IMPOSTO DE RENDA: SAIBA O QUE PODE SER DEDUZIDO
Despesas com edução e saúde são as principais Na hora de declarar o imposto de renda, é importante ficar atento às despesas que podem ser reduzidas, principalmente com a educação e saúde. Os gastos com ensino têm limite de abatimento de até R$ 3.561 por pessoa e incluem desde a educação infantil até a pós-graduação. Já as despesas médicas não têm limite de dedução, mas precisam ser comprovadas com recibos e notas fiscais. Vale lembrar que cursos de idiomas, material escolar e gastos com farmácia não entram na lista de deduções. Outro ponto importante é a previdência privada. Planos do tipo PGBL permitem reduzir a base de cálculo do imposto. E para evitar problemas com a Receita Federal, o contribuinte deve guardar todos os comprovantes por, pelo menos, cinco anos. Foto e Fonte: Divulgação/Agência Brasil
COMÉRCIO LOCAL GANHA IMPULSO COM NOVA CAMPANHA
Lançamento destaca valorização de empresas da cidade e prevê premiações para consumidores Na manhã desta terça-feira, 28 de abril de 2026, foi realizado o café de lançamento da campanha “Comércio Local é Legal”, na Cantina do Cesec, em Chapecó. A iniciativa busca incentivar a população a priorizar compras em empresas do município, fortalecendo a economia local e promovendo o desenvolvimento regional. A campanha tem como principal objetivo conscientizar consumidores sobre a importância de manter os recursos financeiros circulando dentro da própria cidade. Ao optar pelo comércio local, a população contribui diretamente para a geração de empregos, aumento da arrecadação e crescimento sustentável dos negócios da região. Além da valorização dos empreendimentos chapecoenses, a ação também prevê a distribuição de prêmios como forma de incentivo à participação da comunidade. A mecânica da campanha deve envolver compras em estabelecimentos participantes, com a possibilidade de concorrer a benefícios e recompensas. De acordo com o presidente do Sicom, André João Telöcken, iniciativas como essa são fundamentais para fortalecer o setor comercial, especialmente diante dos desafios enfrentados pelos empresários nos últimos anos. Ele destaca que o engajamento da população é peça-chave para o sucesso da campanha. O evento reuniu representantes do comércio, autoridades e convidados, marcando o início de uma mobilização que pretende envolver toda a comunidade chapecoense em prol do desenvolvimento econômico local. Foto: Amauri Sales/Rádio Chapecó
MINISTÉRIO RESTRINGE TARIFAS E LIMITA CUSTO DO CRÉDITO CONSIGNADO
Novas regras já estão em vigor O crédito consignado concedido aos trabalhadores terá regras para reduzir abusos na cobrança de juros e nas taxas embutidas nos empréstimos. O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) publicou nesta sexta-feira (24) resolução do Comitê Gestor das Operações de Crédito Consignado, que cria uma metodologia para monitorar os juros e os encargos. A medida já está em vigor. A principal mudança é a criação de um limite indireto para o custo total do empréstimo. Pela nova regra, o chamado Custo Efetivo Total (CET), que inclui juros e demais encargos, não poderá ultrapassar em mais de 1 ponto percentual a taxa de juros mensal contratada. Na prática, isso significa que, se um empréstimo tiver juros de 1,5% ao mês, o custo total máximo permitido será de 2,5% ao mês. Diferentemente do consignado do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que tem teto de juros, os consignados regulados pelo MTE terão esse sistema de acompanhamento. A metodologia atende a pedido dos bancos, que se opunham à limitação de taxas. O que muda na prática O crédito consignado é uma modalidade em que as parcelas são descontadas diretamente do salário do trabalhador, o que reduz o risco para os bancos. No caso do consignado voltado a trabalhadores com carteira assinada (CLT), o empréstimo pode ter como garantia o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Apesar dessa segurança, o governo identificou práticas consideradas abusivas: instituições anunciavam juros baixos, mas incluíam tarifas adicionais no contrato, elevando significativamente o custo final do crédito. Com a nova norma, os bancos passam a ter restrições claras sobre o que podem cobrar. Serão permitidos apenas quatro tipos de encargos: Juros remuneratórios (valor principal cobrado pelo empréstimo); Multa e juros por atraso (mora); Tributos obrigatórios; Seguro prestamista (somente se o cliente autorizar expressamente). Outras cobranças, como taxas de abertura de crédito ou tarifas de cadastro, passam a ser consideradas irregulares. Controle e fiscalização A resolução não estabelece um teto fixo para os juros, como ocorre em outras modalidades, mas cria um sistema de monitoramento contínuo. O governo vai acompanhar as taxas cobradas no mercado e calcular uma média, acrescida de um desvio padrão. Valores que ultrapassarem esse parâmetro poderão ser classificados como abusivos. Esse acompanhamento será feito a cada três meses com base em dados de contratos registrados nos sistemas da Dataprev, empresa pública de tecnologia. Instituições financeiras que insistirem em cobrar taxas consideradas excessivas poderão sofrer punições, incluindo a suspensão da oferta de crédito consignado para trabalhadores. Crédito do Trabalhador As mudanças devem afetar principalmente o chamado Crédito do Trabalhador, modalidade lançada em 2025 para ampliar o acesso ao crédito a profissionais CLT, substituindo modelos anteriores. Desde sua criação, o programa movimentou cerca de R$ 131 bilhões em empréstimos para mais de 9 milhões de trabalhadores. Desse montante, R$ 91 bilhões correspondem a novos contratos. Mesmo com a expansão, os juros continuam sendo um problema. Dados recentes mostram que as taxas do consignado CLT variam de 1,63% a 6,87% ao mês. O custo total médio chega a 4,48% mensais, acima da taxa média de juros de 3,66%. Levantamentos do Banco Central e da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor em São Paulo (Procon-SP) também apontam grande variação entre instituições financeiras. Em alguns casos, as diferenças chegam a ser superiores a 100%. Endividamento em alta A medida ocorre em um cenário de aumento do endividamento no país. Dados do Banco Central de abril de 2026 indicam cenário crítico: 49,7% da renda das famílias está comprometida com dívidas, próximo ao recorde histórico. O comprometimento mensal de renda chegou a 29,3%, com mais de 80% das famílias endividadas. Especialistas alertam que o uso frequente do crédito, especialmente por trabalhadores de baixa renda, pode agravar a inadimplência. Além disso, há críticas de que as taxas praticadas no consignado não refletem o baixo risco da modalidade. Como o pagamento é descontado diretamente do salário, o esperado seria a cobrança de juros menores. Orientação ao consumidor Diante desse cenário, especialistas recomendam que o trabalhador compare diferentes ofertas antes de contratar um empréstimo. Em alguns casos, o crédito pessoal oferecido pelo próprio banco pode apresentar condições mais vantajosas, dependendo do histórico de relacionamento com a instituição. A nova regulamentação busca justamente aumentar a transparência e evitar cobranças ocultas, tornando mais fácil para o consumidor entender quanto realmente pagará pelo crédito. Fonte e Foto: Divulgação/Agência Brasil
ENERGIA: PREPARE SUA CASA PARA OUTONO/INVERNO COM ECONOMIA E SEGURANÇA
Neste feriado de 21 de abril, com o inverno a exatos dois meses de distância, a Rádio Chapecó reforça a importância de antecipar cuidados para evitar acidentes e o peso na conta de luz Hoje, 21 de abril de 2026, marca um período estratégico para o consumidor catarinense. Com o outono já em curso e o início oficial do inverno no Hemisfério Sul agendado para o dia 21 de junho, o uso de chuveiros e aquecedores começa a se intensificar. Historicamente, o consumo de energia nas residências sobe quase 8% nos meses frios, que se estendem até o dia 22 de setembro. Por isso, a Rádio Chapecó, em parceria com as orientações da Celesc, alerta: a preparação para enfrentar as baixas temperaturas com economia e segurança deve começar agora. Pequenos ajustes iniciados hoje podem evitar que a fatura se torne um problema durante a estação mais fria do ano. Hábitos simples, como monitorar o tempo de banho para que não ultrapasse dez minutos e aproveitar ao máximo a claridade e o calor do sol durante o dia, são estratégias fundamentais. Além disso, é o momento de abandonar manias perigosas que surgem com a umidade típica da época: nunca utilize a parte traseira da geladeira para secar roupas. Essa prática sobrecarrega o motor, dispara o consumo e cria um risco real de curto-circuito e incêndio. Confira abaixo as dicas de economia no consumo de energia elétrica emitidas pela Celesc e aproveite bem a estação, mantendo-se em sintonia com a 100-1 FM, a nossa rádio Chapecó. === Ilustração: IA/Gemini/Rádio Chapecó
CAIXA PAGA BOLSA FAMÍLIA E BENEFICIÁRIOS COM NIS DE FINAL 2
Com adicionais, valor médio do benefício está em R$ 678,22 A Caixa Econômica Federal paga nesta sexta-feira (17) a parcela de abril do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 2. O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 678,22. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do governo federal alcançará 18,9 milhões de famílias, com gasto de R$ 12,8 bilhões. Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes (mães que amamentam), um de R$ 50 a cada filho de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a cada criança de até 6 anos. No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco. Pagamento unificado Os beneficiários de 173 cidades de 11 estados receberam o pagamento na quinta-feira (16), independentemente do NIS. A medida beneficiou os moradores de 121 municípios do Rio Grande do Norte, que sofrem com a seca, e cinco municípios mineiros atingidos por enchentes. Também foram beneficiadas cidades nos seguintes estados: Amazonas (3), Bahia (17), Pará (1), Paraná (1), Piauí (3), Rio de Janeiro (8), Roraima (6), São Paulo (2) e Sergipe (6). Essas localidades foram afetadas por chuvas ou por estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social. Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes). Regra de proteção Cerca de 2,34 milhões de famílias estão na regra de proteção em abril. Essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até R$ 706. Em 2025, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, a mudança só abrange as famílias que entraram na fase de transição a partir de junho de 2025. Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará a receber metade do benefício por dois anos. Fonte e Foto: Divulgação/Agência Brasil
CONSUMIDOR MAIS CAUTELOSO REDUZ GASTOS NA PÁSCOA EM CHAPECÓ
Pesquisa aponta queda na intenção de compra e no valor médio gasto; cenário reflete comportamento observado em todo o país Levantamento realizado pela Unochapecó, em parceria com o Observatório Pollen, revela que o consumidor chapecoense está mais cauteloso na hora de gastar na Páscoa deste ano. A pesquisa, feita entre os dias 15 e 31 de março, aponta redução tanto na intenção de presentear quanto no valor médio das compras. De acordo com o estudo, apenas 48% dos entrevistados pretendem comprar presentes na Páscoa, número inferior aos 52% registrados em 2025. Já 41% afirmaram que não irão presentear, enquanto 11% ainda estão indecisos. Outro dado que chama atenção é a queda no valor médio de gasto, que passou de R$ 295,18 no ano passado para R$ 244,25 em 2026 — uma redução de 17,2%. Mesmo com a retração, os chocolates seguem liderando as preferências, citados por 78% dos consumidores, embora em menor proporção que em 2025. O cartão de crédito aparece como principal forma de pagamento, utilizado por 47%, seguido por Pix e débito. Informações são do Observatório Pollen, curso superior de Ciências Econômicas da Unochapecó e Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciências Contábeis e Administração da Unochapecó. Clique aqui e acesse o estudo completo. Segundo a coordenação da pesquisa, o comportamento mais conservador reflete ajustes no orçamento familiar e maior preocupação com as finanças. CENÁRIO REFLETE REALIDADE NACIONAL O comportamento observado em Chapecó acompanha uma tendência mais ampla no Brasil. Em 2026, o consumidor segue pressionado por fatores como juros elevados e aumento no custo de produtos tradicionais da Páscoa. Dados recentes indicam que o preço do chocolate subiu cerca de 24,7% nos últimos 12 meses, impactando diretamente o orçamento de quem pensa em gastar com o produto, exigindo mais planejamento financeiro. Além disso, o consumo na Páscoa deste ano mostra um fenômeno claro: o faturamento do comércio cresce, mas o volume de produtos vendidos diminui. Ou seja, os brasileiros estão comprando menos e pagando mais. Esse movimento é típico de períodos de inflação mais elevada em itens específicos. Com preços mais altos, o consumidor passa a comparar mais, reduzir quantidades e até substituir produtos por opções mais baratas. CONSUMO SEGUE FORTE, MAS MAIS SELETIVO Apesar da cautela, o consumo das famílias continua sendo um dos principais motores da economia brasileira. Em 2025, o setor cresceu cerca de 3,6%, impulsionado pelo aumento da renda e do emprego. Ainda assim, especialistas apontam que o cenário atual exige maior equilíbrio financeiro. Com o crédito mais caro e inflação em alguns segmentos, as famílias estão entre a cruz e a espada, sendo obrigadas puxar o freio de mão nos gastos. REFLEXO EM SANTA CATARINA Em Santa Catarina, onde o consumo costuma acompanhar o bom desempenho econômico do estado, o comportamento também indica mais cautela. Levantamentos anteriores da própria Unochapecó já apontavam queda nas expectativas de consumo e preocupação com o orçamento familiar, mesmo em momentos de relativa estabilidade econômica. A tendência é que o consumidor catarinense continue priorizando gastos essenciais e planejando melhor compras sazonais, como as da Páscoa. CONSUMO COM MAIS PLANEJAMENTO O cenário de 2026 mostra que o hábito de consumo está mudando. A tradição de presentear permanece, mas com ajustes: menos itens, valores menores e escolhas mais conscientes. A orientação de especialistas é clara: definir um limite de gastos, evitar compras por impulso e buscar alternativas mais acessíveis são estratégias fundamentais para manter a saúde financeira — sem abrir mão das celebrações. === Imagem ilustrativa: DALL·E / OpenAI
CHAPECÓ LIDERA INVESTIMENTOS NO SUL E ANUNCIA PACOTE DE R$ 200 MILHÕES EM OBRAS
Município é o 16º do país em taxa de investimento e supera médias estadual e nacional A Prefeitura de Chapecó lança nesta terça-feira (31), às 19h30, na Get Church, um novo pacote de obras estimado em cerca de R$ 200 milhões. O município vem se destacando no cenário nacional pelos altos índices de investimento público. De acordo com dados do Centro de Liderança Pública, compilados pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Inovação, Chapecó lidera entre os municípios da região Sul e ocupa a 16ª posição no ranking nacional em percentual de investimentos, considerando cidades com mais de 100 mil habitantes. Os dados mais recentes, divulgados em 2025 com base no ano de 2024, apontam uma taxa de investimento de 19,4%. O percentual representa aproximadamente R$ 270 milhões aplicados apenas em 2024, considerando os investimentos liquidados em relação à receita corrente líquida do município. Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, o índice de Chapecó supera a média estadual de Santa Catarina, que é de 8,5%, e também a média nacional, de 7,9%. Além disso, o percentual do município é superior ao de todas as capitais brasileiras e até mesmo ao de estados, como o Piauí, que lidera entre as unidades federativas com 17,11%. A administração municipal destaca que os investimentos públicos têm papel fundamental no desenvolvimento econômico local, impulsionando setores como a construção civil, que já soma mais de R$ 10 bilhões em investimentos. Nos últimos anos, Chapecó ampliou significativamente sua infraestrutura, com obras como a abertura da avenida Getúlio Vargas, a construção do Elevado da Bandeira, a modernização da Arena Condá, além da entrega de novas escolas e unidades de saúde. Também foram implantados cerca de 200 quilômetros de asfalto, incluindo áreas do interior. Outro destaque é o Parque da Efapi, que recebeu cerca de R$ 60 milhões em investimentos para novos pavilhões destinados a feiras e eventos. Já o Autódromo Internacional, com a primeira pista asfaltada de Santa Catarina, é apontado como uma nova frente de desenvolvimento econômico para o município. Com o novo pacote de obras, a expectativa é que Chapecó mantenha o alto nível de investimentos também nos próximos anos. Taxa de investimento (2024): Brasil: 7,9% Santa Catarina: 8,5% Chapecó: 19,4% Foto: Divulgação/PMC
CONHEÇA SERVIÇOS DE ÓRGÃOS FEDERAIS PARA SE PROTEGER DE GOLPES
Receita, BC e outros órgãos ajudam a preservar dados e CPF Com a proximidade do período para enviar a declaração do Imposto sobre a Renda, os contribuintes devem ficar atentos e reforçar a proteção para não cair em golpes virtuais. Serviços da Receita Federal e do Banco Central protegem o Cadastro de Pessoa Física (CPF) contra golpistas, evitam a abertura de empresas em seu nome e ajudam no controle de contas bancárias. Conheça abaixo alguns serviços disponibilizados pelo governo federal. Proteja seu CPF No caso do CPF, a Receita Federal disponibiliza o serviço de “Proteção do CPF” que pode ser usado para impedir que um CPF seja incluído de forma indesejada no quadro societário de pessoas jurídicas. A ferramenta é gratuita e protege o documento em todo o território nacional. “Caso deseje participar de algum CNPJ [Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas], o cidadão poderá reverter o impedimento de uso do seu CPF de forma simples, acessando a própria funcionalidade e alterando a situação”, informou o Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos. Dados e contas bancárias O Banco Central (BC) oferece a ferramenta BC Protege + que possibilita às pessoas informarem bancos e outras instituições do sistema financeiro que não têm interesse em abrir contas bancárias. A ferramenta também impossibilita que as pessoas sejam incluídas como responsáveis em contas de terceiros ou empresas. O serviço é gratuito e pode ser ativado ou desativado por meio do Meu BC. O BC oferece ainda o serviço Registrato, que amplia a segurança dos dados pessoais. Por meio dele, os cidadãos podem consultar dados pessoais ou de empresas que bancos e outras instituições do sistema financeiro compartilham com o Banco Central. O serviço permite ao usuário verificar dívidas, conferir suas chaves Pix cadastradas e identificar contas que não reconhece, entre outros relatórios. Caso encontre uma conta bancária falsa em seu nome, o usuário do sistema pode registrar um Boletim de Ocorrência na Polícia Civil e entrar em contato com o banco para bloquear e encerrar a conta. O acesso é realizado por meio de uma conta Gov.br nível prata ou ouro, com a verificação em duas etapas habilitada. O acesso aos relatórios de empresas pode ser feito por pessoas devidamente cadastradas na plataforma de serviços do Governo do Brasil. O sistema também pode ser acessado no Meu BC. Foto: Divulgação/Agência Brasil
CHAPECÓ AMPLIA PROJETO DESBRAVE E FORTALECE TURISMO
Município apresenta resultados do setor e anuncia novas ações para impulsionar a atividade A Prefeitura de Chapecó apresentou na manhã desta quinta-feira os resultados do desempenho da matriz econômica do turismo no município e anunciou a ampliação do projeto Desbrave Chapecó, iniciativa que busca fortalecer o setor turístico e ampliar a participação da atividade na economia local. Durante a apresentação, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Inovação destacou que Chapecó vive atualmente um dos melhores momentos do turismo, com crescimento significativo em diversos indicadores. Segundo ele, um dos dados que demonstram esse avanço é o retorno do ICMS ligado ao setor turístico. O valor saltou de R$ 5,9 milhões em 2021 para cerca de R$ 14 milhões, representando um crescimento superior a 130%, considerado o maior entre os principais municípios catarinenses. Outro indicador destacado foi a geração de empregos no segmento, que registrou crescimento aproximado de 35% nos últimos quatro anos. O número de empresas ligadas ao turismo também aumentou de forma expressiva, com avanço de cerca de 59% no período. Além disso, houve crescimento na arrecadação de ISS e no faturamento da rede hoteleira. O projeto Desbrave Chapecó foi criado em 2022 com o objetivo de organizar e promover os atrativos turísticos do município, especialmente na área rural. Agora, a proposta é ampliar a iniciativa, envolvendo novos setores ligados ao turismo. A prefeitura pretende lançar um edital de credenciamento para incluir hotéis, bares, restaurantes, empreendimentos gastronômicos, empresas de eventos e prestadores de serviços turísticos. A ideia é mapear e organizar toda a oferta turística da cidade em um portal digital, facilitando o acesso de visitantes às opções disponíveis no município. Com a plataforma, turistas que vierem à cidade para eventos ou competições poderão consultar previamente o que fazer em Chapecó, conhecer pontos turísticos e planejar melhor a estadia. A administração municipal destaca ainda que investimentos em infraestrutura, lazer, cultura e turismo esportivo, além de novos projetos como o Autódromo Internacional de Chapecó, devem contribuir para consolidar o município como destino turístico e ampliar a diversificação da economia local. Foto: Amauri Sales/Rádio Chapecó
PRONAMPE SC E JURO ZERO SÃO ALTERNATIVA PARA EMPREENDEDOR DIBLAR TAXAS ELEVADAS
Linhas de crédito com juros subsidiados pelo Governo de Santa Catarina auxiliam empresas que precisam investir A taxa básica de juros do Brasil, a Selic, segue no maior patamar dos últimos 20 anos, conforme decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) na última quarta-feira, 28. A manutenção do percentual em 15% ao ano dificulta o acesso a crédito para empresas que buscam investir e ampliar os negócios, prejudicando o desempenho econômico brasileiro. Em Santa Catarina, no entanto, programas como o Pronampe SC e o Juro Zero auxiliam o empreendedor a driblar os juros elevados. Para o governador Jorginho Mello, a alta taxa de juros é um castigo para quem produz e gera emprego. “O empresário precisa que o poder público seja parceiro e não fique criando dificuldade. Aqui em Santa Catarina nós fizemos o dever de casa e bem feito. A gente incentiva novos negócios. Passamos o estado a limpo sem aumentar impostos e investimos onde faz a diferença, o que dá segurança para quem deseja investir. É por isso que crescemos o dobro da média nacional”, afirmou. Governo de Santa Catarina investe para garantir crédito subsidiado O Governo de Santa Catarina criou e ampliou iniciativas para oferecer crédito subsidiado a empresas de pequeno, médio e grande porte. Com os programas, o empresário toma recursos com custo muito inferior ao mercado, o que incentiva o aumento da produção e a geração de empregos. O Juro Zero, por exemplo, cobre 100% dos juros para operações de crédito a Microempreendedores Individuais (MEIs). O valor é de até R$ 5 mil com possibilidade de uma segunda operação. Já o Pronampe SC cobre 40% dos encargos para operações entre R$ 20 mil e R$ 150 mil. O foco são micro e pequenos negócios. “O Governo de Santa Catarina, sob liderança do governador Jorginho Mello, tem um olhar diferenciado para o empreendedor. Ampliamos o diálogo com as entidades empresariais, simplificamos a abertura de empresas e estamos atraindo investimentos. O resultado é evidente: mais emprego e renda para o catarinense”, destaca o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços, Silvio Dreveck. Governo subsidia juros do Programa Estrada Boa Rural O Governo do Estado também cobre 100% dos juros do Programa Estrada Boa Rural. Assim, as prefeituras de Santa Catarina tomam crédito junto ao Badesc e BRDE e não pagam nada de juros durante a operação. Os recursos são aplicados em infraestrutura em parceria com o Governo do Estado com total de R$ 2,5 bilhões, sendo R$ 1,25 bilhão dos cofres estaduais e R$ 1,25 bilhão pelas prefeituras. O programa prevê a pavimentação de 2.500 km de estradas rurais em todos os 295 municípios. O objetivo é melhorar a qualidade de vida de quem vive no interior do estado e impulsionar os setores agrícola e agroindustrial. Foto: Ricardo Trida/SecomGOVSC