GOVERNADOR JORGINHO MELLO DESTACA PARCERIA COM MUNICÍPIOS NA POSSE DA NOVA DIRETORIA DA FECAM

“Tudo acontece lá no município, a escola, a vaga, a creche, a estrada, o bueiro que entope, tudo é lá”, disse o governador Jorginho Mello O governador Jorginho Mello participou nesta sexta-feira, 31, da posse da nova diretoria da Federação de Consórcios, Associações de Municípios e Municípios de Santa Catarina (FECAM). Ele esteve acompanhado da vice-governadora Marilisa Boehm e secretários de Estado. A gestão que vai comandar o colegiado de 2025 a 2027 vai ter na presidência o prefeito de Florianópolis Topázio Neto. O governador ressaltou a importância da pareceria entre Estado e os municípios catarinenses nas pautas que geram desenvolvimento e melhoram a vida das pessoas. “A FECAM é uma entidade importantíssima neste momento. E o prefeito Topázio tem sido um prefeito muito zeloso pelo setor público, pela gestão pública. Isso é importante porque nós vamos passar por dificuldades, por exemplo, com a reforma tributária. A gente tem que ver o que o município perde, o que que não perde, o que o estado perde. É uma interrogação na cabeça de cada um de nós. Uma reforma que aumenta imposto, uma reforma que penaliza algumas categorias. A gente não sabe direito ainda como é que vai acontecer. Então, vai precisar de um trabalho muito eficiente por parte da FECAM. Eu sou municipalista por convicção. Tudo acontece lá no município, a escola, a vaga, a creche, a estrada, o bueiro que entope, tudo é lá. E o estado tem sido um grande parceiro de todos os municípios de Santa Catarina e vai continuar com esse apoio à nova direção da FECAM”, disse o governador Jorginho Mello. Para a vice-governadora, a Fecam tem uma importância estratégica, pois representa todas as cidades de Santa Catarina. “Por isso, o Governo do Estado apoia e trabalha em sintonia com a entidade. Afinal, temos a mesma preocupação e dedicação, que é o trabalho permanente em defesa dos municípios catarinenses”, pontua Marilisa Boehm. O agora presidente da FECAM, prefeito Topázio Neto, fez questão de ressaltar a importância da relação da entidade com o Governo do Estado para atender de forma eficaz todos os municípios catarinenses.“Com relação às pautas dos pequenos e médios municípios, em especial, eu quero muito ter a proximidade do governador para poder levar essas pautas, como também poder levar aquilo que o governador tem de planejamento para os pequenos e médios municípios para a FECAM, para que a gente possa fazer chegar aos prefeitos do estado inteiro. O objetivo de todo mundo é melhorar a vida das pessoas que vivem nas cidades. E eu tenho certeza que terei da parte do governador essa proximidade para que a gente possa discutir todas as pautas que são importantes para os municípios”, projeta Topázio Neto. Nova direção A nova direção da Fecam é formada pelos seguintes prefeitos:Presidente: Topázio Neto, prefeito de Florianópolis;Primeiro Vice-Presidente: Márcio Luiz Bigolin, prefeito de São Domingos;Segundo Vice-Presidente: Estener Soratto, prefeito de Tubarão;Terceira Vice-Presidente: Carmen Zanotto, prefeita de Lages;Primeiro Tesoureiro: Clemor Antônio Battisti, Prefeito de Itá.Segundo Tesoureiro: Rodrigo De Souza, prefeito de Petrolândia;Primeira Secretária: Aline Ruthes, prefeita de Major Vieira;Segundo Secretário: Eder Picoli, prefeito de Caibi;Conselheira Fiscal Titular: Gislaine Dias Da Cunha, prefeita de Sombrio;Conselheiro Fiscal Titular: Robison José Coelho, prefeito de Itajaí;Conselheiro Fiscal Titular: Vilson Sartori, prefeito de Joaçaba.Conselheira Fiscal Titular: Rosane Antunes Pires Infeld, prefeita de Zortéa;Conselheiro Fiscal Titular: Eduardo Sartor, prefeito de Morro da Fumaça;Conselheiro Fiscal Titular: Caio Cesar Treml, prefeito de Rio Negrinho;Conselheiro Fiscal Titular: André Vechi, prefeito de Brusque;Conselheiro Fiscal Suplente: Aldair Biasiolo, prefeito de Tangará;Conselheiro Fiscal Suplente: Alexandre Gomes Ribas, prefeito de Itapiranga;Conselheiro Fiscal Suplente: Agustinho Menegatti, prefeito de São Lourenço Do Oeste;Conselheiro Fiscal Suplente: Wesley Terribile, prefeito de Águas Frias;Conselheiro Fiscal Suplente: Kleberson Luciano Lima, prefeito de Curitibanos;Conselheiro Fiscal Suplente: Rovâni Delmonego, prefeito de São João do Itaperiú; O papel da FECAM A FECAM desempenha um papel estratégico para os municípios catarinenses, atuando como uma ponte entre as cidades e os demais entes públicos, como o governo estadual e federal. A entidade apoia os municípios em áreas como tecnologia, saúde, educação e assistência social, além de fortalecer associações e consórcios municipais por meio do diálogo e da cooperação. Ao longo de seus 44 anos de trajetória, a FECAM tem se destacado na articulação política e técnica, promovendo iniciativas que contribuem para a captação de recursos e o desenvolvimento sustentável das cidades. Com foco no diálogo e na união de esforços, a entidade trabalha para melhorar a qualidade de vida da população catarinense e consolidar a força do municipalismo no estado. === Com informações: Assessoria de Comunicação da FECAM Fotos: Roberto Zacarias/Secom-SC

PROPOSTA VENCEDORA DO GRAMADO SINTÉTICO DA ARENA CONDÁ TRAZ ECONOMIA DE R$ 1,8 MILHÃO PARA A PREFEITURA

“O prazo de conclusão é de 60 dias mas o prefeito João Rodrigues vai pedir para a empresa finalizar os trabalhos até a final do campeonato Catarinense”, disse Maurício Lise da Rocha, secretário de Desenvolvimento Sustentável e Obras Estruturantes de Chapecó Foi conhecida na manhã desta sexta-feira (31) a proposta vencedora para execução do gramado sintético da Arena Condá, Foi a Soccer Grass Assessoria e Empreendimentos Esportivos LTDA, no valor de R$ 3.649.000,00. O valor é R$ 1,86 milhão a menos do que o preço de referência, o que representou uma economia de 34% para a Prefeitura. De acordo com o secretário de Desenvolvimento Sustentável e Obras Estruturantes, Maurício Lise da Rocha, o processo garantiu uma redução de valores e a empresa que apresentou a melhor proposta tem já experiência em gramados sintéticos, pois já fez os campos do Allianz Parque (Palmeiras), Parque São Jorge (Corinthians) e Granja Comary (Seleção Brasileira). “Agora só aguardamos a fase de habilitação, que é a comprovação da documentação exigida no edital, verificar se vai ter recurso das outras empresas e, sendo homologada, partimos para a assinatura de contrato e ordem de serviço. O prazo de conclusão é de 60 dias mas o prefeito João Rodrigues vai pedir para a empresa finalizar os trabalhos até a final do campeonato Catarinense”, disse Maurício. A diretora de Compras, Licitações e Contratos Administrativos, Valquíria Astrigi, disse que, se não houver recursos, a empresa poderá ser homologada ainda nesta sexta-feira. Caso contrário o processo de recurso, contra-argumentação e julgamento pode levar mais uma semana. Ela, o secretário Maurício, o agente de contratação João Vitor Wildner e representantes da imprensa acompanharam o processo no setor de Compras da Prefeitura. “As oito empresas concorrentes só foram conhecidas após ter a proposta vencedora. Foram cinco participantes de São Paulo, dois do Paraná e um do Espírito Santo. O processo é totalmente on-line e transparente, podendo ser acompanhado em qualquer lugar do mundo. O importante é garantir o menor valor e também a capacidade de execução.”, disse Valquíria. Lembrando que a retirada do gramado antigo e a preparação da base para a colocação do novo gramado estão sendo realizadas pela Chapecoense, que utiliza a estrutura da Arena, que é da Prefeitura. === Foto: Divulgação ASCOM/PMC

VERÃO 2025: DESCANSO, LAZER E FELICIDADE

© Diego Bachiega/Prefeitura de Bertioga

Uma estação de férias perfeitas, onde a convivência familiar, o lazer e as oportunidades se encontram para criar momentos inesquecíveis O verão de 2025 chega com a promessa de ser o melhor momento para desacelerar, esquecer o estresse do dia a dia e simplesmente curtir a vida. Após tempos difíceis, nada melhor do que aproveitar as férias para criar lembranças inesquecíveis, respirar fundo e se permitir desfrutar dos pequenos prazeres que só a estação mais aguardada do ano pode proporcionar. É hora de colocar a correria de lado, relaxar com a família e os amigos e dar aquele merecido descanso à mente e ao corpo. A Busca pelo Descanso e a Importância de Desconectar O ritmo acelerado da vida moderna muitas vezes nos priva de aproveitar momentos simples de lazer. No verão de 2025, a tendência será exatamente o oposto: fazer uma pausa, relaxar e reconectar com o que realmente importa. Com os estresses do cotidiano e os desafios enfrentados ao longo dos últimos anos, todos precisam de um respiro, e o verão é o momento perfeito para isso. As férias são a chance ideal para descansar de compromissos e responsabilidades, seja em destinos tranquilos no campo, na praia ou até mesmo em casa, criando espaços para momentos de lazer em família e com amigos. Mais do que nunca, a desconexão das redes sociais e o afastamento das preocupações cotidianas serão vitais para o bem-estar de todos. Lazer em Família: Aproveitar Cada Momento Juntos As férias de verão devem ser um momento de união familiar, onde todos podem curtir juntos e criar memórias que durarão por toda a vida. Passeios ao ar livre, piqueniques no parque, dias de praia ou até mesmo tardes preguiçosas assistindo a filmes em casa, são opções simples, mas que trazem imenso valor à convivência familiar. É importante lembrar que os momentos mais especiais não dependem de grandes viagens ou gastos exorbitantes, mas sim da companhia das pessoas que amamos e da possibilidade de compartilhar risadas, conversas e experiências que aproximam ainda mais aqueles que se importam. O foco deve ser o lazer, a descontração e o prazer de estar ao lado de quem nos faz bem. O Verão como Refúgio para o Estresse: Tempo de Desopilar Em um mundo onde o estresse muitas vezes se torna uma constante, o verão de 2025 será o refúgio ideal para se livrar dessa pressão. Momentos ao sol, no mar ou em ambientes tranquilos têm o poder de nos fazer esquecer as preocupações e renovar as energias. Atividades ao ar livre, como caminhadas, esportes de praia ou até mesmo a prática de yoga, estarão em alta para aqueles que buscam aliviar a mente e o corpo. O importante é que cada pessoa encontre a sua forma de desopilar, seja mergulhando na água, desfrutando de uma boa leitura à sombra ou simplesmente relaxando com um bom churrasco ao lado da família. Relaxamento e Bem-Estar: Simples, Mas Essenciais O verão de 2025 será também a estação para focar no bem-estar de forma simples, mas essencial. Mais do que nunca, o desejo de “fazer nada” será valorizado, e será possível aproveitar a estação para dar atenção à saúde mental e emocional. Muitas pessoas vão buscar momentos de introspecção e relaxamento, aproveitando o tempo livre para se reconectar com suas necessidades e desejos mais profundos. Além disso, a alimentação leve e saudável, típica do verão, será um grande aliado do bem-estar. Frutas frescas, sucos naturais e refeições simples e saborosas poderão ser saboreadas sem pressa, em boa companhia, com a sensação de liberdade e prazer de saborear o momento. Conclusão: O Verão de 2025 é para Curtir a Vida O verão de 2025 será a oportunidade perfeita para esquecer o estresse e colocar a diversão e o descanso em primeiro lugar. É tempo de dar uma pausa na rotina, aproveitar os momentos com quem amamos e criar novas lembranças que trarão felicidade para os meses seguintes. Ao invés de se preocupar com as obrigações, o foco será no prazer de estar presente, aproveitar o calor do sol, a brisa do mar e o calor humano. Este verão, o objetivo é desopilar, se desconectar das preocupações e simplesmente curtir a vida em sua forma mais simples e gratificante. Quem não merece esse merecido descanso e alegria, não é mesmo? Aproveite cada instante, porque o verão de 2025 será para quem sabe curtir o agora e deixar a vida fluir. === Foto de capa: © Diego Bachiega/Prefeitura de Bertioga

ECONOMIA GAÚCHA: BOLETIM DE CONJUNTURA PROJETA EXPANSÃO EM 2025

PALÁCIO PIRATINI - Jürgen Mayrhofer - Secom-RS

Após as cheias, investimentos públicos e boas perspectivas para a agricultura devem colaborar para os resultados A economia do Rio Grande do Sul mostrou resiliência após os eventos meteorológicos extremos que atingiram o Estado em maio de 2024. Apesar da queda de 0,3% do Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre, na comparação com o trimestre anterior, a indústria e os serviços cresceram 1,1% e 2,3%, respectivamente, simbolizando a retomada da economia após o desastre. Na indústria, as atividades que apresentaram queda (eletricidade e gás e construção) foram mais que compensadas pelos aumentos na indústria extrativa mineral e, principalmente, na indústria de transformação. Nos serviços, houve expansão em todas as atividades.  A queda do PIB pode ser justificada pelo recuo de 30,6% na agropecuária, típico para o período em anos de recuperação de safra, mas as perspectivas para o setor em 2025 são positivas. A previsão é de aumento da produção agrícola, em especial arroz, milho e soja, culturas afetadas pelas enchentes em 2024.    A análise está no Boletim de Conjuntura de janeiro, documento produzido pelo Departamento de Economia e Estatística (DEE) da Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG). Divulgado nesta quinta-feira (30/1), o material, cuja autoria é dos pesquisadores Martinho Lazzari, Tomás Torezani e Liderau Marques Junior, destaca ainda o aquecimento do mercado de trabalho gaúcho. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), o número de ocupados do terceiro trimestre do ano apresentou aumento em relação ao trimestre anterior e na comparação interanual. A taxa de desocupação foi de 5,1%, a menor para um terceiro trimestre desde 2013.    “As boas perspectivas para a economia gaúcha em 2025 são sustentadas pelo esperado crescimento da agropecuária e pelos investimentos públicos e privados. Os investimentos em obras de reconstrução e proteção contra as cheias também devem contribuir significativamente”, explicou Torezani.    A análise do DEE aponta, também, para a evolução positiva do comércio após as enchentes, impulsionada pelos bens de reposição, como móveis, eletrodomésticos e materiais de construção. Quanto à produção industrial, espera-se que a fabricação de máquinas e equipamentos deixe de impactar negativamente o setor em 2025. O setor de serviços, por sua vez, deve continuar em expansão, impactado pela reabertura do Aeroporto Salgado Filho, a retomada do turismo e a manutenção dos bons resultados do mercado de trabalho.   Pontos de atenção   O Boletim de Conjuntura apresenta três fatores de risco para a economia gaúcha em 2025. O primeiro é a confirmação do fenômeno La Niña, que pode afetar as culturas de verão na agricultura. O segundo ponto é a incerteza sobre o desempenho da economia brasileira, influenciada pela alta das taxas de juros. Por fim, o terceiro fator de risco é a crescente incerteza relacionada à economia internacional.    Cenários externo e interno    Conforme os dados do DEE, as principais economias mundiais, sobretudo a China e a Área do Euro, apresentaram aceleração do PIB no terceiro trimestre de 2024, na comparação com o trimestre anterior, enquanto os Estados Unidos registraram estabilidade. Para o Fundo Monetário Internacional (FMI), o crescimento mundial deve ser de 3,2% em 2024 e de 3,3% em 2025.   O PIB brasileiro, fomentado pela demanda interna, cresceu 0,9% em relação ao trimestre anterior. Pelo lado da demanda, com exceção das exportações, houve aumento em todos os seus componentes, com destaque para os investimentos e o consumo das famílias. Pelo lado da oferta, houve aumento na indústria e nos serviços, enquanto a agropecuária apresentou queda. A perspectiva de crescimento para o PIB brasileiro em 2025 é de crescimento, embora menor que a expansão de 2024. Boletim completo === Foto: PALÁCIO PIRATINI – Jürgen Mayrhofer – Secom-RSTexto: Karine Paixão/Ascom-Gov-RS / SPGGEdição: Camila Cargnelutti/Secom-Gov-RS

TURISTAS ESTRANGEIROS GASTAM US$ 7,3 BI EM 2024, RECORDE EM 15 ANOS

Foto: © Tomaz Silva/Agência Brasil

Segundo Ministério do Turismo, tax free estimulará gastos no país Estimulados pela recuperação das viagens internacionais no pós-pandemia e pela desvalorização do real, os turistas estrangeiros gastaram US$ 7,341 bilhões no Brasil em 2024, divulgou nesta sexta-feira (24) o Banco Central (BC). O valor é o maior em 15 anos, superando inclusive os gastos de 2014, ano de Copa do Mundo no Brasil, quando os turistas de outros países gastaram US$ 6,914 bilhões. Em relação a 2023, os gastos de turistas estrangeiros no país subiram 6,28%. Há dois anos, os visitantes de outros países tinham desembolsado US$ 6,907 bilhões. O avanço pode ser explicado pelo número de turistas do exterior, que saltou 12,6% no ano passado e totalizou 6,65 milhões em 2023. Na comparação de receitas trazidas ao país, os gastos de turistas internacionais em 2024 superaram as exportações de algodão (US$ 5,154 bilhões), de aeronaves (US$ 4,4 bilhões) e de minérios de cobre (US$ 4,16 bilhões) Apenas em dezembro, os turistas estrangeiros desembolsaram US$ 721 milhões no Brasil, alta de 16% em relação ao mesmo mês de 2023, quando eles tinham deixado US$ 622 milhões no país. Segundo o Ministério do Turismo, o resultado de 2024 aproxima o Brasil das metas do Plano Nacional de Turismo, que prevê que o país chegue ao fim de 2027 com 8,1 milhões de turistas estrangeiros e US$ 8,1 bilhões em divisas por ano. Em nota, o ministro do Turismo, Celso Sabino, afirmou que o aumento da entrada de visitantes estrangeiros criará mais empregos e impulsionará a economia brasileira. “A chegada de visitantes estrangeiros ao Brasil não apenas movimenta nossa economia, mas também reafirma a força e a beleza do nosso país como um destino desejado no cenário global. Esses recursos são um reflexo do potencial do turismo em gerar empregos, fortalecer comunidades e promover desenvolvimento. Estamos prontos para receber o mundo de braços abertos, com a hospitalidade que só o Brasil sabe oferecer”, declarou o ministro. Tax free Uma das apostas do governo para elevar o número de turistas estrangeiros no país é a regulamentação da reforma tributária. Sancionada no último dia 16, a lei complementar institui o programa Tax Free, por meio do qual visitantes de outros países poderão pedir o reembolso de impostos sobre produtos comprados no Brasil e embarcados na bagagem. Esse sistema existe em diversos países, quando o valor total das mercadorias ultrapassa determinado valor. Para o ministro do Turismo, o Tax Free não apenas estimula o turismo internacional, mas fortalece a economia local. “O Brasil, o Governo Federal e o Congresso deram um grande passo para o crescimento do turismo nacional. Oferecer no Brasil o programa Tax Free para visitantes internacionais significa fortalecer a competitividade dos nossos destinos. Isso representa mais receitas entrando em nossa economia, ampliando a geração de renda e emprego”, disse Celso Sabino por meio de nota. === Com informações: Agência Brasil Foto de capa: © Tomaz Silva/Agência Brasil

BRASIL E EUA ASSINAM ACORDO PARA TROCAR INFORMAÇÕES SOBRE DEPORTADOS

Foto Arquivo / Brasília (DF) 01/11/2023 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, assina decreto para GLO em portos e aeroportos de São Paulo e Rio de Janeiro. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Objetivo é garantir segurança e tratamento digno aos brasileiros O Brasil e os Estados Unidos assinaram acordo para a troca de informações sobre deportados e operação de voos. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, a ideia é garantir segurança e tratamento digno para os brasileiros que retornam ao país. Para isso foi criado um grupo de trabalho com a Embaixada americana. A medida permite uma linha direta de comunicação e o acompanhamento em tempo real dos próximos voos. A proposta, inclusive, foi tema de reunião do presidente Lula com ministros, em Brasília, nesta semana. O governo então anunciou que vai montar um posto de acolhimento humanitário no Aeroporto de Confins, em Belo Horizonte, em Minas Gerais. Vai ajudar também os repatriados a voltar ao mercado de trabalho. As ações foram tomadas diante de irregularidades em um voo com 88 brasileiros deportados dos Estados Unidos, na última sexta-feira. O avião seguia para Belo Horizonte, em Minas Gerais, mas fez uma parada em Manaus, no Amazonas. A aeronave apresentou problemas técnicos, como mau funcionamento do ar condicionado. Os passageiros chegaram algemados e foram libertados pela Polícia Federal. Houve relatos de agressões dos agentes americanos e de falta de comida e de acesso a banheiro. Por causa disso, os repatriados seguiram em um voo da FAB até o Aeroporto de Confins, na capital mineira. === Com informações: Agência Brasil e Rádio Nacional Foto Arquivo / Brasília (DF) 01/11/2023 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, assina decreto para GLO em portos e aeroportos de São Paulo e Rio de Janeiro. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

INFLAÇÃO DO ALUGUEL DESACELERA PARA 0,27% EM JANEIRO

© Paulo Pinto/Agência Brasil

Em 12 meses, índice acumula alta de 6,75% afirma Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecido como a inflação do aluguel, avançou 0,27% em janeiro, mas desacelerou em relação a dezembro, quando registrou alta de 0,94%. Com esse resultado, o índice acumula alta de 6,75% nos últimos 12 meses. Em janeiro de 2024, o IGP-M subiu 0,07%, porém ainda registrava queda acumulada de 3,32% em 12 meses. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). “Em janeiro de 2025, a inflação ao produtor desacelerou devido à queda nos preços da soja, do gado bovino e suíno. No varejo, a inflação permaneceu contida, já que a alta dos alimentos foi compensada pela redução no preço da energia. Na construção civil, no entanto, os reajustes salariais sustentaram a aceleração da inflação interanual do setor”, explica André Braz, economista do Ibre/FGV. Em janeiro, a taxa do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) desacelerou para 0,24%, registrando recuo significativo em relação ao avanço de 1,21% observado em dezembro. O grupo de Bens Finais retrocedeu para 0,79% em janeiro, após registrar alta de 0,83% em dezembro. Seguindo esse comportamento, o índice correspondente a Bens Finais, que exclui os subgrupos de alimentos in natura e combustíveis para consumo, passou de 1,20% em dezembro para 0,71% em janeiro. A taxa do grupo Bens Intermediários subiu 1,26% em janeiro, superior à do mês anterior, quando registrou taxa de 0,47%. O índice de Bens Intermediários (excluindo o subgrupo de combustíveis e lubrificantes para a produção) subiu 1,20% em janeiro, alta superior à apurada em dezembro, de 0,46%. O grupo das Matérias-Primas Brutas caiu 0,75% em janeiro, registrando uma inversão em sua taxa após subir 2,35% em dezembro. Segundo a FGV, em janeiro, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou taxa de 0,14%, apresentando ligeira aceleração em relação ao mês anterior, quando o índice subiu 0,12%. Entre as oito classes de despesa que compõem o índice, cinco apresentaram avanços nas suas taxas de variação: Saúde e Cuidados Pessoais (0,20% para 0,57%), Alimentação (1,09% para 1,31%), Vestuário (-0,11% para 0,63%), Transportes (0,30% para 0,44%) e Educação, Leitura e Recreação (-0,02% para 0,15%). Em contrapartida, os grupos Habitação (-1,08% para -1,65%), Despesas Diversas (0,85% para 0,29%) e Comunicação (0,06% para -0,03%) exibiram recuo em suas taxas de variação. Em janeiro, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou alta de 0,71%, taxa superior à observada em dezembro, de 0,51%. O grupo Materiais e Equipamentos recuou de 0,57% para 0,43%; o grupo Serviços variou de -0,25% para 0,41%; e o grupo Mão de Obra avançou de 0,53% para 1,13%. === Com informações: Agência Brasil Foto: © Paulo Pinto/Agência Brasil

RECONSTRUÇÃO DO RS: “CHEGOU A FASE DAS GRANDES OBRAS,“ AFIRMA RUI COSTA

Foto: Wagner Lopes/CC

A restruturação das cidades gaúchas, com obras estruturantes, estará sob supervisão do recém-instalado Conselho de Monitoramento das Ações e Obras para Reconstrução do RS OGoverno Federal abre uma nova fase de apoio ao Rio Grande do Sul com obras estruturantes que darão ao estado a capacidade de enfrentar chuvas, para que a tragédia ocorrida em maio de 2024 não se repita. Nesta terça-feira (28), o ministro da Casa Civil, Rui Costa, abriu agenda no estado para fazer um balanço de ações federais em prol da reconstrução e para dar largada ao trabalho do Conselho de Monitoramento das Ações e Obras para Reconstrução do RS. Um órgão consultivo, formado por agentes federais e estaduais, responsável pela gestão de um grande volume de recursos (R$6,5 bilhões) a ser aplicado em ações estruturantes. Entre os empreendimentos prioritários estão a construção de diques para controlar a água de rios e lagos em Porto Alegre, Alvorada, Gravataí, Viamão e Cachoeirinha; a estação de bombeamento de águas pluviais em Eldorado do Sul; o sistema de dique com elevação e proteção em Canoas, Esteio, Sapucaia do Sul, Nova Santa Rita, Rolante, Novo Hamburgo, Campo Bom, São Leopoldo, Igrejinha e Três Coroas; a casa de bombas em São Leopoldo; melhorias nos sistemas de proteção com galerias de águas pluviais, canais fechados, estação de bombeamento de águas pluviais e canais abertos, beneficiando toda Região Metropolitana de Porto Alegre; entre outros projetos. “O fundo que criamos para garantir a execução dessas obras será monitorado pelo Conselho. São R$6,5 bilhões já em caixa para essas intervenções tão necessárias e todo rendimento deste fundo ficará aqui para o estado do Rio Grande do Sul. Então, essas grandes obras têm recursos garantidos. Uma vez licitada, a obra não terá risco de continuidade por ausência de recurso”, destacou o ministro Costa, que coordena o Conselho. Desapropriação com indenização por avaliação Rui Costa aproveitou a reunião de balanço de ações, que teve participação do governador Eduardo Leite e de prefeitos do estado, para tranquilizar a população gaúcha sobre a forma de indenização daqueles que possuem imóveis comerciais e/ou residenciais na área em que essas grandes obras precisarão passar. “A informação de que o teto para indenizações será em observação ao programa Minha Casa, Minha Vida é falsa”, garantiu o ministro ao explicar que todas as indenizações das desapropriações necessárias “serão conforme a norma legal”, por “avaliação do local”, explicou. Balanço da reconstrução Confira aqui a apresentação detalhada A reunião desta terça-feira permitiu que o ministro Rui Costa aprofundasse aos gestores estaduais e municipais o empenho histórico promovido pelo Governo Federal, por determinação do presidente Lula, para a reconstrução do estado. De acordo com o ministro, foram investidos R$81,4 bilhões nesse desafio, que é considerado a maior tragédia climática da história do país, “com apoio federal sem precedente”, afirmou o ministro da Casa Civil. Ele voltou ao cenário de devastação deixado pelas inundações apontando 323 municípios em estado de emergência, 95 em estado de calamidade pública, área alagada comparada a 3.5 milhões de campos de futebol, atingindo 455 mil domicílios e 75,3 mil empresas, 183 vítimas fatais, 806 feridos , 581.638 pessoas desalojadas e 81.170 pessoas em abrigos. Foi diante desse cenário que o trabalho federal ocorreu, com ações para resgate imediato, apoio às famílias, apoio às empresas, apoio ao setor público, frentes de atuação que englobam o montante de R$81,4 bilhões. “Esses recursos vieram do Orçamento da União, de liberação para o estado, municípios, de renegociação de dívidas de agricultores, alguns inclusive com dívida zerada, elencou Costa. Ele ainda destacou que “não há investimento desse volume em nenhuma tragédia que tenha acontecido na história do Brasil”. Assinatura de documentos para ações de apoio à reconstrução. Fotos: Wagner Lopes/CC Também durante a reunião, alguns documentos foram assinados dando seguimento às ações de apoio à reconstrução, como termo de cooperação para a transferência das famílias que estão em área de abrangência do perímetro de obras e irão para aluguel social enquanto a residência em definitivo não esteja endereçada; assinatura de contratos dos empreendimentos do MCMV em Porto Alegre, Canoas e Encantado; assinatura de contratos de compra assistida, entre outros. Compõem a comitiva do ministro Rui Costa, a ministra da Saúde, Nísia Trindade; o ministro em exercício da Integração e do Desenvolvimento Regional, Valder Ribeiro; e o presidente da Caixa, Carlos Vieira. Novo PAC Ainda no Rio Grande do Sul, o ministro da Casa Civil promoverá reunião com o governo do Estado para um raio-x das obras do Novo PAC em andamento no estado que são de responsabilidade estadual e, num segundo momento, uma reunião com prefeitos e prefeitas com o mesmo intuito: acelerar as ações do Novo PAC, desta vez as que são de responsabilidade municipal.

CORDILHEIRA ALTA: SAFRA DE MILHO 2024/2025 APRESENTA RESULTADOS PROMISSORES

Além das condições climáticas favoráveis, os bons resultados nas lavouras também são frutos dos investimentos dos produtores na escolha de bons híbridos, no uso de fertilizantes adequados e no manejo eficiente do solo Após vários anos de adversidades na produção agrícola, causadas por eventos climáticos desfavoráveis e pela ação de pragas, como a cigarrinha, a safra de milho 2024/2025 tem apresentado resultados excelentes para os produtores de Cordilheira Alta e região. O cereal, que em nosso município é quase totalmente destinado à alimentação de bovinos de leite e corte, demonstrou elevados índices de produtividade, tanto em matéria verde quanto em volume de grãos e amido – o principal carboidrato na dieta de ruminantes. Além das condições climáticas favoráveis, os bons resultados nas lavouras também são frutos dos investimentos dos produtores na escolha de bons híbridos, no uso de fertilizantes adequados e no manejo eficiente do solo. A colheita do milho na forma de silagem é essencial para garantir a boa produtividade dos rebanhos de bovinos, independentemente do sistema produtivo adotado. Para a produção de bovinos de leite e corte confinados, a silagem é o principal alimento ao longo do ano. Já na produção extensiva, ela é fundamental para garantir a alimentação dos animais, especialmente durante o período de vazio forrageiro. Embora a safra cheia seja motivo de celebração, ela também traz desafios, especialmente no que diz respeito à colheita, que precisa ser realizada em uma janela de tempo curta, alinhada com o ciclo de todas as lavouras. Apesar dos desafios, com planejamento detalhado, visitas às propriedades para o reconhecimento das áreas a serem colhidas, orientações técnicas sobre o ponto de corte e uma equipe de operadores comprometida, bons resultados foram alcançados, atendendo todos os produtores que solicitaram o serviço, conforme a janela de colheita de cada propriedade. Leandro Cardoso, produtor rural e morador da Linha Rodeio Bonito, destaca a importância do serviço prestado pela prefeitura: “Não adianta o tempo estar favorável se, na hora de colher, não conseguirmos fazer isso no momento certo e armazenar adequadamente. É uma alegria ter uma safra boa, cheia. Cada ano fica mais difícil produzir uma boa safra. Precisamos investir cada vez mais em solo, fertilizantes e insumos, mas este ano realmente nos surpreendeu. Desta forma, é muito importante ter o apoio da prefeitura, aí o sucesso é em conjunto”, destaca. Para o Secretário de Agricultura, Indústria e Comércio, Claudio João Possa, o êxito na colheita e no atendimento aos produtores é resultado de uma equipe unida, engajada e sempre disposta a apoiar os produtores. “Apesar das dificuldades operacionais enfrentadas, conseguimos atender a essa demanda graças ao empenho e comprometimento dos servidores, que se dedicaram plenamente à prestação de serviços e ao atendimento de qualidade aos nossos produtores”, destaca Ciente dos desafios futuros, a Secretaria da Agricultura celebra a colheita de 95% da silagem. Agora, segundo o Secretário, a equipe já está estudando maneiras de otimizar a colheita do milho nas próximas safras. O objetivo é que a boa qualidade do grão na lavoura seja refletida na qualidade da silagem fornecida aos animais, incentivando os produtores a inovarem e acompanharem a evolução do setor agropecuário. === Fotos e informações: Secretaria de Agricultura, Indústria e Comercio de Cordilheira Alta

ESTAÇÃO VERÃO: CORPO DE BOMBEIROS MILITAR REGISTRA 2.846 OCORRÊNCIAS COM ÁGUA-VIVA EM SETE DIAS E INSTRUI O QUE FAZER EM CASO DE LESÕES

Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Arquivo / SECOM

Saiba o que fazem em caso de acidente com água-viva na praia ou no mar De 21 a 27 de janeiro, o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) registrou um volume menor de ocorrências nas praias do estado, comparado ao boletim da última semana. Ao todo, foram contabilizados 136 salvamentos por afogamento, 322 crianças perdidas foram encontradas, 512 crianças formadas no Programa Golfinho, 989 mil ações de prevenção foram realizadas por guarda-vidas e 2.849 ocorrências relacionadas a águas-vivas foram registradas. Os dados da última semana podem ser acessados clicando aqui.  Ainda no período de de 21 a 27 de janeiro, o batalhão com maior índice de registros de ocorrências com águas-vivas foi o 4º BBM, com 1.603 casos, abrangendo as praias de Passo de Torres, Balneário Gaivota, Balneário Arroio do Silva e Balneário Rincão. Em seguida, o 10º BBM, que atende as praias de Palhoça e Governador Celso Ramos, registrou 517 ocorrências. O 1º BBM, responsável pelas praias de Florianópolis, contabilizou 380 casos. Comparando com os anos anteriores, no mesmo período em 2024, o 8º BBM (que atua nas praias de Laguna, Imbituba e Garopaba) liderou com 917 ocorrências, seguido pelo 4º BBM com 874 e o 1º BBM com 705. Em 2023, os registros foram: 4º BBM com 1.008, 8º BBM com 823 e 1º BBM com 785. Para entender melhor sobre estes animais marinhos, o professor Charrid Resgalla Jr., da Escola Politécnica da Univali, esclarece alguns pontos. Segundo o especialista, a atual incidência de águas-vivas em Santa Catarina pode ser considerada abaixo do normal, com base em estudos realizados ao longo de 10 anos. Espécies mais comuns em Santa Catarina Foto: Divulgação / CBMSC Água-Viva Reloginho (Olindias sambaquiensis) Essa espécie é a mais frequente no estado. É quase invisível aos banhistas, o que aumenta o risco de contato. Os casos ocorrem ao longo de todo o ano, com picos no final do inverno e na primavera/verão. A maior incidência costuma ocorrer em fevereiro e nos finais de semana, pois conforme o número de banhistas nas praias aumenta, mais ocorrências são registradas. Após o Carnaval, o índice de ocorrências diminui consideravelmente.  Chamada popularmente de “Reloginho”, costuma permanecer na zona de rebentação e é trazida pelo vento sul. “Quando esse vento persiste por um ou dois dias, há maior probabilidade de ocorrências com águas-vivas”, explica o professor Charid. Essa espécie possui dois ciclos de vida por ano, com duração de 4 a 6 meses. Caravela Portuguesa (Physalia physalis) A Caravela Portuguesa é facilmente identificável por seu flutuador azul intenso e uma vela que a auxilia no deslocamento. Embora menos comum, seu veneno é mais potente, podendo causar náuseas, vômitos e reações graves que podem exigir atendimento médico. Ela é trazida pelo vento leste, vinda do litoral do nordeste do país. Em Santa Catarina, sua maior incidência ocorre em dezembro e janeiro, não sendo registrada ao longo de todo o ano. Diferenças entre Reloginho e Caravela Portuguesa A queimadura causada pelo Reloginho provoca ardência moderada, enquanto a da Caravela é mais intensa e pode deixar marcas em linha na pele, ao contrário dos inchaços redondos provocados pelo Reloginho. Para os dois tipos de água-viva, a corrente marítima é o principal fator que influencia sua presença, independente de condições climáticas como calor ou chuva. Por que o Sul do Estado registra mais ocorrências? “O Litoral sul de Santa Catarina é menos recortado e mais exposto aos ventos, facilitando o transporte de águas-vivas para a praia. A inclinação da costa e a forma retilínea da região contribuem para os altos índices de ocorrências, diferentemente do Litoral norte, que possui uma geografia mais protegida”, esclarece o professor. O que fazer em caso de queimadura por água-viva? Dependendo da gravidade, o guarda-vidas poderá acionar uma ambulância para atendimento médico. Como são registrados os dados de águas-vivas pelo CBMSC? As ocorrências são registradas pelos guarda-vidas a cada vez que é prestado atendimento a uma vítima de queimadura por água-viva. Sendo assim, a corporação atua no socorro e na prevenção a novos casos, ao indicar o local em que alguém avistou uma água-viva colocando a bandeira lilás na praia. Estes locais sinalizados devem ser evitados.  Como prevenir? :: A seguir os dados referentes ao período de 21 a 27 de janeiro de 2025 (O número pode sofrer atualizações). === Com informações: CBMSC | Imprensa Foto de capa: Ricardo Wolffenbüttel / Arquivo / SECOM