CONHECIMENTO QUE SALVA E NATUREZA QUE SUSTENTA: O SIGNIFICADO DO 17 DE ABRIL

Entenda a importância da conscientização sobre a hemofilia e como o estudo das plantas impacta a sua saúde e o seu dia a dia O dia 17 de abril marca duas frentes fundamentais de reflexão: a luta por melhores condições de vida para pacientes com distúrbios de coagulação e a celebração da ciência que estuda a riqueza vegetal do nosso planeta. Saúde: Dia Mundial da Hemofilia A hemofilia é uma condição genética rara que afeta a coagulação do sangue. O objetivo desta data é sensibilizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce e do acesso ao tratamento adequado. O que você precisa saber: Meio Ambiente: Dia Nacional da Botânica Instituída em homenagem ao botânico Carl Friedrich Philipp von Martius, a data celebra a ciência que cataloga e protege a nossa flora. A botânica não é apenas um estudo acadêmico; ela é a base da nossa sobrevivência. Para renomada botânica brasileira Ana Maria Primavesi, “A terra não é um ‘recurso’ mas um organismo vivo que possui necessidades.“ Por que a Botânica é vital? Informação e Conscientização Neste 17 de abril, o convite é para o compartilhamento de conhecimento. Seja na saúde do corpo ou na preservação do meio ambiente, a informação correta é a nossa melhor ferramenta para construir uma sociedade mais consciente e saudável. === Imaghem ilustrativa: Divulgação / IA-Gemini

CONFIANÇA DO CONSUMIDOR EM CHAPECÓ RECUA 16,59% EM ABRIL

Indicador elaborado pela Unochapecó e Observatório Pollen mostra avanço da cautela das famílias e impacto das incertezas econômicas no consumo local O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) de Chapecó registrou queda em abril de 2026. Conforme levantamento realizado pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó e pelo Observatório Pollen, o indicador passou de 88,92 pontos em março para 74,17 pontos neste mês, uma retração de 16,59%. A queda foi generalizada entre os grupos pesquisados (gênero, idade e renda), com destaque para a piora nas expectativas futuras. A pesquisa ouviu 158 participantes entre os dias 15 e 31 de março de 2026 e mede a percepção dos consumidores sobre compras, situação financeira das famílias e cenário econômico nacional, bem como expectativas de consumo. Quanto menor o índice, menor tende a ser a disposição para consumir. Análise do boletim aponta ainda que a redução da confiança pode estar ligada à manutenção da taxa básica de juros em patamar elevado,  endividamento das famílias, além do aumento das incertezas no ambiente macroeconômico e internacional. Entre os fatores citados estão as recentes tensões geopolíticas no Oriente Médio, que impactam preços do petróleo, pressionam expectativas de inflação e podem desacelerar a atividade econômica. Na prática, o recuo do ICC tende a refletir em maior cautela das famílias, impactando diretamente setores como comércio e serviços, tradicionalmente sensíveis nas decisões do consumidor. Quando há insegurança sobre renda e emprego, o adiamento de compras costuma ser uma reação imediata. O estudo é coordenado pela professora Dra. Tatiane Mattei, com participação da coordenação do curso de Ciências Econômicas, representada pela Dra. Alícia Cechin, e do Observatório Pollen, coordenado pelo Dr. Maurício Leite. Neste link você acessa a edição de abril: Acesse aqui as edições dos meses anteriores https://uno.edu.br/indice-de-confianca-do-consumidor === Foto: Site Unochapecó/Divulgação

16 DE ABRIL: DIA DE CELEBRAR A VOZ QUE RESISTE E TRANSFORMA

Dia Mundial da Voz, Dia do Sacerdócio e Dia da Lembrança do Holocausto ressaltam o poder da palavra nas mais diversas profissões O calendário de hoje, 16 de abril, vai muito além de uma simples folha que passa no livro da vida. É uma data que nos convida a refletir sobre a voz em suas múltiplas dimensões, quer seja como instrumento de propagar o bem e defender a paz, até os momentos difíceis da vida, quando o poder da voz abranda e acolhe. Em Chapecó, cidade onde a comunicação pulsa forte, entender o valor do que dizemos — e de como dizemos — nunca foi tão essencial. Dia Mundial da Voz: Sua Identidade em Som Muito mais do que apenas som, a palavra “voz” vem do latim vocatio (chamado). Hoje é o dia de lembrar que nossa voz está entre as principais ferramentas de conexão com o mundo. Dia do Sacerdócio: A Voz que Conforta No âmbito da fé, o 16 de abril celebra o Dia do Sacerdócio. Aqui, a vocação espiritual se manifesta através da palavra. O sacerdote usa sua voz como ponte para o sagrado, oferecendo conforto, orientação e esperança à sociedade. É a voz colocada a serviço do próximo, transformando o silêncio da angústia em mensagens de solidariedade. Memória do Holocausto: A Voz contra o Esquecimento Pela primeira vez sob a égide da Lei 14.938/2024, o Brasil celebra hoje o Dia Nacional da Lembrança do Holocausto. A data homenageia o diplomata Luiz Martins de Souza Dantas, que desafiou ordens para salvar milhares de vidas do regime nazista. Este dia nos ensina que a voz também é defesa e resistência: Reflexão para nosso leitor/ouvinte Seja na cabine de rádio, no altar ou nos registros da história, a voz é o que nos torna humanos. Neste 16 de abril, a Rádio Chapecó convida você a pensar: como você tem usado a sua voz? Que ela seja sempre um instrumento para construir, acolher e transformar a realidade ao seu redor.

SISTEMA FAEP CRITICA BLOQUEIO DE R$ 1,6 BI NO ORÇAMENTO DE 2026

Governo Federal tomou a medida por ter ultrapassado o limite de despesas do arcabouço fiscal O setor agropecuário, principal responsável pelo superávit nacional nos últimos anos, será novamente impactado negativamente pela decisão do governo federal de bloquear R$ 1,6 bilhão no Orçamento de 2026. Deste montante, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) teve R$ 124,1 milhões bloqueados, entrando no grupo das pastas mais afetadas. A justificativa para o bloqueio seria em função dos gastos previstos da máquina pública federal terem ultrapassado o limite de despesas do arcabouço fiscal. “Essa medida do governo federal é mais uma prova do descontrole nos gastos públicos. A situação fica ainda pior porque vai prejudicar o setor agropecuário, que segura a balança comercial há anos, e vai deixar milhares de produtores rurais desamparados”, destaca o presidente do Sistema FAEP, Ágide Eduardo Meneguette. Mais uma vez, a situação de mudanças no orçamento da União traz incertezas para o setor agropecuário. No dia 31 de dezembro de 2025, o governo federal já havia publicado a Lei 15.321, que estabelecia as diretrizes do Orçamento de 2026 (LDO 2026). Na ocasião, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou, entre outros pontos, o dispositivo que impedia o contingenciamento de despesas com a subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). Ou seja, não há garantia de recursos para a subvenção ao PSR. No mês passado, o Sistema FAEP, em conjunto com outras entidades do agronegócio paranaense, encaminhou documento solicitando R$ 670 bilhões para o Plano Safra 2026/27. Dentro deste valor, o pedido é de R$ 4 bilhões para fortalecer o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), além da implementação de uma subvenção diferenciada para culturas predominantes em cada região, como soja, milho e trigo, mais vulneráveis a eventos climáticos adversos. “Certamente, esse bloqueio vai ter reflexos no meio rural, com cortes em políticas públicas essenciais para os nossos produtores rurais. O governo federal precisa começar a levar a sério o setor agro e o seguro rural, ferramenta importante para o os agricultores, principalmente diante das recorrentes intempéries climáticas, que geram perdas significativas no meio rural”, alerta Meneguette. Voltado à representatividade e o desenvolvimento do setor agropecuário em âmbito estadual, o Sistema FAEP é composto pela Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP), pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (SENAR-PR) e pelos sindicatos rurais. O campo de atuação da FAEP é institucional, na defesa e a representação legal dos milhares de agropecuaristas em diversos setores, como o econômico, social e ambiental. === Com informações: Sistema FAEP Foto: Site FAEP/Divulgação

STF PODE DERRUBAR LEI DE SC QUE PROÍBE COTAS RACIAIS

Ministro Gilmar Mendes vota contra norma e reforça entendimento da Corte sobre ações afirmativas O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou para derrubar a LEI Nº 19.722, DE 22 DE JANEIRO DE 2026 de Santa Catarina que proibiu a adoção de cotas raciais em instituições de ensino que recebem recursos públicos estaduais. Clique aqui e acesse o decreto estadual Nº 1.372, de 23 de janeiro de 2026, qual regulamenta o art. 1º. da Lei nº 19.722, de 2026, que dispõe sobre a vedação da adoção de cotas e outras ações afirmativas pelas Instituições de Ensino Superior Públicas ou que recebam verbas públicas no âmbito do Estado de Santa Catarina. A manifestação ocorreu no julgamento virtual de ações apresentadas por partidos políticos e entidades, que questionam a constitucionalidade da norma sancionada pelo governador Jorginho Mello. A legislação catarinense permitia apenas a reserva de vagas com base em critérios sociais, econômicos ou para pessoas com deficiência, excluindo critérios raciais. ENTENDIMENTO CONSOLIDADO No voto, Gilmar Mendes foi direto ao reafirmar o posicionamento histórico do STF: políticas de cotas raciais são constitucionais. Segundo o ministro, não há dúvidas sobre a legalidade de ações afirmativas baseadas em critérios étnico-raciais, já reconhecidas pela Corte em decisões anteriores. O relator também destacou que a lei catarinense vai na contramão desse entendimento e ignora precedentes consolidados do tribunal, que reconhecem as cotas como instrumento legítimo de promoção da igualdade. FALHAS NA LEGISLAÇÃO Além do mérito, Mendes apontou problemas na própria construção da lei. De acordo com o ministro, houve falhas no processo legislativo, como ausência de debates aprofundados, estudos de impacto e participação de instituições diretamente afetadas. Ele ressaltou ainda que a interrupção de políticas públicas como as cotas exige análise prévia dos efeitos sociais — o que não teria ocorrido no caso de Santa Catarina. JULGAMENTO SEGUE O julgamento ocorre no plenário virtual do STF e segue aberto até a próxima semana. Ainda faltam os votos dos demais ministros da Corte. Antes de chegar ao Supremo, a lei já havia sido suspensa por decisão liminar da Justiça de Santa Catarina. CONTEXTO A lei estadual (19.722/2026) foi aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada em janeiro deste ano, gerando forte reação de entidades, estudantes e especialistas, que apontaram possível inconstitucionalidade e retrocesso nas políticas de inclusão. No Brasil, ações afirmativas como as cotas raciais são adotadas há mais de uma década como forma de ampliar o acesso ao ensino superior e reduzir desigualdades históricas. === Foto: © Antônio Augusto/STF / Divulgação

FORAGIDO PERIGOSO FOI PRESO PELA PM COM APOIO DE HELICÓPTERO DA PC

Homem de 31 anos já havia fugido três vezes da polícia e foi capturado após cerco por terra e ar no interior de Quilombo Chegou ao fim uma verdadeira caçada policial no Oeste catarinense. Um foragido da Justiça, considerado de alta periculosidade, foi finalmente capturado na tarde desta quinta-feira (9), no interior de Quilombo, após uma operação de grande mobilização das forças de segurança integradas pela Polícia Militar e Polícia Civil de Santa Catarina. O homem, de 31 anos, acumulava passagens por tráfico de drogas, furto, danos e ameaça — e já havia conseguido fugir da polícia em três oportunidades anteriores, desafiando as autoridades da região. Desta vez, o cenário foi diferente. Em uma ação cirúrgica, Polícia Militar e Polícia Civil montaram um cerco implacável na comunidade de Linha Salto Saudade. O apoio do helicóptero do Serviço Aero Policial de Fronteira (SAER) foi decisivo para fechar todas as rotas de fuga. O suspeito foi localizado escondido em um canteiro de obras de um futuro parque turístico. Do alto, o helicóptero monitorava cada movimento; no solo, equipes avançavam para o ponto exato. Sem chance de escapar, o homem se rendeu. A prisão coloca fim a uma sequência de tentativas frustradas de captura e reforça a atuação integrada das forças de segurança no combate à criminalidade no Oeste. O detido foi encaminhado à delegacia e agora permanece à disposição da Justiça. === Foto: Divulgação PCSC e PMSC

CHAPE FUTSAL DEFENDE 100% CONTRA O JEC NA SÉRIE OURO

Chape Futsal recebe o Joinville neste sábado em duelo de alto nível no Ginásio Plínio Arlindo De Nes Clima de decisão e promessa de casa cheia no Oeste catarinense. A Chapecoense Futsal entra em quadra neste sábado (11), às 19h, para um dos maiores testes da temporada: o confronto contra o poderoso Joinville Esporte Clube, atual campeão estadual, no Ginásio Plínio Arlindo De Nes. Invicta e com 100% de aproveitamento, a Chape chega embalada após duas grandes vitórias: 4 a 2 sobre o Criciúma Futsal fora de casa e uma goleada por 7 a 1 diante do Caçador Futsal, em Chapecó. Agora, o desafio é ainda maior: parar uma das potências do futsal brasileiro. Do outro lado, o Joinville mostrou sua força logo na estreia ao atropelar o Blumenau Futsal por 6 a 1. Um duelo que promete intensidade do início ao fim. O técnico Leonardo Schroeder não esconde a expectativa e convoca a torcida: “É jogo grande, de alto nível. A gente sabe da qualidade do adversário, mas dentro de casa somos muito fortes. O torcedor faz a diferença. Precisamos desse apoio para buscar mais uma vitória.” TORCIDA PODE SER O DIFERENCIAL A expectativa é de ginásio lotado. E não é por acaso: além do momento positivo da equipe, o confronto reúne dois dos principais times do estado. É o típico jogo que pode marcar a campanha e consolidar a liderança da Chape na Série Ouro. CORRE QUE AINDA DÁ! Os ingressos seguem à venda antecipadamente, com valores acessíveis: R$ 20,00 (1º lote), R$ 25,00 (2º lote) e R$ 10,00 (meia). Crianças até 12 anos não pagam. A orientação é garantir o ingresso antes, já que a procura é alta. PROMOÇÃO PARA VIRAR SÓCIO Quer acompanhar tudo de perto durante o ano? Ainda dá tempo de aproveitar: por R$ 300, parceláveis em até 10 vezes, o torcedor garante acesso a todos os jogos em casa e ainda leva uma camisa oficial. É MAIS QUE UM JOGO É Chapecó em quadra. É invencibilidade em jogo. É a chance de mostrar força diante de um gigante. Sábado é dia de empurrar o Verdão das Quadras. === Foto: Chape Futsal

FIESC DEFENDE MANUTENÇÃO DA “TAXA DAS BLUSINHAS”

Entidade reforça posição contra mudanças que afetem tributação de compras internacionais de baixo valor A Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC) manifestou apoio a um posicionamento nacional contrário à revisão do imposto sobre remessas internacionais de até US$ 50, medida que pode impactar diretamente o comércio eletrônico e a competitividade da indústria brasileira. De acordo com a entidade, a proposta de mudança na tributação preocupa o setor produtivo por aumentar custos e gerar distorções no mercado. O manifesto reúne diversas instituições empresariais que defendem a manutenção das regras atuais para evitar prejuízos à economia e ao consumo. A FIESC argumenta que a revisão do imposto pode encarecer produtos importados de baixo valor, frequentemente adquiridos por consumidores brasileiros em plataformas digitais. A entidade ressalta que esse tipo de operação tem crescido nos últimos anos e atende especialmente a população de menor renda. Além disso, o posicionamento destaca que eventuais mudanças precisam ser amplamente debatidas, considerando os efeitos sobre a cadeia produtiva, o comércio e a arrecadação. Para a federação, decisões precipitadas podem comprometer o equilíbrio competitivo entre empresas nacionais e estrangeiras. Outro ponto levantado é a necessidade de políticas que incentivem a indústria brasileira sem penalizar o consumidor. A entidade defende que o país avance em reformas estruturais, como a redução do chamado “Custo Brasil”, em vez de ampliar a carga tributária sobre operações internacionais. O manifesto também reforça a importância de previsibilidade regulatória para o ambiente de negócios, apontando que alterações frequentes nas regras podem afastar investimentos e dificultar o planejamento das empresas. A FIESC conclui que continuará acompanhando o tema e atuando junto a outras entidades para garantir que qualquer mudança preserve o desenvolvimento econômico e a competitividade da indústria catarinense e nacional. Confira o manifesto na íntegra === Foto: Freepik/Site Fiesc/Divulgação

VIDA PRESERVADA: SC ALCANÇA 90% DAS CIDADES SEM HOMICÍDIOS

Queda histórica da violência coloca Santa Catarina entre os locais mais seguros do Brasil Santa Catarina registrou um marco histórico na segurança pública. Em março de 2026, cerca de 90% dos municípios do estado não tiveram nenhum caso de homicídio, consolidando um cenário de forte redução da violência letal. Os dados, divulgados pelo Governo do Estado, apontam que 264 das 295 cidades catarinenses passaram o mês inteiro sem mortes violentas. O resultado reforça uma tendência já observada ao longo do primeiro trimestre de 2026. Em janeiro, foram registrados 43 casos, enquanto fevereiro teve 33 ocorrências, ambos também considerados recordes históricos de baixa violência. Flávio Graff, Secretário de Segurança Pública de Santa Catarina; Foto: Ricardo Trida / SSP-SC “O baixo índice de homicídios em território catarinense é uma conquista relevante, que evidencia o trabalho sério e competente das nossas instituições de segurança. A integração dos efetivos e dos setores de inteligência vem proporcionando ações cada vez mais assertivas, tanto na prevenção quanto na repressão de crimes”, defende Graff. Estratégia baseada em inteligência De acordo com a Secretaria de Estado da Segurança Pública, a redução dos índices não é pontual, mas fruto de uma estratégia integrada entre as forças policiais. O modelo prioriza o compartilhamento de informações e a atuação preventiva, permitindo antecipar ações criminosas. A chamada integração institucional tem sido apontada como um dos principais fatores para o avanço dos resultados, com operações mais rápidas e eficazes tanto na prevenção quanto na repressão ao crime. Interior mais seguro Outro dado que chama atenção é a distribuição dos casos. Apenas 31 municípios registraram homicídios em março, o que evidencia que a violência letal está cada vez mais concentrada e distante da realidade da maioria da população catarinense. Na prática, isso significa que, para grande parte dos moradores, o homicídio se tornou um evento raro, aproximando o estado de padrões internacionais de segurança. Desafio é manter os índices Apesar dos números positivos, o principal desafio das autoridades é manter a tendência de queda ao longo do ano. Com uma redução acumulada superior a 30% no trimestre, o estado intensifica o monitoramento e as ações de inteligência para evitar retrocessos. O cenário coloca Santa Catarina em destaque nacional, sendo apontado como referência em políticas de segurança pública baseadas em integração, tecnologia e prevenção. === Imagem: Redação Rádio Chapecó/IA Gemini

CURSO DE PORTUGUÊS PARA IMIGRANTES REFORÇA INCLUSÃO SOCIAL

Formação reúne dezenas de participantes na Unochapecó e fortalece integração por meio da educação A Universidade Comunitária da Região de Chapecó iniciou uma nova turma do curso de extensão “Português para Imigrantes e Refugiados”, voltado à inclusão social e ao fortalecimento da cidadania na região Oeste de Santa Catarina. A formação teve início no dia 24 de março e segue até agosto de 2026, com carga horária de 60 horas. Ao todo, 55 participantes integram a turma, que busca desenvolver competências linguísticas básicas e facilitar a comunicação no dia a dia. Organizado por diferentes setores da universidade, como a Diretoria de Ensino e Extensão, o Laboratório de Línguas e o projeto Unomigrações, o curso reforça o papel comunitário da instituição no atendimento às demandas sociais da região. Fotos: AGECOM/Unochapecó Além do ensino da língua portuguesa, a proposta pedagógica prioriza a prática da oralidade, o uso da linguagem em situações reais e o aprendizado contextualizado, promovendo maior autonomia dos estudantes em diferentes ambientes sociais. A iniciativa também está alinhada à Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas, especialmente ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 10, que trata da redução das desigualdades. Coordenado pelas professoras Rosane Meneguetti e Odisséia Paludo Fontana, o curso vai além do ensino formal, sendo considerado uma ferramenta de integração e pertencimento. A proposta busca abrir caminhos para novas oportunidades e contribuir com a construção de uma sociedade mais inclusiva. A ação reafirma o compromisso da universidade com o desenvolvimento regional, utilizando a educação como instrumento de transformação social e acolhimento de diferentes culturas.