ELIMINAÇÃO DA FILARIOSE LINFÁTICA E AÇÕES PARA HIV E HANSENÍASE

Conheça conquistas em um ano do Brasil Saudável; Política do Governo Federal busca eliminar como problemas de saúde pública, até 2030, 11 doenças e cinco infecções de transmissão vertical Lançado em fevereiro de 2024, o Brasil Saudável completa, nesta semana, um ano. Este é um esforço do governo federal para eliminar como problemas de saúde pública, até 2030, 11 doenças e 5 infecções de transmissão vertical (transmitidas para o bebê) que afetam mais ou somente pessoas em maior vulnerabilidade social. São elas: tuberculose, hanseníase, HIV, aids, malária, hepatites virais, tracoma, oncocercose, doença de Chagas, esquistossomose, geo-helmintíases, filariose linfática, sífilis, hepatite B e HTLV. A ministra da Saúde, Nísia Trindade, destaca que o Brasil foi o primeiro país a lançar um programa do tipo no mundo. “A saúde tem as tecnologias de prevenção, diagnóstico e tratamento, mas o Brasil possui questões sociais que precisam ser respondidas coletivamente. Esse é o grande diferencial do Brasil Saudável”. Em apenas um ano de Brasil Saudável, o país recebeu uma importante certificação. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o país avançou na eliminação da filariose linfática, uma doença relacionada à falta de saneamento, que ocasiona maior risco de adoecimento entre populações desassistidas. O programa também alcançou grandes avanços em 2024, como a incorporação da notificação compulsória das infecções por HTLV em gestantes e crianças, o que permite estimar o número de pessoas com o vírus no país e a quantidade de insumos necessários para controlar a infecção, além de qualificar a rede de atenção para o atendimento a essa população. Houve ainda o aumento do número de serviços de saúde com oferta de profilaxias pré e pós-exposição (PrEP e PEP) ao HIV, além do incentivo de uso da PrEP para jovens e adolescentes a partir de 15 anos, para facilitar o acesso a tecnologias de prevenção.   O Ministério da Saúde deve solicitar à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS), ainda em 2025, a certificação de país livre da transmissão vertical de HIV. O Brasil já conta com 151 municípios (acima de 100 mil habitantes), em 19 estados, com alguma certificação pela eliminação ou selo de boas práticas para HIV, sífilis e/ou hepatite B, totalizando 258 certificações municipais e dez certificações estaduais para sete estados. Há um inquérito em andamento em cinco áreas indígenas para comprovar a eliminação do tracoma em território nacional. Para apoiar pesquisas sobre doenças determinadas socialmente, o Brasil Saudável abriu duas chamadas públicas, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), com 66 projetos preliminares selecionados e um investimento de R$ 46 milhões. Uma terceira chamada pública foi aberta, em 2025, para mapear experiências exitosas no controle da tuberculose em populações privadas de liberdade. Para auxiliar financeiramente estados e municípios a realizarem suas atividades, o MS também criou uma programação orçamentária específica para o Brasil Saudável, no valor de R$ 45 milhões, além de inserir o programa na Cartilha de Emendas Parlamentares (Ploa 2025). “Todas essas ações, somadas às incorporações de novas tecnologias para prevenção, diagnóstico e tratamento, a realização de qualificações para profissionais de saúde e de vigilância, a publicação de manuais, boletins e painéis de dados atualizados, as campanhas publicitárias, os aplicativos que auxiliam no manejo clínico das pessoas e a garantia de direitos, entre outros, têm proporcionado resultados que nos deixam confiantes na eliminação dessas doenças determinadas socialmente como problemas de saúde pública até 2030”, diz Draurio Barreira, coordenador do Brasil Saudável. Foto: Ricardo Stuckert/PR Reparação Em dezembro de 2024, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e a ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, assinaram o Decreto nº 12.312, que regulamentou a pensão para vítimas da hanseníase e filhos separados devido à internação compulsória. Outra importante iniciativa da pasta é o Plano Ruas Visíveis, voltado para população em situação de rua e conta com um investimento de cerca de R$ 1 bilhão. Entre as iniciativas da área de saúde, constam o aprimoramento do atendimento em saúde; a formação de 5 mil profissionais que atuam no cuidado às pessoas em situação de rua em diferentes municípios brasileiros, Quanto à malária, 1,7 mil profissionais foram treinados e 5,2 mil pessoas foram tratadas com um novo esquema terapêutico (uso de tafenoquina e teste G6PD). O novo protocolo já foi implementado em 17 municípios e cinco Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs). Em 2025, a implementação será ampliada para outros municípios prioritários. Foto: Mré Gavião/MPI Outras conquistas do programa === Com informações: Agência Gov | Via Ministério da Saúde

TARIFA SOCIAL ALCANÇA MAIS DE R$ 6 BILHÕES EM DESCONTOS EM 2024. SAIBA COMO FUNCIONA

Programa beneficia 17,4 milhões de famílias em todo o país. Em dezembro, o desconto médio concedido por família foi de R$ 32,25 O programa Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE), que dá descontos na conta de luz, movimentou R$ 6,4 bilhões em abatimentos nas faturas de consumidores de baixa renda em 2024. O benefício alcançou 17,4 milhões de famílias em todo o Brasil. Em dezembro, o desconto médio concedido por família foi de R$ 32,25. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em parceria com as distribuidoras de energia elétrica e o Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), trabalha continuamente para ampliar o acesso ao benefício e garantir que mais famílias elegíveis sejam incluídas automaticamente no programa. Ao longo do ano de 2024, houve um acréscimo de 2% no número de famílias beneficiadas. Isso significa que mais 342 mil famílias de baixa renda passaram a usufruir do benefício da Tarifa Social, garantindo assim desconto em sua fatura de energia elétrica. O desconto automático está previsto por lei e é realizado pelo número de CPF, entretanto, existem famílias que acabam não sendo identificadas para receber o benefício por apresentarem uma ou mais das seguintes características: – Nenhum dos integrantes da família com CPF informado no Cadastro Único é titular da fatura de energia. Estima-se que algumas dessas famílias moram em regime de aluguel e o boleto de energia elétrica está no nome do proprietário ou do antigo morador; – O CPF da pessoa da família que é titular da fatura de energia elétrica está informado incorretamente no CadÚnico ou na distribuidora; – A família está com endereço desatualizado no CadÚnico; – A família possui fornecimento de energia elétrica de forma irregular no domicílio (ex. “gato”); – A família não possui energia elétrica no domicílio. Esforços Em 2024, a Aneel aprovou uma resolução que estabelece que a padronização nacional do número de identificação da unidade consumidora. Essa padronização tem, dentre outras, a finalidade de facilitar a identificação das famílias de baixa renda que ainda não são beneficiadas e cadastrá-las de forma automática para recebimento dos descontos da Tarifa Social. O que é? A Tarifa Social é um desconto na conta de luz para famílias de baixa renda, que pode chegar a até 65% para a maioria das famílias e até 100% para famílias indígenas ou quilombolas. O benefício é destinado a quem possui um consumo mensal de até 220 kilowatts/hora (kWh). No caso de famílias indígenas ou quilombolas, o desconto de 100% é aplicado para um consumo de até 50 kilowatts/hora (kWh). A Tarifa Social é custeada pela Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). A distribuidora é ressarcida na exata medida do benefício concedido. Requisitos para receber a Tarifa Social Para ter direito ao benefício da Tarifa Social, é preciso atender a um dos seguintes requisitos: – Família inscrita no Cadastro Único (CadÚnico), com renda familiar mensal per capita menor ou igual a meio salário-mínimo nacional; ou – Idosos com 65 anos ou mais ou pessoas com deficiência, que recebam o Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social – BPC; ou – Família inscrita no Cadastro Único com renda mensal de até três salários-mínimos, que tenha portador de doença ou deficiência (física, motora, auditiva, visual, intelectual e múltipla) cujo tratamento, procedimento médico ou terapêutico requeira o uso continuado de aparelhos, equipamentos ou instrumentos que, para o seu funcionamento, demandem consumo de energia elétrica. Para mais informações sobre a Tarifa Social de Energia Elétrica, CLIQUE AQUI. === Com informações: Agência Gov | Via Aneel Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

EXPOSIÇÃO NA ALESC MARCA 200 ANOS DO NASCIMENTO DE DOM PEDRO II

A Assembleia Legislativa apresenta até o dia 27 de fevereiro uma exposição que marca os 200 anos do nascimento do imperador Dom Pedro II e os 180 anos de sua passagem por Santa Catarina. A mostra apresenta cerca de 40 itens pessoais da família imperial brasileira, como medalhas, brasões, taças, talheres, pratos e outras peças originais da época. As peças são de propriedade do Colégio Catarinense, de Florianópolis, e do advogado e colecionador André Luiz Rigo, autor do livro A Mesa do Rei: A Porcelana de Dom João VI, Rei de Portugal, Brasil e Algarves. Abaixo a entrevistas com André Luiz Rigo, advogado e colecionadorr de peças de itens pessoais da família imperial brasileira. Imagem reprodução: Instituto Brasileiro de Museus // Museu Imperial === Foto de capa: D. Pedro II e a imperatriz Teresa Cristina nos jardins do Palácio em Petrópolis/RJ Com informações: Colombo de Souza Rádio AL

É FALSA A INFORMAÇÃO SOBRE ALTERAÇÕES NAS REGRAS PARA TRANSPORTE DE CRIANÇAS

Foto: Arquivo/Agência Brasil

“A última modificação do Código de Trânsito foi em 2021 e de lá pra cá não houve nenhuma mudança nas normas”, alerta o secretário Nacional de Trânsito, Adrualdo Catão Com o retorno às aulas, pais e responsáveis devem ficar atentos a falsas notícias sobre mudanças na chamada lei da cadeirinha. O Ministério dos Transportes alerta que não houve qualquer tipo de alteração nas regras para transportar crianças com menos de dez anos em carros. A Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) reforça que permanece a obrigatoriedade do uso de bebê conforto, cadeirinha, assento de elevação ou cinto de segurança de três pontos, conforme a faixa etária, altura e peso, definidos no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Além de risco à segurança da criança, o transporte inadequado é considerado uma infração gravíssima, com perda de sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A multa para quem não respeitar a lei é de R$293,47 e pode haver retenção do veículo. “Tem circulado algumas matérias falsas falando de uma suposta modificação na lei da cadeirinha, mas a última modificação do Código de Trânsito foi em 2021 e a Resolução Contran que regulamentou a esta lei também é de 2021. De lá para cá não houve nenhuma mudança nas normas. Então fique sempre atento e não caia em fake news”, alertou o secretário Nacional de Trânsito, Adrualdo Catão. *Pais e responsáveis devem ficar atentos aos limites de peso definidos pelos fabricantes dos dispositivos de transporte. === Com informações: Agência Gov | Via MTransp Foto: Arquivo/Agência Brasil

CORPO DE BOMBEIROS EMITE NOTA DETALHANDO INCÊNDIO NA CASA PAROQUIAL DA ARQUIDIOCESE

Causas do incêndio ainda serão investigadas pelas autoridades competentes Na manhã desta sexta-feira (07), um incêndio atingiu a Casa Paroquial localizada na rua Getúlio Dorneles Vargas, no município de Chapecó. O 6º Batalhão de Bombeiros Militar foi acionado às 09h15 para atender a ocorrência, mobilizando as viaturas ABTR-89, AMB-01 e ASU-470 para o combate às chamas. Ao chegar ao local, a guarnição constatou que o incêndio estava concentrado no segundo pavimento da edificação, mais especificamente no forro do imóvel, que é de alvenaria e possui dois andares. O espaço atingido era utilizado para a convivência dos padres. Antes do início do combate, foi realizada uma inspeção para avaliar os riscos e confirmar o desligamento da energia elétrica. As chamas estavam restritas ao forro, atingindo uma área aproximada de 30 metros quadrados, composta por duas camadas: uma de madeira e outra de PVC. Para conter o avanço do fogo, os bombeiros abriram pontos na estrutura e utilizaram cerca de 4.000 litros de água para extinguir o incêndio e realizar o rescaldo. Segundo o padre José Tarcizio Hentz, responsável pela edificação, vizinhos notaram a presença de fumaça saindo do telhado e o alertaram sobre a situação. Graças à rápida resposta da equipe de bombeiros, o incêndio foi controlado antes de causar danos mais graves. Felizmente, não houve vítimas. === Informações e foto: 6° Batalhão de Bombeiros Militar-SC / OBM Chapecó

INCÊNDIO EM VEÍCULO MOVIMENTA BOMBEIROS

Ainda não há informações sobre as causas do sinistro ou possíveis vítimas; o caso segue em apuração pelas autoridades competentes Na manhã desta sexta-feira, uma equipe do Segundo Batalhão de Bombeiro Militar atendeu a um incêndio em um veículo na comunidade de Linha Irajá, no município de Maravilha, Santa Catarina. A ocorrência foi registrada pouco depois das dez da manhã e mobilizou uma viatura do quartel local. Segundo informações do Centro de Operações do Corpo de Bombeiros Militar de Chapecó, a guarnição foi acionada e rapidamente se deslocou até o local. Ao chegar, confirmou-se a ocorrência e foi realizado o dimensionamento da cena. Para combater as chamas, foram utilizadas duas mangueiras de aproximadamente uma polegada e meia de diâmetro, com aplicação de água e de um líquido gerador de espuma, garantindo a extinção do fogo. Após o controle total do incêndio, os bombeiros realizaram um resfriamento cautelar do veículo para evitar que o fogo reacendesse. A situação foi completamente estabilizada e, posteriormente, ficou sob responsabilidade da Polícia Militar, que acompanhou a ocorrência. === Com informações e fotos: 12º Batalhão de Bombeiro Militar / OBM-Maravilha/SC

ALESC DEFINE E INSTALA COMISSÕES PARA ANALISAR PROJETOS EM TRAMITAÇÃO

A pedido do presidente da Alesc, tanto a indicação quanto a instalação das comissões foram realizadas de forma célere No segundo dia de atividades no Parlamento catarinense em 2025, foram instaladas na tarde desta quarta-feira (5) as 24 comissões permanentes da Assembleia, com a eleição dos respectivos presidentes e vice-presidentes para o biênio 2025-2027. As reuniões de instalação foram realizadas de forma sequencial no Plenário Deputado Osni Régis, durante suspensão da sessão ordinária. O processo de indicação dos membros e instalação das comissões foi célere, já que pelo prazo regimental, os líderes das bancadas e dos blocos parlamentares teriam o prazo de até cinco sessões ordinárias, contados a partir de quinta-feira (6), para indicarem os componentes de cada colegiado. A pedido do presidente da Alesc, tanto a indicação quanto a instalação das comissões foram realizadas ainda nesta quarta. Na retomada da sessão, o presidente da Alesc, deputado Julio Garcia (PSD), leu os atos da Presidência que oficializam as indicações dos membros das comissões e serão publicados no Diário da Assembleia. Com isso, as comissões já estão aptas a iniciarem o trabalho de apreciação dos projetos em tramitação. Confira os presidentes e vice-presidentes de cada comissão:Constituição e Justiça (CCJ)Presidente – Pepê Collaço (PP)Vice-presidente – Rodrigo Minotto (PDT) Finanças e Tributação (CFT)Presidente – Marcos Vieira (PSDB)Vice-presidente – Luciane Carminatti (PT) Trabalho, Administração e Serviço PúblicoPresidente – Ivan Naatz (PL)Vice-presidente – Paulinha (Podemos) Agricultura e Desenvolvimento RuralPresidente – Altair Silva (PP)Vice-presidente – Mauricio Eskudlark (PL) Assuntos MunicipaisPresidente – Tiago Zilli (MDB)Vice-presidente – Napoleão Bernardes (PSD) Defesa dos Direitos da Criança e do AdolescentePresidente – Rodrigo Minotto (PDT)Vice-presidente – Camilo Martins (Podemos) Direitos da Pessoa com DeficiênciaPresidente – Dr. Vicente Caropreso (PSDB)Vice-presidente – Jair Miotto (União) Direitos da Pessoa IdosaPresidente – Sérgio Motta (Republicanos)Vice-presidente – Alex Brasil (PL) Direitos Humanos e FamíliaPresidente – Junior Cardoso (PRD)Vice-presidente – Nilso Berlanda (PL) Economia, Ciência, Tecnologia e InovaçãoPresidente – Matheus Cadorin (Novo)Vice-presidente – Jair Miotto (União) Educação e CulturaPresidente – Luciane Carminatti (PT)Vice-presidente – Mário Motta (PSD) Direitos do Consumidor e do Contribuinte e de Legislação ParticipativaPresidente – Mário Motta (PSD)Vice-presidente – Fabiano da Luz (PT) Pesca e AquiculturaPresidente – José Milton Scheffer (PP)Vice-presidente – Maurício Peixer (PL) Prevenção e Combate às DrogasPresidente – Jair Miotto (União)Vice-presidente – Sérgio Motta (Republicanos) Defesa Civil e Desastres NaturaisPresidente – Sérgio Guimarães (União)Vice-presidente – Nilso Berlanda (PL) Relacionamento Institucional, das Relações Internacionais e do MercosulPresidente – Lunelli (MDB)Vice-presidente – Neodi Saretta (PT) SaúdePresidente – Neodi Saretta (PT)Vice-presidente – Dr. Vicente Caropreso (PSDB) Segurança PúblicaPresidente – Jessé Lopes (PL)Vice-presidente – Sargento Lima (PL) Transportes, Desenvolvimento Urbano e InfraestruturaPresidente – Volnei Weber (MDB)Vice-presidente – Sérgio Guimarães (União) TurismoPresidente – Carlos Humberto (PL)Vice-presidente – Napoleão Bernardes (PSD) Esportes e LazerPresidente – Camilo Martins (Podemos)Vice-presidente – Mário Motta (PSD) Proteção, Defesa e Bem-Estar AnimalPresidente – Marcius Machado (PL)Vice-presidente – Sérgio Guimarães (União) Meio Ambiente e Desenvolvimento SustentávelPresidente – Marquito (Psol)Vice-presidente – Volnei Weber (MDB) Ética e Decoro ParlamentarPresidente – Paulinha (Podemos)Vice-presidente – Napoleão Bernardes (PSD) Confira a composição das comissões permanentes da Alesc:Constituição e Justiça (CCJ)Pepê Collaço (PP)Rodrigo Minotto (PDT)Alex Brasil (PL)Marcius Machado (PL)Matheus Cadorin (Novo)Mauro de Nadal (MDB)Napoleão Bernardes (PSD)Volnei Weber (MDB)Fabiano da Luz (PT) Finanças e TributaçãoMarcos Vieira (PSDB)Luciane Carminatti (PT)Lunelli (MDB)Camilo Martins (Podemos)Jair Miotto (União)Jessé Lopes (PL)Mário Motta (PSD)Sargento Lima (PL)José Milton Scheffer (PP) Trabalho, Administração e Serviço PúblicoIvan Naatz (PL)Paulinha (Podemos)Dr. Vicente Caropreso (PSDB)Luciane Carminatti (PT)Mário Motta (PSD)Maurício Peixer (PL)Rodrigo Minotto (PDT)Sérgio Guimarães (União)Tiago Zilli (MDB) Agricultura e Desenvolvimento RuralAltair Silva (PP)Mauricio Eskudlark (PL)Camilo Martins (Podemos)Mário Motta (PSD)Mauro de Nadal (MDB)Marquito (Psol)Nilso Berlanda (PL) Assuntos MunicipaisTiago Zilli (MDB)Napoleão Bernardes (PSD)Ivan Naatz (PL)Marquito (Psol)Matheus Cadorin (Novo)Nilso Berlanda (PL)Rodrigo Minotto (PDT) Defesa dos Direitos da Criança e do AdolescenteRodrigo Minotto (PDT)Camilo Martins (Podemos)Carlos Humberto (PL)Émerson Stein (MDB)Junior Cardoso (PRD)Maurício Peixer (PL)Neodi Saretta (PT) Direito das Pessoas com DeficiênciaDr. Vicente Caropreso (PSDB)Jair Miotto (União)Camilo Martins (Podemos)Ivan Naatz (PL)José Milton Scheffer (PP)Luciane Carminatti (PT)Sargento Lima (PL) Direitos da Pessoa IdosaSergio Motta (Republicanos)Alex Brasil (PL)Altair Silva (PP)Émerson Stein (MDB)Junior Cardoso (PRD)Maurício Peixer (PL)Neodi Saretta (PT) Direitos Humanos e FamíliaJunior Cardoso (PRD)Nilso Berlanda (PL)Jessé Lopes (PL)Marquito (Psol)Mauro de Nadal (MDB)Pepê Collaço (PP)Sergio Motta (Republicanos) Economia, Ciência, Tecnologia e InovaçãoMatheus Cadorin (Novo)Jair Miotto (União)Carlos Humberto (PL)Fabiano da Luz (PT)Nilso Berlanda (PL)Pepê Collaço (PP)Tiago Zilli (MDB) Educação e CulturaLuciane Carminatti (PT)Mário Motta (PSD)Alex Brasil (PL)Camilo Martins (Podemos)Ivan Naatz (PL)Marcos Vieira (PSDB)Rodrigo Minotto (PDT) Direitos do Consumidor e do Contribuinte e de Legislação ParticipativaMario Motta (PSD)Fabiano da Luz (PT)Alex Brasil (PL)Marcius Machado (PL)Rodrigo Minotto (PDT)Sergio Motta (Republicanos)Volnei Weber (MDB) Pesca e AquiculturaJosé Milton Scheffer (PP)Maurício Peixer (PL)Émerson Stein (MDB)Junior Cardoso (PRD)Marquito (Psol)Paulinha (Podemos)Sargento Lima (PL) Prevenção e Combate às DrogasJair Miotto (União)Sergio Motta (Republicanos)Lunelli (MDB)José Milton Scheffer (PP)Marcius Machado (PL)Marquito (Psol)Sargento Lima (PL) Defesa Civil e Desastre NaturaisSérgio Guimarães (União)Nilso Berlanda (PL)Altair Silva (PP)Émerson Stein (MDB)Marquito (Psol)Matheus Cadorin (Novo)Mauricio Eskudlark (PL) Relacionamento Institucional, das Relações Internacionais e do MercosulLunelli (MDB)Neodi Saretta (PT)Alex Brasil (PL)Junior Cardoso (PRD)Matheus Cadorin (Novo)Rodrigo Minotto (PDT)Sargento Lima (PL) SaúdeNeodi Saretta (PT)Dr. Vicente Caropreso (PSDB)José Milton Scheffer (PP)Junior Cardoso (PRD)Maurício Peixer (PL)Mauricio Eskudlark (PL)Paulinha (Podemos) Segurança PúblicaJessé Lopes (PL)Sargento Lima (PL)Fabiano da Luz (PT)Jair Miotto (União)Paulinha (Podemos)Pepê Collaço (PP)Tiago Zilli (MDB) Transportes, Desenvolvimento Urbano e InfraestruturaVolnei Weber (MDB)Sérgio Guimarães (União)Altair Silva (PP)Camilo Martins (Podemos)Luciane Carminatti (PT)Maurício Peixer (PL)Mauricio Eskudlark (PL) TurismoCarlos Humberto (PL)Napoleão Bernardes (PSD)Dr. Vicente Caropreso (PSDB)Marcius Machado (PL)Marquito (Psol)Paulinha (Podemos)Rodrigo Minotto (PDT) Esportes e LazerCamilo Martins (Podemos)Mário Motta (PSD)Carlos Humberto (PL)Marcius Machado (PL)Marquito (Psol)Mauro de Nadal (MDB)Rodrigo Minotto (PDT) Proteção, Defesa e Bem-Estar AnimalMarcius Machado (PL)Sérgio Guimarães (União)Altair Silva (PP)Lunelli (MDB)Fabiano da Luz (PT)Sargento Lima (PL)Sérgio Motta (Republicanos) Meio Ambiente e Desenvolvimento SustentávelMarquito (Psol)Volnei Weber (MDB)Altair Silva (PP)Carlos Humberto (PL)Ivan Naatz (PL)Matheus Cadorin (Novo)Napoleão Bernardes (PSD) Ética e Decoro ParlamentarPaulinha (Podemos)Napoleão Bernardes (PSD)Carlos Humberto (PL)Fabiano da Luz (PT)Sargento Lima (PL)Marcos Vieira (PSDB)Pepê Collaço (PP)Sérgio Guimarães (União)Tiago Zilli (MDB) === Com informações: Agência AL Foto: Rodolfo Espínola/Agência AL

SECRETARIA DA SAÚDE E MUNICÍPIOS VÃO AMPLIAR FAIXA ETÁRIA DE VACINAÇÃO CONTRA A DENGUE EM SANTA CATARINA

Novo público é na faixa de 15 e 16 anos; cada município deverá definir como será a ampliação da vacinação, considerando quantitativo de doses disponíveis e garantia de doses para conclusão do esquema vacinal Com o objetivo de aumentar a cobertura da imunização contra a dengue em Santa Catarina, a Secretaria de Estado da Saúde e as Secretarias Municipais de Saúde definiram a ampliação da idade da vacinação contra a doença. A decisão foi pactuada nesta quinta-feira, 6, na primeira reunião do ano da Comissão Intergestores Bipartite (CIB). Ficou definido que os municípios que já aplicam a vacina contra a dengue em adolescentes de 10 a 14 anos, podem ampliar o público para os adolescentes de 15 e 16 anos. “Essa é mais uma ação da Secretaria da Saúde juntamente com os municípios, de combate a dengue, a vacinação contra a doença está baixa e nós queremos imunizar o máximo de pessoas que pudermos ainda no verão. Nosso objetivo é um só: salvar vidas”, ressalta o secretário de Estado da Saúde, Diogo Demarchi. Cada município deverá definir como será a ampliação da vacinação, levando em consideração o quantitativo de doses disponíveis e a necessidade de garantir doses suficientes para a conclusão do esquema vacinal. Atualmente as regiões Nordeste, Vale do Itapocu, Grande Florianópolis, Médio Vale do Itajaí e Oeste que totalizam 76 municípios possuem vacinas contra a dengue. A SES solicitou em 2024 ao Ministério da Saúde a ampliação das vacinas para os municípios das regiões da Foz do Rio Itajaí, Extremo Oeste e Xanxerê. Atualmente os índices vacinais contra a dengue estão em 43,95% com a primeira dose e 20,65% com a segunda dose. O superintende de Vigilância em Saúde da SES, Fábio Gaudenzi, esclarece que os municípios já podem ampliar o grupo alvo. Importante destacar que é preciso manter a reserva para a segunda dose, já que para que a vacina contra a dengue seja eficaz é necessário a aplicação em duas doses com um intervalo de 90 dias. === Com informações: Assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Saúde/SC Foto: Silviane Mannrich/ SES-SC

INCÊNDIO NA CASA PAROQUIAL DA ARQUIDIOCESE DE CHAPECÓ

Lamentável fato está sendo atendido pelo Corpo de Bombeiros Militar Por volta das 09h30 desta manhã o centro de Chapecó foi surpreendido por trágico incêndio na Casa Paroquial, ao lado da Catedral da Igreja Católica. De acordo com declarações do Padre José, recentemente empossado como Pároco, o incêndio teria iniciado no pavimento superior, onde está a residêncial dos padres. Nossa equipe de reportagem acompanha o desenrolar dos fatos e traz todas informações pela 100.1FM. O repórter Mateus Frozza, que está no local. Imagens: Duan Silva/Corpo de Bombeiros Militar SC Relato do Padre José aponta que o incêndio no prédio histórico foi rapidamente controlado pelo Corpo de Bombeiros, não há feridos, e todo acervo documental na secretaria paroquial está preservado. O evento da instalação da Arquidiocese de Chapecó, com posse do Arcebispo Dom Odelir José Magri está mantido e não sofrerá alterações. === Foto e vídeo Bombeiro Militar Duan Silva

PUBLICAÇÃO ORIENTA SOBRE MANEJO DE FORMIGAS CORTADEIRAS

Foto: Reprodução / Embrapa

Formigas cortam as plantas e levam pedaços para seus ninhos As formigas cortadeiras são as pragas mais importantes para a maioria das plantas cultivadas. Elas estão disseminadas por todo o Brasil, seu ataque é voraz e se dá durante o ano todo. Preocupadas com essa questão, a Epagri e a Embrapa elaboraram o boletim didático Manejo de formigas cortadeiras, disponível para download gratuito aqui. As formigas cortam folhas, flores e frutos das plantas e levam os pedaços para dentro de seus ninhos. Elas podem causar grandes danos às culturas agrícolas e florestais, trazendo prejuízos ao país. Ocorrem apenas no continente americano, desde o sul dos Estados Unidos até o sul da Argentina. No Brasil são encontrados dois principais gêneros, conhecidos popularmente como saúvas e quenquéns. Esses insetos são capazes de desfolhar tanto plantas de folhas largas (citros e eucalipto) como as de folhas estreitas (pastagem, cana-de-açúcar). As perdas no volume de madeira de plantas de eucalipto e pinus desfolhadas por formigas cortadeiras podem chegar a 40%. Quando as plantas são novas, os prejuízos podem chegar a 100%, pois árvores novas morrem após sucessivos cortes. Em pastagens, dez colônias de saúva parda por hectare consomem aproximadamente 52,5kg de capim por dia. Dentre as formas de controle disponíveis para o manejo de formigas cortadeiras, pode-se citar o controle cultural, mecânico, físico e químico. As saúvas fazem ninhos subterrâneos com milhares de câmaras, exigindo um manejo diferente das quenquéns. A aplicação de iscas formicidas representam o meio mais empregado no combate a estas pragas. Meios alternativos como o uso de cones invertidos no tronco de árvores frutíferas ou filete de gel repelente para pombos podem ser eficazes, no caso de pequenas áreas de plantio. === Foto: Reprodução / Embrapa Com informações: ACOM | Epagri