CASA CATARINA AVANÇA EM SC

Primeiras moradias do programa estadual devem ser entregues nos próximos meses As primeiras casas construídas pelo programa Casa Catarina, do Governo de Santa Catarina, estão em fase bastante avançada e devem ser concluídas em breve, anunciou o governador Jorginho Mello (PL-SC). A iniciativa tem como foco ampliar o acesso à moradia digna para famílias em situação de vulnerabilidade social em diversas regiões do estado.  Dados da Secretaria de Estado da Assistência Social, Mulher e Família, apontam que até o momento, 81% dos municípios, ou seja, 239 cidades catarinenses, já aderiram ao programa e outras sete estão em processo de adesão. O programa integra a política habitacional catarinense e busca reduzir o déficit de moradias, oferecendo unidades com estrutura adequada e melhores condições de vida para os beneficiados. A expectativa é de que as primeiras entregas ocorram nos próximos meses, marcando uma nova etapa na área social do estado. Com investimento inicial de R$ 654,3 milhões em recursos estaduais, a iniciativa pode beneficiar mais de 34 mil famílias dos 295 municípios catarinenses. Além das obras já em andamento, o Casa Catarina prevê a expansão para outros municípios, fortalecendo parcerias com prefeituras e acelerando investimentos em infraestrutura urbana. A proposta também movimenta a economia local, com geração de empregos no setor da construção civil. Na primeira etapa do programa, está prevista a construção de mais de 5 mil casas. O governo estadual considera o programa estratégico para garantir dignidade às famílias catarinenses e ampliar oportunidades em todas as regiões. Municípios com até 10 mil habitantes recebem 12 casas; cidades com população entre 10.001 e 20 mil habitantes têm direito a 20 unidades; aquelas entre 20.001 e 50 mil habitantes recebem 30 casas; e municípios com mais de 50 mil habitantes contam com 43 unidades. === Foto: Divulgação/SecomGOVSC

INFLAÇÃO DO ALUGUEL DESACELERA PARA 0,27% EM JANEIRO

© Paulo Pinto/Agência Brasil

Em 12 meses, índice acumula alta de 6,75% afirma Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecido como a inflação do aluguel, avançou 0,27% em janeiro, mas desacelerou em relação a dezembro, quando registrou alta de 0,94%. Com esse resultado, o índice acumula alta de 6,75% nos últimos 12 meses. Em janeiro de 2024, o IGP-M subiu 0,07%, porém ainda registrava queda acumulada de 3,32% em 12 meses. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). “Em janeiro de 2025, a inflação ao produtor desacelerou devido à queda nos preços da soja, do gado bovino e suíno. No varejo, a inflação permaneceu contida, já que a alta dos alimentos foi compensada pela redução no preço da energia. Na construção civil, no entanto, os reajustes salariais sustentaram a aceleração da inflação interanual do setor”, explica André Braz, economista do Ibre/FGV. Em janeiro, a taxa do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) desacelerou para 0,24%, registrando recuo significativo em relação ao avanço de 1,21% observado em dezembro. O grupo de Bens Finais retrocedeu para 0,79% em janeiro, após registrar alta de 0,83% em dezembro. Seguindo esse comportamento, o índice correspondente a Bens Finais, que exclui os subgrupos de alimentos in natura e combustíveis para consumo, passou de 1,20% em dezembro para 0,71% em janeiro. A taxa do grupo Bens Intermediários subiu 1,26% em janeiro, superior à do mês anterior, quando registrou taxa de 0,47%. O índice de Bens Intermediários (excluindo o subgrupo de combustíveis e lubrificantes para a produção) subiu 1,20% em janeiro, alta superior à apurada em dezembro, de 0,46%. O grupo das Matérias-Primas Brutas caiu 0,75% em janeiro, registrando uma inversão em sua taxa após subir 2,35% em dezembro. Segundo a FGV, em janeiro, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou taxa de 0,14%, apresentando ligeira aceleração em relação ao mês anterior, quando o índice subiu 0,12%. Entre as oito classes de despesa que compõem o índice, cinco apresentaram avanços nas suas taxas de variação: Saúde e Cuidados Pessoais (0,20% para 0,57%), Alimentação (1,09% para 1,31%), Vestuário (-0,11% para 0,63%), Transportes (0,30% para 0,44%) e Educação, Leitura e Recreação (-0,02% para 0,15%). Em contrapartida, os grupos Habitação (-1,08% para -1,65%), Despesas Diversas (0,85% para 0,29%) e Comunicação (0,06% para -0,03%) exibiram recuo em suas taxas de variação. Em janeiro, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou alta de 0,71%, taxa superior à observada em dezembro, de 0,51%. O grupo Materiais e Equipamentos recuou de 0,57% para 0,43%; o grupo Serviços variou de -0,25% para 0,41%; e o grupo Mão de Obra avançou de 0,53% para 1,13%. === Com informações: Agência Brasil Foto: © Paulo Pinto/Agência Brasil