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SANTA CATARINA ESTÁ ENTRE OS TRÊS ESTADOS DO PAÍS COM O MENOR PERCENTUAL DE MORADORES EM FAVELAS

Em Santa Catarina o levantamento mostra que o estado possui 161 favelas e comunidades urbanas em 24 municípios; 63 estão na região de Florianópolis, e 55 na do Vale do Itajaí

Florianópolis é a região metropolitana de capital com o menor percentual de pessoas vivendo em favelas e comunidades em todo o Brasil. O número representa cerca de 5,2% da população da região metropolitana, que inclui ainda Biguaçu, Palhoça e São José. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), num suplemento do Censo 2022.

No cenário nacional IBGE detalhou que 43,4% dos moradores de favelas estão na região Sudeste. São 7,1 milhões. No Nordeste estão 28,3% (4,6 milhões); no Norte, 20% (3,3 milhões); no Sul, 5,9% (968 mil); e no Centro-Oeste, 2,4% (392 mil). Em Santa Catarina, esse percentual é de 1,4%, terceiro menor do país depois de Goiás (1,3%) e Mato Grosso do Sul (0,6%).

Em Santa Catarina o levantamento mostra que o estado possui 161 favelas e comunidades urbanas em 24 municípios; 63 estão na região de Florianópolis, e 55 na do Vale do Itajaí.

Para a secretária de Estado da Assistência Social, Mulher e Família, Maria Helena Zimmermann, a boa colocação de Santa Catarina e da região metropolitana de Florianópolis é o reflexo do desenvolvimento de todo o estado. “Nosso estado se destaca quando o assunto é Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), quando avaliamos renda, acesso à educação e saúde de qualidade e isso reflete também no baixo número de favelas e comunidades”.

Maria Helena citou ainda que Santa Catarina iniciou novembro com mais de 10 mil vagas de trabalho através do Sistema Nacional de Emprego (Sine), o que mostra que no Estado os cidadãos têm muitas oportunidades de trabalho, o que faz com que tenham melhores condições de vida.

Ela comenta que apesar do baixo percentual em favelas o Governo do Estado trabalha para avançar nas políticas públicas e garantir que todos tenham igualdade e acesso a direitos. “Esses dados sempre devem ser avaliados pois nos ajudam a direcionar esforços para as áreas e locais onde são mais necessários”, disse.

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