PROUNI 2026: PRAZO DE  INSCRIÇÃO PARA 1º SEMESTRE TERMINA NESTA QUINTA

A inscrição é gratuita pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior Termina nesta às 23h59 desta quinta-feira (29) o prazo para estudantes interessados se inscreverem no Programa Universidade para Todos (Prouni) do primeiro semestre de 2026.  A inscrição é gratuita e feita somente pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na parte do Prouni, com login da plataforma Gov.br. A consulta às vagas oferecidas pelas instituições privadas de ensino superior também está disponível Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.  Os candidatos podem pesquisar as vagas de interesse por curso, turno, instituição de ensino e município de oferta. O programa do Ministério da Educação (MEC) oferece bolsas de estudo (integrais e parciais) em cursos de nível superior em instituições de ensino privadas.  O público-alvo são brasileiros sem diploma de nível superior.  Inscrições São requisitos para inscrição que o candidato tenha completado o ensino médio; participado de edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2024 e/ou de 2025; obtido, no mínimo, 450 pontos na média das cinco provas do exame; e não tenha zerado a prova da redação. A pré-seleção ao Prouni vai considerar a melhor média de notas do candidato em uma das duas edições do Enem. No caso das bolsas integrais, é necessário que a renda familiar bruta mensal por pessoa não exceda o valor de 1,5 salário mínimo. Já para bolsas parciais, é preciso que a renda familiar bruta mensal por pessoa não exceda o valor de três salários mínimos.  Em 2026, um salário mínimo vale R$ 1.621. O Prouni reserva bolsas a pessoas com deficiência e aos autodeclarados indígenas, pardos ou pretos. No momento da inscrição, o candidato poderá optar por concorrer a bolsas destinadas à implementação de políticas afirmativas, desde que cumpra as condições legais. Bolsas disponíveis Esta edição do Prouni (1º/2026) disponibilizará 594.519 bolsas, representando a maior oferta da história do Prouni, sendo 274.819 bolsas integrais (de 100%) e 319.700 bolsas parciais (de 50%). Do total de vagas ofertadas, quando considerada a modalidade de cursos, 393,1 mil das bolsas são para cursos a distância e 16.408 para a modalidade semipresencial. As demais (184.992) bolsas são para cursos presenciais. Em relação ao tipo de graduação, as bolsas estão distribuídas em 328.175 são bolsas para bacharelado, 253.597 são para cursos tecnológicos e 12.747 para licenciaturas. Os cursos de administração (63.978) e ciências contábeis (41.864) somam o maior número de bolsas ofertadas pelas faculdades privadas. Resultados De acordo com o edital, são realizadas duas chamadas dos participantes pré-selecionados. O resultado da primeira chamada do Prouni 1/2026 será divulgado em 3 de fevereiro na página eletrônica do processo seletivo. A segunda chamada será divulgada em 2 de março.  O resultado da primeira chamada será divulgado na página do Prouni na internet.  Para saber sobre os critérios de classificação dos candidatos, acesse aqui.  Foto: Divulgação/Agência Brasil

CHAPECÓ INVESTE R$ 1,4 MILHÃO EM PISOS MODULARES NAS ESCOLAS

Melhorias contemplam quadras poliesportivas da rede municipal A Prefeitura de Chapecó, por meio da Secretaria de Educação, está realizando a instalação de pisos modulares esportivos nas quadras poliesportivas das instituições de ensino da Rede Municipal. Somente em 2025, foram instalados 49 pisos modulares em quadras abertas e cobertas, com investimento aproximado de R$ 1.460.000,00. Desde 2022, a Administração Municipal já aplicou mais de R$ 3.211.060,00 na instalação desse tipo de piso em escolas e centros de educação infantil. A iniciativa tem como objetivo qualificar os espaços destinados às práticas esportivas, atividades pedagógicas e recreativas, garantindo mais conforto e segurança para estudantes e professores. Para 2026, estão previstos novos investimentos com a instalação de pisos modulares em 12 instituições da Rede Municipal de Ensino. Segundo a secretária de Educação, Astrit Tozzo, a melhoria da infraestrutura escolar é uma das prioridades da Administração Municipal, refletindo diretamente na qualidade do ensino oferecido. Foto: Divulgação/Diego De Bastiani

PROCON DIVULGA PESQUISA DE PREÇOS DE MATERIAL ESCOLAR

Levantamento aponta variação de até 280% entre estabelecimentos O Procon de Chapecó divulgou uma pesquisa de preços de materiais escolares com o objetivo de demonstrar a variação de valores praticados no comércio local e orientar os consumidores no momento da compra. O levantamento avaliou 25 itens considerados essenciais e foi realizado na sexta-feira (09), em quatro estabelecimentos do município. De acordo com o coordenador municipal do Procon, Nathan Moreira, a iniciativa busca incentivar pais e responsáveis a pesquisarem antes de adquirir os produtos, o que pode resultar em economia significativa. Segundo ele, a comparação de preços é fundamental para evitar gastos desnecessários neste período de maior procura por materiais escolares. Entre os dados apurados, chamou atenção a variação no preço da borracha branca, que chegou a 280% entre os estabelecimentos pesquisados. Conforme o levantamento, a soma dos 25 itens apresentou valor mínimo de R$ 70,44 em um dos locais visitados, enquanto em outro o mesmo conjunto chegou a R$ 136,50. Já o custo médio para compra dos materiais em Chapecó ficou em R$ 111,25. O Procon destaca que acompanha constantemente o mercado para auxiliar a comunidade nas decisões de consumo. “Cabe ao consumidor investir um tempo para realizar pesquisa de preços também, reforçando a sua própria defesa, afinal, consumidor alerta é cliente satisfeito”, afirmou o coordenador. Em caso de dúvidas, reclamações ou suspeita de irregularidades, os consumidores podem entrar em contato com o Procon de Chapecó pelo telefone (49) 3319-1100, pelo e-mail procon@chapeco.sc.gov.br, pelo site da Prefeitura Municipal de Chapecó ou presencialmente na sede do órgão, localizada na Rua Clevelândia, 727E, Centro (Ala Sul do Estádio). O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, exceto feriados, das 8h às 11h45 e das 13h15 às 17h30. Foto: Divulgação/PMC

APROVADO PROJETO DE JUSTIÇA RESTAURATIVA PARA RESOLUÇÃO DE CONFLITOS EM ESCOLAS PÚBLICAS

Autora da proposta é a deputada Luciane Carminatti (PT), que preside a Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa Um projeto de lei aprovado pela Alesc sugere o uso de técnicas de justiça restaurativa para solucionar conflitos ocorridos nas escolas da rede pública estadual, como situações de agressão e bullying. A ideia é que as unidades de ensino adotem a forma pacífica, educativa e o diálogo em casos desse tipo. O processo deve ter a participação das pessoas envolvidas diretamente com o ato de repercussão negativa e daquelas afetadas por ele. Além disso, deve ser conduzido por um facilitador, que pode aplicar técnicas como mediação, conciliação, círculo de conversa, reunião familiar ou comunitária. Esse método tem como objetivos atuar de maneira preventiva, pacificar conflitos e diminuir a violência no ambiente escolar. Abrange estudantes, familiares dos alunos, profissionais que trabalham na unidade e outros membros da comunidade.  O texto foi aprovado em Plenário e, para virar lei, deve ser validado também pelo governador. === Com informações: Ludmilla Gadotti Rádio AL/SC

MINISTRO DA EDUCAÇÃO ASSINA TERMO PARA HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DA UFFS

Cerimônia ocorreu no campus de Chapecó com autoridades e parlamentares O ministro da Educação, Camilo Santana, esteve na tarde da última terça-feira (09) em Chapecó, onde participou de uma cerimônia no campus da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) para oficializar um dos projetos mais aguardados da região: a construção do Hospital Universitário da instituição. A agenda contou com a presença de autoridades municipais e estaduais, representantes da reitoria, parlamentares federais e estaduais, além do deputado federal Pedro Uczai (PT), que acompanhou o ato e destacou a relevância do avanço para o Oeste catarinense. Durante o encontro, foi anunciado e assinado o termo que formaliza a cooperação técnica entre o Ministério da Educação, a Ebserh e a UFFS. O documento garante o prosseguimento das etapas necessárias para a implantação do hospital, incluindo estudos técnicos, elaboração do projeto e início futuro da obra. O Hospital Universitário da UFFS será uma unidade de atendimento 100% SUS, com objetivo de ampliar os serviços de média e alta complexidade na região e fortalecer o ensino, a pesquisa e a formação de estudantes da saúde. Além da assinatura do termo, a tarde também foi marcada pela inauguração da nova cantina do campus, ampliando a estrutura de acolhimento e serviços oferecidos à comunidade acadêmica. A formalização do acordo representa um passo decisivo para que o projeto avance, com expectativa de progressão das próximas fases ao longo de 2026. Foto: Amauri Sales/Rádio Chapecó

VIOLÊNCIA E CENSURA AFETAM NOVE EM CADA DEZ PROFESSORES BRASILEIROS

Constata pesquisa do ONVE da Universidade Federal Fluminense Nove em cada dez professores e professoras da educação básica e superior do ensino público e privado de todo o país já foram perseguidos diretamente ou presenciaram perseguições e censura contra profissionais da educação. O dado consta da pesquisa inédita A violência contra educadoras/es como ameaça à educação democrática, realizada pelo Observatório Nacional da Violência Contra Educadoras/es (ONVE), da Universidade Federal Fluminense (UFF), em parceria com o Ministério da Educação (MEC). Participaram do levantamento 3.012 profissionais da educação básica e superior do ensino público e privado de todo o país. O coordenador da pesquisa, professor Fernando Penna, da UFF, explicou à Agência Brasil que o trabalho teve como foco principal violências ligadas à limitação da liberdade de ensinar, tentativa de censura, perseguição política, embora tenha envolvido também a possibilidade de o professor registrar caso de violência física, embora esse não fosse o foco do relatório. De acordo com Penna, o objetivo do trabalho foi identificar violências no sentido de impedir o educador de ensinar uma temática, de usar um material, ou seja, perseguição política. “É mais uma censura de instituições em relação aos professores. E não são só instituições. Entre os agentes da censura, estão tanto pessoas dentro da escola, quanto de fora, figuras públicas”, informou. Censura Segundo o professor, um primeiro “dado preocupante” constatou que a censura se tornou um fenômeno disseminado por todo o território brasileiro e em todos os níveis e etapas da educação, englobando não só o professor, em sala de aula, mas todos que trabalham com educação. A pesquisa mostrou um percentual alto de professores vítimas diretas da violência. Na educação básica, o índice registrou 61%, e 55% na superior. “Na educação superior, foi 55%, um pouquinho menor, mas, ainda assim, está acima de 50%”, destacou Penna. Entre os educadores diretamente censurados, o levantamento constatou que 58% relataram ter sofrido tentativas de intimidação; 41% questionamentos agressivos sobre seus métodos de trabalho; e 35% enfrentaram proibições explícitas de conteúdo. Os educadores também relataram casos de demissões (6%), suspensões (2%), mudança forçada do local de trabalho (12%), remoção do cargo ou função (11%), agressões verbais e xingamentos (25%), e agressões físicas (10%). Temáticas Fernando Penna analisou que os dados mostraram ainda que a violência e a censura já estão enraizadas no Brasil, nas instituições de educação básica e superior. “Isso é preocupante porque a gente está falando aqui de temáticas obrigatórias”. Ele citou, como exemplo, o caso de uma professora do interior do estado do Rio de Janeiro, cujo um colega, durante a pandemia da Covid 19, pegou um material do Ministério da Saúde, com orientações sobre medidas sanitárias e a importância da vacinação, mas foi impedido sob argumento de “doutrinação”. “E quando ele foi entregar isso à diretora da escola, ela disse para ele que na escola não ia ter doutrinação de vacina”. A pesquisa identificou ainda professores proibidos de tratar, na sala de aula, temas como o da violência sexual, em que alerta o aluno sobre o fato desse tipo de violência ocorrer dentro de casa. “E é depois de algumas aulas na escola sobre orientação sexual, gênero, sexualidade, que esse jovem que tem uma violência naturalizada acontecendo no espaço privado denuncia o autor disso”, explicou Pena, ao ressaltar a importância de o tema ser tratado no ambiente escolar. “Mas essa temática, que é a discussão dos temas envolvendo gênero e sexualidade, é que os professores mais indicaram como sendo o motivo da violência que eles sofreram”. O professor disse ainda que o estudo deixa claro que essa violência não impacta só os educadores, mas a liberdade de ensinar e a liberdade de aprender. “Estudantes estão deixando de discutir temáticas vitais para a sua formação”, acrescentou. Outro exemplo de tema óbvio, que é motivo de questionamentos de pais contra professores de ciência, é o da teoria da evolução. Alguns preferem que se discuta dentro da escola o criacionismo e não a teoria da evolução. “Então, professores que tentam fazer o trabalho de levar o conhecimento às crianças e adolescentes acabam sendo demitidos, transferidos”. A proporção de professores que passaram diretamente por esse tipo de violência ficou em torno de 49% a 36%. A maior parte dos educadores disse que o episódio ocorreu quatro vezes ou mais. Segundo o levantamento, os temas que motivaram o questionamento à prática do educador foram liderados por questões políticas (73%), seguidos por questões de gênero e sexualidade (53%), questões de religião (48%) e negacionismo científico (41%). Polarização A pesquisa pediu também que os educadores respondessem os anos que essa violência ocorreu, “porque uma das nossas hipóteses é que essa violência tem relação com a polarização política que nós vivemos. E quando eu falo polarização, eu estou dizendo extrema direita, extrema esquerda. É uma polarização assimétrica entre uma extrema direita e uma centro-esquerda, no máximo”. “Os dados configuraram um gráfico que revela que a violência contra educadores sobe a partir de 2010 e tem um pico em 2016, em 2018 e em 2022, que são os anos do ‘impeachment’ e de duas eleições presidenciais”, destacou Penna, frisando que essa “tensão política que o país vive está, infelizmente, entrando nas escolas”. Agentes da violência Quando perguntados sobre quem foram os agentes da violência, os educadores citaram os próprios membros da comunidade interna da escola ou da universidade. Ou seja, a própria direção, coordenação, membros da família, estudantes. “Isso é muito grave porque traz um dado de pesquisa que mostra que essa violência pode ter partido de figuras públicas, de uma atenção política mais ampla, mas, infelizmente, ela já está dentro das comunidades educativas”. A pesquisa identificou que são os próprios membros da comunidade educativa interna que estão levando essa violência para dentro da escola, liderados pelos profissionais da área pedagógica (57%), familiares dos estudantes (44%), estudantes (34%), os próprios professores (27%), profissional da administração da instituição (26%), funcionário da instituição (24%) ou da secretaria de educação (municipal ou esta- dual) ou reitoria, no caso das universidades (21%). Perseguição De acordo com o coordenador do estudo,

ESTUDANTES SELECIONADOS PARA A ETAPA NACIONAL DA OBG SÃO RECEBIDOS PELO PREFEITO JOÃO RODRIGUES

“Este resultado é fruto do trabalho conjunto de professores e estudantes, aliado aos investimentos públicos”, destaca João Rodrigues, prefeito de Chapecó Em 2025, a Rede Municipal de Ensino de Chapecó conquistou destaque nacional na 10ª edição da Olimpíada Brasileira de Geografia (OBG), promovida pela Universidade Federal de Alfenas (MG). A competição reuniu cerca de 100 mil estudantes, do 9º ano do Ensino Fundamental ao Ensino Médio, mas apenas 197 avançaram para a fase final em nível nacional. Entre esses finalistas estava a equipe Geogêniosos, formada pelos estudantes Isabelli Modler Ramos, Izabelli Trentin Pasa e Vitor Gabriel Ceccato Barossi, sob orientação do professor de Geografia Soleandro Zambon, da EBM Vila Real. O grupo alcançou a maior pontuação entre todas as escolas públicas de Santa Catarina, garantindo vaga na etapa presencial da OBG, realizada em Campinas (SP). Lá, representaram Chapecó e toda a rede pública catarinense. A Secretária de Educação, Astrit Tozzo, explicou o funcionamento da etapa presencial. “Nesta fase, todos os níveis de ensino competem de forma igualitária. Os estudantes da Rede Municipal de Ensino eram os únicos do Ensino Fundamental classificados. Foram dois dias intensos, com provas discursivas, avaliações práticas de análise ambiental e urbana, mapeamento, além de prova audiovisual e questões de múltipla escolha”, detalhou. Durante a estadia em Campinas, os participantes também realizaram uma visita técnica ao Instituto de Geociências da Unicamp, onde assistiram a uma palestra e participaram de atividades práticas. Para Astrit, o desempenho dos estudantes reafirma a qualidade do ensino oferecido pelo município. “Eles representaram Santa Catarina e Chapecó de maneira extraordinária, competindo com escolas militares, públicas e particulares. Foi gratificante ver o empenho e a dedicação de cada um no estudo da Geografia”, ressaltou. De volta a Chapecó, os alunos foram recebidos pelo prefeito João Rodrigues, que parabenizou a equipe pela conquista e destacou os investimentos realizados pela Administração Municipal. “A prefeitura tem feito importantes aportes na área da educação, com a aquisição de chromebooks, melhorias na infraestrutura e compra de materiais de qualidade. Este resultado é fruto do trabalho conjunto de professores e estudantes, aliado aos investimentos públicos”, afirmou. === Com informações: ASCOM/PMC/SC Fotos: Ass. Com. PMC/Divulgação

SEGUNDO PERÍODO DE MATRÍCULAS DE ESTUDANTES NA REDE ESTADUAL DE ENSINO DE SC COMEÇOU NESTA QUARTA-FEIRA

Os pais e responsáveis podem fazer as inscrições no site matriculaonline.sed.sc.gov.br até 9 de dezembro, às 18h, utilizando o cadastro do gov.br, para concorrer às vagas disponíveis nas escolas. A reserva da vaga ocorrerá por ordem de acesso e finalização da inscrição no sistema, respeitando o zoneamento. Para a garantia da efetivação da matrícula, os responsáveis deverão entregar a cópia dos documentos originais até a próxima quarta-feira, 10, na unidade escolar durante o respectivo horário de funcionamento. Confira a documentação comprobatória abaixo: a) Certidão de nascimento/ Carteira de Identidade do estudante; b) CPF do estudante; c) Histórico Escolar (no máximo 30 dias após o início do ano letivo de 2026); d) Atestado de Frequência com indicação do ano/etapa que o(a) estudante está frequentando em 2025; e) Comprovante de residência atualizado (até três meses); f) Foto 3×4 (opcional); g) Carteira de Vacinação e/ou declaração da Unidade Básica de Saúde; h) CPF do Pai/Mãe ou responsável legal. O responsável deverá comparecer à unidade escolar, no prazo informado, e respeitar os critérios de documentação. Na impossibilidade da apresentação dos documentos indicados até 10 de dezembro, o candidato perderá o direito à vaga, podendo participar do outro período de matrícula, entre os dias 3 e 4 de fevereiro de 2026. === Com informações: ASCOM | SED – SC Foto: Divulgação/SED-SC

ICMS EDUCAÇÃO: RESULTADOS INICIAIS INDICAM MELHORIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL E FORMAÇÃO DE GESTORES

FOTO: Arquivo/Secom

Resultados do ICMS Educação indicam avanços na educação infantil, melhora na formação de gestores e impactos na qualidade do ensino nos municípios catarinenses Dados divulgados pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) no início deste mês sobre o ICMS Educação apontam os primeiros resultados favoráveis da iniciativa para o aumento da qualidade da educação municipal no estado. Somente em recursos, entre 2023 e 2025, os repasses aos municípios vinculados ao ICMS Educação somaram R$ 3,62 bilhões. O mecanismo, que redefine a cota-parte do imposto destinada aos municípios, premiando aqueles que obtêm melhor desempenho em indicadores educacionais, foi instituído ainda no ano de 2022, por meio da Lei 18.489, de iniciativa do Poder Executivo, com a participação da Assembleia Legislativa de Santa Catarina e de diversos entes públicos e entidades da sociedade civil. Dada a importância, a tramitação no Legislativo estadual foi acelerada, com a matéria sendo analisada de forma conjunta pelas comissões permanentes e aprovada em Plenário, por unanimidade de votos, no prazo de uma semana. A mudança passou a valer em 2023, quando 10% da cota municipal do imposto foi distribuída. Para este ano, o percentual aumentou para 12% e será elevado gradualmente até 2028, quando chegará a 15%. Incentivos e Desempenho Municipal O envio dos recursos segue o Índice ICMS Educação. De acordo com a normativa, receberá mais quem evoluir mais nos critérios estabelecidos, que levam em conta questões como atendimento na educação infantil, oferta de tempo integral, desempenho dos estudantes, taxas de aprovação, infraestrutura, formação dos profissionais e qualidade da gestão escolar. Além de estimular as boas práticas educacionais, o modelo tem como proposta contribuir para reduzir disparidades regionais. O município de Flor do Sertão, por exemplo, obteve o maior aumento percentual do indicador, de 96,4%, na comparação entre 2024 e 2025, o equivalente a R$ 730,3 mil. Lajeado Grande, em segundo lugar, vai receber 96% a mais (R$ 741,5 mil), seguido do terceiro colocado, Pedras Grandes, com 89,2% (R$ 1,12 milhão). Avanços já são Mensuráveis De acordo com o Tribunal de Contas do Estado (TCE), os efeitos da nova política começam a aparecer com clareza nas primeiras avaliações, apontando melhoria em diversos indicadores educacionais. As matrículas em creches, que eram de cerca de 42,5% em 2021, subiram para 54,9% em 2024. Na pré-escola, a cobertura passou de 83,4% para 97,1% no mesmo período, aproximando o estado da universalização. Outro salto significativo ocorreu na formação de gestores escolares: o indicador de “gestão democrática” avançou de 11,5% em 2021 para 41,4% em 2024. Significado para a Educação em SC Para o estado, o ICMS Educação pode representar uma mudança de paradigma: os municípios que atenderem aos critérios estabelecidos, com foco em acesso, qualidade, gestão e equidade, serão recompensados financeiramente. Isso cria um incentivo real para investir em educação infantil e pré-escola, melhorar a infraestrutura e a gestão escolar, promover ensino em tempo integral e políticas de equidade, além de aumentar a transparência e o controle social sobre os recursos públicos destinados à educação. Perguntas Frequentes 1) Qual o valor total de recursos repassados aos municípios por meio do ICMS Educação?Entre 2023 e 2025, os repasses aos municípios vinculados ao ICMS Educação somaram R$ 3,62 bilhões. 2) Quais são os avanços já mensuráveis na educação infantil após a implementação?Matrículas em creches subiram de 42,5% (2021) para 54,9% (2024) e na pré-escola a cobertura passou de 83,4% para 97,1% no mesmo período. 3) O que a melhora no indicador de “gestão democrática” representa?Representa um salto na formação de gestores escolares, com o indicador passando de 11,5% em 2021 para 41,4% em 2024. === Redação: Alexandre Back/AGÊNCIA AL Foto: Arquivo/Secom/ALESC

ESTUDANTES DA REDE ESTADUAL RECEBERÃO KITS COMPLETOS DE MATERIAL ESCOLAR EM 2026

Foto: Roberto Zacarias /SECOM-SC

Kits já estão chegando no almoxarifado da SED e serão distribuídos para as escolas estaduais Todos os estudantes matriculados na rede estadual de ensino de Santa Catarina receberão kits individuais e personalizados de material escolar do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Educação (SED), até o início do ano letivo de 2026. A medida faz parte do programa Escola Boa, do movimento Educação Levada a Sério, e prevê um investimento de R$ 24 milhões para aquisição de materiais escolares para os alunos das escolas estaduais. A SED começou a receber os materiais, que serão distribuídos para as escolas estaduais nas próximas semanas. “Todo esse investimento que estamos realizando no movimento Educação Levada a Sério busca dar as melhores condições de aprendizado para nossos estudantes e também de trabalho para professores e equipes pedagógicas. Também queremos resgatar o sentimento de orgulho do aluno por estudar em uma escola estadual e a aquisição dos materiais escolares vai ao encontro a esse objetivo”, destaca o governador Jorginho Mello. Os materiais serão distribuídos de acordo com as necessidades de cada etapa de ensino. Para estudantes dos anos iniciais do ensino fundamental, serão 20 itens: caderno de brochura, caderno de desenho, lápis de cor, giz de cera, canetinha hidrográfica, borracha, apontador, cola branca, lápis grafite e régua estão entre eles. Já para os anos finais, são 22: caderno universitário, caderno de desenho, lápis de cor, borracha, apontador, lápis grafite, caneta esferográfica azul, caneta esferográfica preta, caneta esferográfica vermelha, régua, transferidor 180º, esquadro 45º, esquadro 60º são alguns dos componentes dos kits. Os estudantes do ensino médio também receberão materiais. Serão 16 itens, dentre eles estão caderno universitário, caderno de desenho, borracha, apontador, lápis grafite, caneta esferográfica azul, caneta esferográfica preta, caneta esferográfica vermelha e régua. “São materiais de qualidade, que vão elevar a autoestima dos nossos estudantes, animá-los para ir à escola. Nosso governador Jorginho Mello e nós, da Secretaria de Educação, estamos trabalhando diuturnamente para elevar a régua e colocar a Educação de Santa Catarina no lugar que ela merece”, ressalta a secretária de Estado da Educação, Luciane Bisognin Ceretta. O Escola Boa é o eixo do movimento Educação Levada a Sério que transforma o ambiente escolar em um espaço de excelência e pertencimento, com infraestrutura de qualidade. Além dos materiais escolares, o programa também promoverá uma grande melhoria na infraestrutura geral das escolas, na manutenção, na segurança escolar e na conectividade. A partir do Escola Boa, os 519 mil estudantes matriculados na rede estadual receberão kits de uniforme escolar e todas as salas de aula serão climatizadas com aparelhos de ar-condicionado. Educação Levada a Sério O Governo de Santa Catarina, por meio da SED, lançou o programa Educação Levada a Sério, o maior pacote de investimentos do Governo do Estado na história da educação catarinense. O valor total investido é de R$ 4,1 bilhões para atender os quatro eixos que compõem a iniciativa: Escola Boa, Qualifica SC, Transforma SC e CaTec+. As frentes reúnem medidas estratégicas para fortalecer a educação em Santa Catarina. Entre as ações estão a qualificação da aprendizagem dos estudantes, a valorização e a formação continuada de professores, a melhoria da infraestrutura escolar e a ampliação do ensino técnico e profissional alinhado aos arranjos produtivos de cada região. Também fazem parte a contrapartida dos estudantes beneficiados pelos programas de acesso e permanência no ensino superior, Universidade Gratuita e o Fumdesc, iniciativas que devem gerar impactos significativos no desenvolvimento socioeconômico do estado. Foto: Roberto Zacarias /SECOM