600 metros quadrados de redes de pesca, com malha 8, instaladas de forma irregular e sem qualquer identificação. As redes ocupavam mais de 70% da largura do rio, prática que contraria a legislação ambiental vigente. Já no município de Itapiranga, a guarnição flagrou a instalação de aproximadamente 500 metros de redes, com 1,20 metro de largura, posicionadas diretamente no leito do rio. Assim como na primeira ocorrência, o material estava em desacordo com as normas ambientais. Todo o petrecho utilizado nas duas situações foi apreendido pelas autoridades. A Polícia Militar Ambiental reforça que a fiscalização segue intensificada na região, com o objetivo de coibir práticas ilegais e preservar os recursos naturais. Foto: Divulgação/PMASC

OPERAÇÃO DESARTICULA REDE QUE PRODUZIA ARMAS EM IMPRESSORAS 3D

Ação cumpriu 36 buscas e cinco prisões em 12 estados contra grupo suspeito de fabricar e vender “armas fantasmas” Uma operação integrada de forças de segurança pública desarticulou uma organização criminosa suspeita de desenvolver, produzir e comercializar ilegalmente armas de fogo fabricadas por meio de impressão 3D, conhecidas internacionalmente como “ghost guns”, ou armas fantasmas. A Operação Shadowgun cumpriu 36 mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão contra 30 investigados em 12 estados brasileiros. As investigações foram conduzidas pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro em conjunto com o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, por meio do CYBERGAECO. O cumprimento dos mandados contou com apoio de diversas forças policiais estaduais, incluindo a Polícia Civil de Santa Catarina, além de equipes de Sergipe, Bahia, Goiás, Roraima, Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Minas Gerais. De acordo com as investigações, o grupo utilizava a internet para desenvolver e divulgar projetos digitais de armas produzidas por impressão 3D, além de acessórios de grande capacidade, como carregadores ampliados. Por não possuírem numeração de série e poderem ser fabricadas com equipamentos acessíveis, essas armas são consideradas de difícil rastreamento pelas autoridades. As apurações apontam ainda que integrantes da rede compartilhavam arquivos digitais, manuais de montagem e orientações técnicas em plataformas online, permitindo que outras pessoas reproduzissem o armamento de forma clandestina. Segundo os investigadores, a organização também utilizava sistemas de pagamento digitais com alto nível de anonimato, o que dificultava o rastreamento das transações financeiras usadas para financiar as atividades do grupo. Além de divulgar projetos, os suspeitos também produziam e vendiam componentes de armamentos fabricados em impressoras 3D. Os itens eram anunciados em plataformas de comércio eletrônico e enviados pelos Correios para compradores em diferentes estados. O cruzamento de dados indicou que parte dos destinatários possuía antecedentes criminais e possíveis vínculos com milícias e organizações ligadas ao tráfico de drogas. Com base nas provas reunidas, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro apresentou denúncia contra integrantes da organização pelos crimes de organização criminosa, comércio ilegal de armas de fogo e lavagem de capitais. Entre os pedidos está a condenação solidária dos investigados ao pagamento de R$ 2,3 milhões por danos morais coletivos. A investigação contou ainda com apoio da Agência Brasileira de Inteligência, da agência norte-americana Homeland Security Investigations e do Centro Integrado de Segurança Pública e Proteção Ambiental de Foz do Iguaçu, além de suporte técnico do Laboratório de Operações Cibernéticas, vinculado à Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Foto: Divulgação/PCSC

GAECO DEFLAGRA OPERAÇÃO “ENTRE LOBOS II” EM SC

Mandados, bloqueio de R$ 9,6 milhões e investigação de estelionato contra idosos e lavagem de dinheiro Na manhã desta terça-feira (20), o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), coordenado pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), deflagrou a Operação “Entre Lobos II”, com foco na investigação e desarticulação de uma organização criminosa suspeita de praticar estelionato contra idosos em situação de vulnerabilidade, além de crimes de lavagem de dinheiro. A ação é resultado de investigação conduzida pela Promotoria de Justiça da Comarca de Modelo e cumpriu 13 mandados de busca e apreensão nos municípios de São Miguel do Oeste, Caibi, Chapecó, Lages, Itajaí e São José. As ordens judiciais foram expedidas pela Vara Estadual de Organizações Criminosas. Além das buscas, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias dos investigados em até R$ 9,6 milhões e a apreensão de veículos de luxo. Também foram impostas medidas cautelares diversas da prisão, como o monitoramento eletrônico de quatro envolvidos, a suspensão do exercício de funções em empresas investigadas e a proibição de solicitar ou receber valores por meio de alvarás judiciais relacionados a empresas de fachada ligadas ao grupo. Entre os alvos da operação estão quatro advogados. O cumprimento das ordens ocorreu com a presença de representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), conforme determina a legislação. Segundo o GAECO, o aprofundamento das investigações após a primeira fase da Operação “Entre Lobos”, deflagrada em julho de 2025, revelou uma estrutura sofisticada voltada à lavagem de dinheiro e à obstrução da Justiça, criada para manter o esquema criminoso ativo e possibilitar o recebimento de valores ilícitos decorrentes de ações judiciais envolvendo vítimas da fraude. Também foi identificada a criação de uma nova empresa de fachada, utilizada para a prática de estelionatos por meio da compra de cessões de créditos judiciais em ações bancárias. A operação é um desdobramento da primeira fase, realizada em cinco estados brasileiros, e apura crimes que teriam atingido, até o momento, pelo menos 280 idosos. As investigações envolvem, além do estelionato, suspeitas de organização criminosa, patrocínio infiel e lavagem de dinheiro. Durante a deflagração da operação, o GAECO contou com o apoio da Polícia Militar e da Polícia Civil de Santa Catarina. Os materiais apreendidos serão encaminhados à Polícia Científica para análise pericial e devem subsidiar novas diligências, com o objetivo de identificar outros envolvidos e aprofundar a apuração da possível rede criminosa. “Operação Entre Lobos II”  A operação denominada “Entre Lobos II” teve seu nome escolhido para refletir a gravidade e a natureza predatória dos crimes investigados. O nome faz alusão ao abuso de confiança praticado por criminosos que extrapolavam a função de advogado que, traindo a ética da boa advocacia, ao invés de defender os interesses de seus clientes – em sua maioria idosos e vulneráveis -, apropriaram-se de valores de forma fraudulenta, atuando como verdadeiros predadores. Além disso, o nome da operação presta homenagem a uma das vítimas falecidas durante a investigação, de sobrenome “Wolf”, que remete ao termo “lobo” em inglês.  Os materiais de relevância investigativa apreendidos durante as diligências serão encaminhados à Polícia Científica, que realizará exames e emitirá os laudos periciais. Essas evidências serão analisadas pelo GAECO para dar prosseguimento as diligências investigativas, identificar outros envolvidos e aprofundar a apuração de eventual rede criminosa.   A investigação tramita em sigilo e novas informações poderão ser divulgadas assim que houver a publicidade dos autos. GAECO   O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) é uma força-tarefa conduzida pelo Ministério Público de Santa Catarina e composta pela Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal, Receita Estadual e Corpo de Bombeiros Militar, e tem como finalidade a identificação, prevenção e repressão às organizações criminosas.  Relembre a Operação “Entre Lobos” e seus desdobramentos  22/07/2025 – GAECO deflagra operação “Entre Lobos” para desarticular organização criminosa e esquema interestadual de estelionato contra idosos 25/07/2025 – Operação Entre Lobos: Número de possíveis vítimas chega a 330 04/08/2025 – Operação Entre Lobos: MPSC denuncia 14 pessoas por 215 estelionatos e organização criminosa Fote e Fonte: Divulgação/Setor de Comunicação Social do MPSC

PRF ENCERRA OPERAÇÃO ANO NOVO COM 134 ACIDENTES NAS BRs DE SC

Fiscalização registrou três mortes e mais de 9,3 mil abordagens em seis dias A Polícia Rodoviária Federal (PRF) encerrou às 23h59 deste domingo (04) a Operação Ano Novo 25/26, que teve início à zero hora da última terça-feira (30). Ao longo de seis dias de fiscalização intensificada nas rodovias federais que cortam Santa Catarina, foram registrados 134 acidentes, deixando 159 pessoas feridas e três mortes no local. Na comparação com o mesmo período da Operação Ano Novo 24/25, os números apontam aumento de 13% nos acidentes e 4% no total de feridos. Em contrapartida, houve queda expressiva de 62% no número de óbitos, que passou de oito para três vítimas fatais. Os acidentes com mortes aconteceram nas BRs 470, nos municípios de Trombudo Central e Brunópolis, e na BR-282, em Águas Mornas. Segundo a PRF, duas das mortes foram provocadas por colisões frontais e uma por atropelamento de pedestre. Durante a operação, a PRF realizou mais de 9.300 abordagens, flagrando diversas infrações que colocam em risco a segurança viária. Entre as principais condutas perigosas registradas estão: *77 motoristas dirigindo sob efeito de álcool; *228 ultrapassagens em locais proibidos; *52 condutores manuseando o celular ao volante; *464 pessoas sem o uso do cinto de segurança; *51 crianças transportadas sem cadeirinha; *660 registros de veículos acima da velocidade permitida. A PRF reforça que o comportamento dos motoristas é fundamental para a redução de acidentes e destaca que a fiscalização continuará de forma permanente nas rodovias federais, com foco na preservação de vidas e na segurança de todos os usuários das estradas. Foto: Divulgação/PRF

OPERAÇÃO MUTIRÃO COMBATE O TRÁFICO DE DROGAS EM SEARA

Ação conjunta das polícias cumpre mandados e resulta em prisões no bairro Vila Esperança Na manhã desta quarta-feira (17), a Polícia Civil e a Polícia Militar deflagraram a Operação Mutirão com o objetivo de combater o tráfico de drogas no bairro Vila Esperança, localidade anteriormente conhecida como “Mutirão”, no município de Seara, no Oeste de Santa Catarina. A ação contou com a participação de aproximadamente 50 policiais civis e militares, que deram cumprimento a 10 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Juízo da Vara de Garantias da Comarca de Concórdia, com manifestação favorável da Promotoria de Justiça da Comarca de Seara. Durante a operação, também foram cumpridos três mandados de prisão temporária contra investigados e lavrado um Auto de Prisão em Flagrante pelo crime de tráfico de drogas. As ordens judiciais são resultado de um Inquérito Policial em trâmite na Delegacia de Polícia de Fronteira de Seara, que apura a atuação do tráfico de entorpecentes na região. A Polícia Civil destaca que a operação é fruto de trabalho investigativo contínuo e reforça a integração entre as forças de segurança no enfrentamento ao crime organizado no município. Foto: Divulgação

OPERAÇÃO “ADSUMUS” CUMPRE DEZ ORDENS JUDICIAIS EM XANXERÊ

Ação conjunta da Polícia Civilç e Militar mira grupo envolvido com tráfico e tortura Na manhã da última quarta-feira (8), uma grande operação policial foi deflagrada em Xanxerê, no Oeste de Santa Catarina. Denominada “Adsumus”, a ação foi coordenada pela Delegacia de Investigação Criminal (DIC) com apoio de diversas unidades da Polícia Civil e do 30º Batalhão de Polícia Militar, resultando no cumprimento de dez ordens judiciais, entre mandados de prisão e de busca e apreensão. A operação mobilizou equipes da DIC, da Regional, das Delegacias de Comarca e da DPCAMI de Xanxerê, além da Comarca de Xaxim e do Serviço Aeropolicial de Fronteira (SAER-Fron) de Chapecó. Foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva, uma internação provisória de menor infrator e cinco mandados de busca e apreensão nos bairros Vila União, Leandro, Nossa Senhora de Lurdes e São Romero. As investigações tiveram início em maio deste ano, quando um grupo de jovens passou a atuar de forma organizada em crimes como tráfico de drogas, associação ao tráfico, porte ilegal de arma de fogo e tortura. Durante o inquérito policial, vídeos gravados pelos próprios suspeitos foram apreendidos, mostrando cenas de extrema violência. Em um dos registros, uma das vítimas aparece amarrada, sendo agredida com facão, pauladas, socos e chutes, em razão de uma dívida relacionada ao tráfico. Outros vídeos revelam novas agressões, incluindo o uso de armas de fogo e facas. O medo imposto pelos agressores foi tão intenso que as vítimas acabaram deixando a cidade de Xanxerê. Com base nas provas reunidas, a Justiça autorizou as prisões e as buscas nas residências dos envolvidos, onde foram apreendidas roupas, chapéus e objetos utilizados nas sessões de tortura. O nome da operação, “Adsumus”, tem origem no latim e significa “aqui estamos” ou “estamos presentes”. A denominação simboliza o trabalho conjunto e a união das forças de segurança de Xanxerê no enfrentamento à criminalidade, reforçando o compromisso das instituições com a ordem pública e a proteção da comunidade. Foto: Divulgação/PCSC