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PRESSÃO INFLACIONÁRIA PODE LEVAR AO AUMENTO NO PREÇO DO FRETE

Essa afirmação consta de nota emitida pela Federação das Empresas de Transporte de Carga e Logística no Estado de Santa Catarina (Fetrancesc) e divulgada pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Carga e Logística de Chapecó (Sitran)

Os sucessivos impactos econômicos que desde o começo deste ano incidem sobre o transporte rodoviário de cargas têm como consequência inevitável o aumento do preço do frete. Essa afirmação consta de nota emitida pela Federação das Empresas de Transporte de Carga e Logística no Estado de Santa Catarina (Fetrancesc) e divulgada pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Carga e Logística de Chapecó (Sitran).

Conforme a nota, o cenário é mais desafiador ainda devido a outros fatores, como a oneração gradativa da folha de pagamento e a alta da taxa de juros. Há, ainda, o aumento da tributação sobre o diesel, os reajustes aplicados pela Petrobras e a manutenção dos preços elevados dos caminhões.

Para o presidente do Sitran, Ivalberto Tozzo, todos esses fatores que recaem sobre as empresas requerem o repasse dos custos para garantir a sustentabilidade das operações e exigem dos empresários redobrar a atenção para evitar impactos ainda mais severos nas atividades do transporte de cargas. 

De acordo com a Fetrancesc, são essenciais para preservar a competitividade e a estabilidade financeira das empresas, entre outras medidas, a adoção da gestão rigorosa dos custos e a condução de negociações dos contratos com os clientes.

A Federação das Empresas de Transporte de Carga e Logística acrescenta que “o repasse dos custos ao preço do frete impactará diretamente toda a cadeia produtiva e, consequentemente, o consumidor final, tornando produtos e serviços mais caros no mercado”.

FALTA DE MOTORISTAS

Outro aspecto destacado, além dos aumentos nos custos operacionais, compreende a escassez de motoristas para o transporte rodoviário de cargas.

Na compreensão da Fetrancesc, chancelada pelo Sitran, o envelhecimento da mão de obra e a baixa renovação de profissionais no mercado agravam o cenário e tornam maior o desafio logístico e financeiro para os transportadores de cargas.

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