Operações em Joinville, Chapecó e Blumenau reforçam a segurança nas unidades prisionais
O trabalho de fiscalização realizado pela Polícia Penal de Santa Catarina resultou em novas apreensões de materiais ilícitos dentro de unidades prisionais do estado. As ações ocorreram nos últimos dias em presídios de Joinville, Chapecó e Blumenau, reforçando as estratégias de combate à criminalidade e de manutenção da segurança no sistema prisional catarinense.
As apreensões foram realizadas durante revistas de rotina, procedimentos de monitoramento e controle de acesso, além da utilização de equipamentos tecnológicos empregados na inspeção das unidades. Entre os materiais encontrados estão aparelhos celulares, smartwatches, carregadores, cabos eletrônicos e entorpecentes.
No Presídio Regional de Joinville, foram localizados dois celulares, três relógios inteligentes e cerca de 376 gramas de substância semelhante à maconha. Já na Penitenciária Industrial de Chapecó, os policiais apreenderam um smartphone, quatro smartwatches, placas de carregadores e cabos eletrônicos. O material foi encontrado em um malote próximo à Galeria E, com indícios de que tenha sido lançado por meio de drone.
Em Blumenau, no Presídio Regional, a fiscalização resultou na apreensão de um smartphone, dois carregadores, 184 gramas de fumo e aproximadamente 54 gramas de substância análoga à maconha.
Além das apreensões realizadas nas unidades, uma visitante foi flagrada durante procedimento de controle de acesso tentando ingressar com materiais proibidos no sistema prisional. Diante da situação, ela foi encaminhada à Delegacia de Polícia para os encaminhamentos legais.
Somando todas as ocorrências registradas, a Polícia Penal retirou de circulação quatro aparelhos celulares, sete smartwatches, cerca de 430 gramas de maconha, além de carregadores, cabos e outros acessórios eletrônicos.
De acordo com a Secretaria de Estado de Justiça e Reintegração Social (Sejuri), os resultados refletem os investimentos em tecnologia, inteligência e capacitação das equipes, medidas que vêm ampliando a capacidade de identificar e interceptar materiais ilícitos antes que cheguem aos detentos. As ações também contribuem para prevenir fugas, reduzir a comunicação criminosa dentro das unidades e fortalecer o controle do sistema prisional catarinense.
Foto: Divulgação/Sejuri
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