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OPÇÕES DE LIVROS E ATIVIDADES PEDAGÓGICAS PARA CRIANÇADA NAS FÉRIAS

Pedagoga compartilha dicas de livros e brincadeiras para estimular o aprendizado e o lazer dos pequenos longe das telas

Com a chegada das férias escolares, pais e responsáveis têm o desafio de entreter as crianças sem utilizar as telas de uma forma exagerada. Sabemos que os eletrônicos apresentam um chamariz inegável, mas o uso excessivo pode acarretar alguns problemas como o atraso do desenvolvimento cognitivo, emocional e social dos mais novos.

Para Andriélen Kochem, pedagoga com ampla experiência na rede pública de ensino infantil e diretora pedagógica do Instituto Formando Leitores do Grupo LJS Educar, ocupar os filhos de maneira divertida e educativa exige um pouco mais que apenas telas. Pensando nisso, ela apresenta algumas escolhas de livros interativos e brincadeiras pedagógicas da Editora Estrela Cultural, que faz parte do mesmo grupo dos brinquedos Estrela. Essa iniciativa é feita para estimular a aprendizagem, criatividade e a diversão em família, tornando esse período mais incentivador.

Para a educação infantil, dois livros são recomendados, sendo eles o “Vai, Lobo!” de Carolina Sanches, que se torna uma experiência interativa completa ao utilizar um formato sanfonado e jogos como o Tapa Certo, que reconta quatro clássicos literários centrados no Lobo: Chapeuzinho Vermelho, Os Três Porquinhos, O Pastorzinho Mentiroso e Os Sete Cabritinhos. Além do texto, o material inclui cartas e “mãozinhas” para jogar, permitindo que as crianças participem ativamente das histórias. Para continuar estimulando a criatividade, pode ser feito uma criação de um final alternativo para a história, promovendo reflexões sobre empatia e resolução de conflitos. Perguntar à criança algo como “E se o lobo fosse um bom amigo, como seria a história?” a incentiva a recontar ou imaginar um final original.

Já o segundo livro para os mais novos é o “Jardinautas: Bichos no Ar” de Célia Hirsch, que dispõe de ciência, arte e imaginação, apresentando cinco insetos – abelha, besouro, borboleta, joaninha e vaga-lume – de uma maneira lúdica, utilizando as suas próprias características por meio de uma narrativa participativa. Além disso, pode ser realizada a criação de um teatro de bichos, onde as crianças vão poder imaginar diálogos e situações entre os personagens, encorajando a imaginação e a capacidade de contar histórias. A experiência é enriquecida com massinhas coloridas, um manual para moldar e uma placa com paisagens para brincar. Para o teatro, fazer com que a criança pergunte “O que a joaninha diria para a borboleta? E se o vaga-lume fosse visitar a abelha?” engloba o aprendizado científico com a imaginação, promovendo habilidades narrativas.

Agora para alcançar o ensino fundamental, o livro “Vamos Investigar as Emoções?” de Andrea Ferrara e Chiara Lenci oferta um ponto de vista prático e interativo, utilizado para entender as emoções usando fichas ilustrativas. Como acompanhamento do livro, o Jogo das Expressões tem o objetivo de estimular as crianças a representarem as emoções com suas expressões faciais e gestos, e assim desenvolver a empatia. Com 54 fichas sobre sentimentos básicos como alegria, raiva e medo, e 6 fichas investigativas para aprofundar o entendimento, ele oferece uma ferramenta importante para o desenvolvimento da inteligência emocional. Junto à criança, separar algumas das fichas de emoções e incentivá-las a representá-las com expressões faciais e gestos corporais enquanto os outros participantes tentam adivinhar qual é a emoção, as ensina a reconhecer e interpretar sinais não verbais.

O segundo livro para os mais velhos é o “Tá Doido! Uma Aventura Lúdica de Dom Quixote” de Rosana Rios, oferece uma adaptação moderna de Dom Quixote, carregando uma narrativa que envolve o leitor e um jogo de tabuleiro que conecta os conceitos literários ao universo lúdico, fazendo com que se divirtam com as cartas e reflitam sobre os valores humanos dentro da obra. O jogo, com cartas e peões, possibilita reflexões sobre valores humanos enquanto engaja as crianças de uma maneira prática. Durante a atividade, é explorado situações apresentadas nas cartas, por exemplo: “Dom Quixote escolheu enfrentar um moinho achando que era um gigante. Você acha que ele foi corajoso ou imprudente? Por quê?”. Essa abordagem é utilizada para estimular o pensamento crítico e a argumentação.

Essas propostas possibilitam o desenvolvimento total das crianças, pois, ao unir aprendizado e diversão, as famílias conseguem desfrutar das férias e criar momentos de desenvolvimento. As brincadeiras pedagógicas sugeridas também possuem um papel importante nesse processo, estimulando as habilidades cognitivas, emocionais e sociais , além de contribuir para um crescimento leve e divertido.

Com Informações e foto: Mengucci Imprensa e Mídia

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