CHAPECÓ É SELECIONADA PARA PESQUISA NACIONAL SOBRE DEMÊNCIA NO SUS
Município integra estudo do Ministério da Saúde que avalia protocolo para qualificar atendimento a pacientes e cuidadores Chapecó está entre as dez cidades brasileiras escolhidas para participar de uma pesquisa nacional sobre demência no Sistema Único de Saúde. O estudo integra o Projeto Relatório Nacional sobre Demência no SUS (ReNaDe), desenvolvido pelo Ministério da Saúde em parceria com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, por meio do Proadi-SUS, sob coordenação da pesquisadora Cleusa Pinheiro Ferri. Duas cidades foram selecionadas por região do país. No município catarinense, é aplicado o projeto ESCADA — Estratégias para Cuidadores em Demência — que avalia a viabilidade de adaptação de um protocolo britânico voltado à saúde mental, qualidade de vida e apoio a cuidadores familiares. A iniciativa inclui capacitação de agentes comunitários de saúde e acompanhamento de cuidadores em unidades básicas, com coleta de dados para comparação entre grupos que receberam ou não a intervenção. A previsão é concluir o estudo em 2027 e, se validado, o protocolo poderá ser expandido nacionalmente. A pesquisa busca reduzir o impacto da demência no Brasil por meio da prevenção, do diagnóstico precoce e do fortalecimento do cuidado no âmbito do Sistema Único de Saúde. Chapecó foi indicada pela Comissão Intergestores Bipartite de Santa Catarina para representar o estado. O estudo considera o envelhecimento acelerado da população brasileira, que teve crescimento de 57% no grupo acima de 65 anos entre 2010 e 2022, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, e o avanço da demência, que já atinge cerca de 1,85 milhão de pessoas no país, com projeção de aumento nas próximas décadas. Fotos: PMC
CBMSC INICIA PREPARAÇÃO PARA O ROPEDAYS 2026 E BUSCA TRICAMPEONATO EM SALVAMENTO EM ALTURA
Equipe catarinense treina em Joaçaba para disputar a maior competição de resgate técnico da América Latina, marcada para maio, em São Paulo O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina iniciou a preparação para o RopeDays 2026, considerada a maior competição de Salvamento em Altura da América Latina. O evento está programado para ocorrer entre 26 e 29 de maio de 2026, em São Paulo, e reúne equipes especializadas em resgate técnico de diferentes países do continente. A corporação catarinense chega à disputa com histórico recente de destaque. Após o vice-campeonato em 2023, o CBMSC conquistou o título nas edições de 2024 e 2025 e agora busca o tricampeonato. Os treinamentos ocorrem no 11º Batalhão de Bombeiros Militar, em Joaçaba, sob coordenação do 1º Tenente Fermiano. A equipe reúne militares de diversas regiões do estado, com foco no aperfeiçoamento de técnicas como sistemas de vantagem mecânica, resgate com macas em altura e progressão por cordas. O treinamento intensivo tem como objetivo elevar o nível técnico dos participantes e manter o padrão de excelência reconhecido internacionalmente. Além do desempenho esportivo, a preparação fortalece a qualificação operacional dos bombeiros, com reflexos diretos na qualidade do atendimento prestado à população catarinense. Foto: Divulgação/CBMSC
SAFRA DE GRÃOS 2025/26 DEVE ATINGIR 353,4 MILHÕES DE TONELADAS E MANTER RECORDE HISTÓRICO
Levantamento da Conab aponta crescimento na área plantada e destaque para soja e milho, apesar de leve queda na produtividade média A produção de grãos no Brasil na safra 2025/26 está estimada em 353,4 milhões de toneladas, conforme o 5º Levantamento divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento. O volume representa alta de 0,3% em relação ao ciclo anterior e mantém a perspectiva de novo recorde na série histórica. A área plantada deve alcançar 83,3 milhões de hectares, avanço de 1,9%, enquanto a produtividade média tende a recuar 1,5%, passando de 4.310 para 4.244 quilos por hectare. A soja lidera o crescimento, com estimativa de 178 milhões de toneladas, aumento de 6,5 milhões frente à safra passada e novo recorde para a cultura. A colheita já atinge 17,4% da área nacional. Em Mato Grosso, principal produtor, os trabalhos alcançam 46,8% da área cultivada, com rendimento próximo ao previsto. Para o milho, a projeção total é de 138,4 milhões de toneladas, queda de 1,9% no comparativo anual. A primeira safra apresenta expansão de área e produção, enquanto a segunda deve ocupar 17,9 milhões de hectares, com estimativa de 109,3 milhões de toneladas. No caso do arroz, a área cultivada deve recuar 11,6%, somando 1,6 milhão de hectares, com produção prevista em 10,9 milhões de toneladas. Mesmo com redução, o volume deve garantir o abastecimento interno. O feijão tem estimativa próxima de 3 milhões de toneladas nas três safras, com destaque para o crescimento previsto em Minas Gerais, que deve liderar a produção na primeira etapa do ciclo. Já o algodão deve ocupar cerca de 2 milhões de hectares e alcançar 3,8 milhões de toneladas de pluma. No mercado, a safra recorde de milho 2024/25 impulsionou exportações de 41,5 milhões de toneladas, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Para 2025/26, a expectativa é de novo avanço, com exportações projetadas em 46,5 milhões de toneladas e consumo interno estimado em 94,5 milhões, impulsionado principalmente pela maior utilização do cereal na produção de etanol. Os estoques de passagem devem permanecer próximos de 12 milhões de toneladas no início de 2027.
SAÚDE DE SC ALERTA PARA RISCOS DAS “CANETAS EMAGRECEDORAS” E VENDA IRREGULAR DE MEDICAMENTOS
Secretaria reforça que tirzepatida exige prescrição médica e que retatrutida não tem aprovação regulatória; quatro casos neurológicos estão sob investigação no estado A Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES-SC) emitiu alerta sobre os riscos do uso indiscriminado de medicamentos injetáveis para emagrecimento, conhecidos como “canetas”, à base de tirzepatida e retatrutida. O comunicado da Diretoria de Vigilância Sanitária ocorre diante do aumento da procura e da comercialização irregular desses produtos, inclusive fora de farmácias autorizadas e sem garantia de segurança, eficácia ou procedência. A tirzepatida tem autorização no Brasil para tratamento de diabetes tipo 2 e obesidade, mas exige prescrição e acompanhamento médico. O uso inadequado pode provocar náuseas intensas, vômitos persistentes, desidratação, hipoglicemia e pancreatite aguda, com risco de hospitalização. Em Santa Catarina, não há registro de pancreatite associada ao medicamento, porém quatro casos de eventos adversos neurológicos estão sob acompanhamento das autoridades de saúde. Já a retatrutida ainda está em fase de estudos clínicos e não possui aprovação de agências reguladoras em nenhum país. A SES reforça que esses medicamentos não são de venda livre e só podem ser adquiridos em farmácias e drogarias regularizadas, mediante receita médica. Também podem ser manipulados em farmácias autorizadas para produção de injetáveis, exclusivamente para cada paciente, sem formação de estoque para venda geral. A compra por meios online não regulamentados ou com vendedores informais é proibida e representa risco elevado de falsificação. Em janeiro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização, fabricação, importação e divulgação da tirzepatida das marcas Synedica e TG, além de todos os produtos à base de retatrutida sem registro sanitário. A medida vale para lotes produzidos desde 2020. A orientação é verificar registro, lote, validade e procedência antes da compra e desconfiar de preços muito abaixo do mercado. Casos de venda irregular ou propaganda enganosa devem ser denunciados às vigilâncias sanitárias municipais ou à Ouvidoria da Saúde de Santa Catarina, pelo telefone 0800 048 2800 ou pelo e-mail ouvidoria@saude.sc.gov.br.
AMOSC CONTRATA ENGENHEIRO CARTÓGRAFO PARA ADEQUAR MUNICÍPIOS AO CADASTRO IMOBILIÁRIO BRASILEIRO
Associação oferece suporte técnico para integração ao Sinter, exigência da reforma tributária que deve ser cumprida até 2026 A Associação dos Municípios do Oeste de Santa Catarina (AMOSC) contratou um engenheiro cartógrafo para prestar atendimento técnico exclusivo às prefeituras associadas na adequação ao Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB). A medida atende às novas exigências da reforma tributária, previstas na Lei Complementar nº 214/2025, que tornou obrigatória a integração dos cadastros municipais ao Sistema Nacional de Gestão de Informações Territoriais (Sinter). O objetivo é garantir que os municípios cumpram os prazos estabelecidos pela legislação federal. Capitais e o Distrito Federal tiveram até 31 de dezembro de 2025 para concluir a integração. Já os demais municípios brasileiros devem finalizar o processo até 31 de dezembro de 2026. O CIB funcionará como um identificador único para cada imóvel, semelhante a um “CPF” da propriedade, padronizando dados cadastrais, fiscais, jurídicos e geoespaciais em todo o país. O engenheiro cartógrafo Lucas Garcez Cabral já iniciou os trabalhos de vetorização de imóveis urbanos e capacitação técnica das equipes municipais para criação do CIB. Arvoredo e Nova Erechim foram definidos como projetos-piloto, permitindo a definição de metodologia que será aplicada nos demais municípios da região. Chapecó não necessitará do suporte, pois já realizou o processo de cadastramento. Além da adequação à legislação federal, o setor de Cartografia da AMOSC ficará responsável pela atualização permanente dos mapas cadastrais e rodoviários da associação. A integração ao Sinter deve ampliar a transparência, qualificar o planejamento urbano, melhorar a arrecadação e facilitar o compartilhamento de informações entre municípios, estados, Receita Federal e cartórios. A Receita Federal orienta que os gestores formalizem convênio para adesão ao sistema, organizem os dados cadastrais e realizem testes de integração antes da internalização do número do CIB nas bases municipais.
MINISTÉRIO DA SAÚDE INICIA VACINAÇÃO CONTRA A DENGUE PARA 52,7 MIL PROFISSIONAIS EM SANTA CATARINA
Estado já recebeu 22,8 mil doses da vacina nacional de dose única; estratégia prioriza trabalhadores da linha de frente do SUS O Ministério da Saúde iniciou a vacinação contra a dengue para profissionais da Atenção Primária à Saúde em todo o país. Em Santa Catarina, a estratégia deve contemplar 52,7 mil trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS). As primeiras 22,8 mil doses já foram enviadas ao estado, com novas remessas previstas nas próximas semanas. No Brasil, 650 mil doses foram distribuídas nesta etapa inicial, dentro de um total de 3,9 milhões adquiridas pelo governo federal. A campanha utiliza a vacina brasileira contra a dengue, desenvolvida pelo Instituto Butantan. O imunizante é tetraviral, de dose única e 100% nacional, com proteção contra os quatro sorotipos do vírus. A eficácia é de 74,7% contra casos sintomáticos em pessoas de 12 a 59 anos e de 89% contra formas graves da doença. A prioridade inicial contempla médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias e demais profissionais que atuam nas Unidades Básicas de Saúde. Além das equipes assistenciais, trabalhadores administrativos e de apoio das unidades também estão incluídos no público-alvo. A ampliação para a população geral, entre 15 e 59 anos, está prevista para o segundo semestre, conforme aumento da capacidade produtiva. O Ministério da Saúde firmou parceria internacional para transferência de tecnologia à empresa chinesa WuXi Vaccines, o que pode elevar a produção em até 30 vezes. O desenvolvimento da vacina contou com investimento de R$ 130 milhões do BNDES e integra os aportes do Novo PAC Saúde, que prevê R$ 1,3 bilhão para modernização da estrutura do Instituto Butantan. O SUS também mantém a oferta da vacina do laboratório japonês para adolescentes de 10 a 14 anos, aplicada em duas doses. Desde 2024, mais de 7,8 milhões de doses já foram aplicadas no país. Mesmo com a queda de 74% nos casos de dengue em 2025 na comparação com 2024 (de 6,5 milhões para 1,7 milhão de casos prováveis) o Ministério da Saúde reforça a importância da prevenção. O número de mortes também recuou 72%, passando de 6,3 mil para 1,7 mil óbitos. A orientação é manter as ações de eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti, além do uso de inseticidas e testes rápidos, como parte da estratégia de controle da doença. Foto: Freepik
PREFEITURA DE CHAPECÓ ENVIA À CÂMARA PROJETO “LEI CÃO ORELHA” PARA REFORÇAR COMBATE A MAUS-TRATOS
Proposta fortalece atuação do Núcleo de Atenção aos Pequenos Animais e amplia cooperação com a Polícia Civil A Prefeitura de Chapecó encaminhou à Câmara de Vereadores um projeto de lei que poderá ser denominado “Lei Cão Orelha”, caso seja aprovado. A proposta surge após repercussão de um caso recente de maus-tratos registrado em Florianópolis e tem como objetivo reforçar as ações de proteção animal no município, com foco na responsabilização criminal dos agressores. De acordo com a administração municipal, Chapecó já conta com o Núcleo de Atenção aos Pequenos Animais (NAPA), política pública criada para receber e encaminhar denúncias de maus-tratos. Desde a implantação do órgão, os casos passaram a ser direcionados para apuração formal, com registros que resultaram inclusive em prisões. O novo projeto busca garantir que todas as ocorrências tenham abertura de Boletim de Ocorrência na Polícia Civil, assegurando o tratamento adequado previsto em lei. A proposta altera os artigos 29A e 29B da Lei Complementar nº 638/2018 e estabelece de forma expressa a cooperação entre o município e os órgãos de Polícia Judiciária. O texto prevê que o NAPA atue como apoio técnico nas verificações de maus-tratos e disponibilize médico veterinário para atendimento de animais pertencentes a tutores de baixa renda. Segundo o prefeito João Rodrigues, a iniciativa fortalece a política pública de proteção animal em Chapecó e amplia os mecanismos legais para punição de crimes contra animais, consolidando a atuação integrada entre poder público e forças de segurança. Foto: PMC
ALESC APROVA PROGRAMA DE APADRINHAMENTO AFETIVO PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SC
Projeto do deputado Mário Motta cria política estadual para fortalecer vínculos de jovens em acolhimento institucional e familiar A Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) aprovou, nesta quarta-feira (11), o Projeto de Lei que institui o Programa de Apadrinhamento Afetivo de Crianças e Adolescentes no estado. A proposta, de autoria do deputado estadual Mário Motta (PSD), regulamenta a criação de vínculos afetivos e comunitários para jovens que vivem em acolhimento institucional ou familiar, com base no artigo 19-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Em Santa Catarina, cerca de 1.500 crianças e adolescentes estão em programas de acolhimento, conforme dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Muitos enfrentam baixa perspectiva de adoção ou reintegração familiar. O novo programa busca ampliar a rede de apoio a esse público por meio do apadrinhamento afetivo, modalidade voluntária que não substitui a adoção, mas oferece convivência familiar e social fora das instituições. A lei prevê que os padrinhos e madrinhas possam proporcionar momentos de convivência em finais de semana, feriados e datas comemorativas, além de contribuir para o desenvolvimento social e emocional dos jovens. O programa também tem como objetivo dar visibilidade a crianças e adolescentes que aguardam adoção ou permanecem por longos períodos em acolhimento. Terão prioridade no apadrinhamento aqueles com pais destituídos do poder familiar, com baixa chance de colocação em família substituta, com deficiência, integrantes de grupos de irmãos, próximos de completar 18 anos ou que estejam há mais tempo em acolhimento. A avaliação será feita pelas equipes técnicas responsáveis. Para participar, interessados devem procurar a Vara da Infância e Juventude, órgãos públicos ou organizações civis habilitadas. A legislação estabelece critérios como idade mínima de 18 anos, diferença mínima de 16 anos em relação ao afilhado, residência próxima à instituição e ausência de antecedentes criminais dolosos. Pessoas condenadas por crimes previstos no Código Penal, no ECA, na Lei Maria da Penha, na Lei de Crimes Hediondos ou na Lei de Tóxicos estão impedidas. Entre as responsabilidades dos padrinhos estão a oferta de apoio moral, afetivo e educacional, acompanhamento escolar, cumprimento de compromissos, participação em reuniões e oficinas e respeito às normas do programa. A proposta fortalece a política de proteção à infância e adolescência em Santa Catarina ao ampliar a participação da sociedade no cuidado e no desenvolvimento desses jovens.
DEPUTADO PADRE PEDRO DESTINA QUASE R$ 1 MILHÃO EM EMENDAS PARA MUNICÍPIOS DO OESTE DE SC
Recursos beneficiam Guatambu, Caxambu do Sul, Águas de Chapecó, Planalto Alegre e Xanxerê com investimentos em saúde, educação, mobilidade e apicultura Cinco municípios do Oeste catarinense receberam, nesta semana, quase R$ 1 milhão em emendas parlamentares destinadas pelo deputado estadual Padre Pedro Baldissera (PT). Ao todo, foram R$ 951 mil direcionados para ações nas áreas de saúde, educação, mobilidade urbana, infraestrutura comunitária e fortalecimento da apicultura. As cidades contempladas são Guatambu, Caxambu do Sul, Águas de Chapecó, Planalto Alegre e Xanxerê. Em Guatambu, o investimento de R$ 150 mil será aplicado na reforma e ampliação da Escola Municipal Francisco Corá. Caxambu do Sul recebeu R$ 400 mil, sendo R$ 250 mil para a construção de uma ciclovia na comunidade Engenho Velho e R$ 150 mil para custeio na área da saúde. Já Águas de Chapecó contará com R$ 180 mil destinados à reforma e melhorias do Centro Comunitário da Linha Saltinho do Uruguai. Planalto Alegre foi contemplado com R$ 121 mil para custeio de serviços de saúde. Em Xanxerê, a emenda de R$ 100 mil viabilizou a aquisição de quatro kits completos para produção de mel, entregues à Associação dos Produtores de Mel do Município (Apromex). Os equipamentos incluem centrífuga, mesa desoperculadora, desoperculadora elétrica, decantador e derretedor elétrico de cera, fortalecendo a cadeia produtiva da apicultura local. As entregas ocorreram em reuniões com prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, secretários municipais e lideranças partidárias em cada um dos municípios beneficiados. Segundo o parlamentar, os recursos atendem demandas locais e reforçam áreas consideradas estratégicas para o desenvolvimento regional no Oeste de Santa Catarina. Foto: Jaime Bianchi
PROGRAMA ATLETA DO FUTURO RETOMA ATIVIDADES EM CHAPECÓ COM 12 MODALIDADES GRATUITAS
Iniciativa da Secretaria de Esportes e Juventude inicia aulas em 23 de fevereiro e pretende ampliar número de alunos em 2026 O Programa Atleta do Futuro (PAF), da Secretaria de Esportes e Juventude de Chapecó (SEJU), retomou o planejamento das atividades para 2026 e inicia as aulas com os alunos no dia 23 de fevereiro. Neste ano, o projeto oferecerá 12 modalidades esportivas: Atletismo, Basquete, Futebol, Futsal, Ginástica Artística, Handebol, Hapkido, Judô, Karatê, Taekwondo, Tênis de Mesa e Voleibol. A equipe de professores organiza cronogramas e define os locais de atendimento nos diferentes polos do município. O programa começa o ano com nova coordenação. O professor Eduardo Rezer assume a função à frente do PAF, que conta atualmente com 38 professores distribuídos em 45 polos. Em 2025, cerca de 3,4 mil crianças e adolescentes, com idades entre 6 e 17 anos, participaram das atividades. A proposta é estimular a prática esportiva, promover socialização, incentivar hábitos saudáveis e formar atletas para representar Chapecó em competições como OLESC, Joguinhos Abertos e JASC. As atividades são gratuitas e as inscrições podem ser feitas diretamente com os professores nos polos onde as aulas ocorrem. As vagas permanecem abertas ao longo do ano, conforme disponibilidade. O programa utiliza estruturas públicas, como espaços das secretarias municipais e salões comunitários. Mais informações estão disponíveis pelo WhatsApp (49) 3330-8600 ou pelo Instagram @esportejuventudechapeco. Fotos: PMC