INFLAÇÃO TEM ALTA DE 0,25% EM DEZEMBRO E FECHA 2025 EM 4,41%

O impacto mais expressivo é Habitação, com alta de 6,69%, sendo também o maior impacto no índice anual O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) registrou alta de 0,25% em dezembro e encerrou 2025 com variação acumulada de 4,41%, segundo dados divulgados pelo IBGE. Em 2024, o índice havia fechado em 4,71%. O principal impacto do mês veio do grupo Transportes, que teve alta de 0,69% e contribuição de 0,14 ponto percentual no índice. O destaque foi a passagem aérea, com aumento de 12,71%, seguida pelo transporte por aplicativo (9,0%) e pelos combustíveis, que subiram 0,26%. Outros grupos que pressionaram o índice em dezembro foram Vestuário (0,69%) e Despesas Pessoais (0,46%). Já o grupo Artigos de Residência apresentou queda de 0,64%, puxada pela redução nos preços de eletrodomésticos e eletrônicos. O grupo Alimentação e Bebidas, de maior peso no índice, teve variação moderada de 0,13%. A alimentação no domicílio caiu pelo sétimo mês consecutivo, com destaque para a redução nos preços do tomate, arroz e leite. Em contrapartida, carnes e frutas ficaram mais caras. Habitação lidera inflação em 2025 No acumulado do ano, o grupo Habitação apresentou a maior alta, com 6,69%, sendo também o maior impacto no índice anual. O principal responsável foi a energia elétrica residencial, que acumulou alta de 11,95% em 2025. Entre as regiões pesquisadas, Porto Alegre teve a maior variação em dezembro (0,50%), enquanto Belém registrou queda (-0,35%). No acumulado do ano, os maiores índices foram observados em São Paulo (4,94%), Porto Alegre (4,87%) e Brasília (4,61%). O IPCA-15 mede a inflação para famílias com renda de 1 a 40 salários mínimos. A próxima divulgação, referente a janeiro de 2026, está prevista para o dia 27.

IBGE É AUTORIZADO A CONTRATAR MAIS DE 39 MIL PESSOAS PARA PRÓXIMOS CENSOS

Foto: Magno Lopes/IBGE

Contratados trabalharão no Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola e no Censo Nacional da População em Situação de Rua; Foto: Magno Lopes/IBGE O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foi autorizado a contratar temporariamente 39.108 pessoas para atuar na realização do próximo Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola e do primeiro Censo Nacional da População em Situação de Rua. A autorização foi publicada nesta quarta-feira (17/12), em portaria conjunta dos ministérios da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos e do Planejamento e Orçamento. As contratações têm como objetivo viabilizar a operacionalização dos levantamentos censitários. As atividades envolvem desde o planejamento técnico até a coleta, supervisão e processamento das informações em todo o território nacional. O presidente do IBGE, Marcio Pochmann, comentou a autorização para realização do processo seletivo simplificado. “O governo do presidente Lula autorizou a realização do processo seletivo simplificado com cerca de 39.108 vagas temporárias para reforçar a força de trabalho do IBGE na execução de dois levantamentos censitários essenciais: o Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola 2025 e o Censo da População em Situação de Rua”, explicou. E complementou Pochmann: “A maior parte dessas vagas será destinada à função de recenseador, responsável pela coleta de dados em campo, refletindo a dimensão e a importância estratégica de mapear tanto o setor agropecuário quanto a realidade das pessoas em situação de rua no país. Esses censos são fundamentais para fornecer informações atualizadas que subsidiam políticas públicas nas áreas rurais, ambiental e de assistência social, incluindo estratégias de enfrentamento à situação de rua”. Segundo a diretora-executiva do IBGE, Flávia Vinhaes, a autorização dos ministérios é um pontapé inicial para a realização das pesquisas. “Com as contratações, caminhamos para o cumprimento do plano de trabalho proposto no início da gestão”, disse Flávia. A contratação da banca responsável pelo processo seletivo simplificado está em andamento e o edital será publicado em até seis meses, contados a partir da publicação do ato normativo. Os contratos serão firmados nos termos da Lei nº 8.745, de 1993, com remuneração definida segundo os critérios legais relacionados à relevância e à complexidade das funções. De acordo com o coordenador de Recursos Humanos do IBGE, Bruno Malheiros, a autorização para um novo processo seletivo simplificado marca um avanço no projeto estruturante do Instituto. “A contratação de quase 40 mil pessoas permitirá a organização da força de trabalho necessária para a execução das atividades de campo, assegurando a cobertura, a qualidade técnica e o cumprimento dos cronogramas dos levantamentos”, afirmou Malheiros. Distribuição de vagas Atividades  Função  Quantidade  Apoio Técnico Especializado  Analista Censitário  1.020  Coleta de Dados  Recenseador  27.330  Supervisão de Coleta  Agente Censitário Supervisor  4.143  Administração do Posto de Coleta  Agente Operacional Regional  1.286  Administração da Supervisão de Coleta  Agente Censitário Regional  1.286  Apoio Administrativo  Agente Censitário Administrativo  1.432  Apoio de Informática  Agente Censitário de Informática  1.446  Supervisão de Qualidade  Agente Censitário de Qualidade  1.165  TOTAL    39.108  === Com informações: Coordenação de Comunicação Social/IBGE

DETRAN/SC E CIASC ALINHAM ENTREGAS ESTRATÉGICAS PARA MODERNIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE TRÂNSITO NO ESTADO

As novidades estão previstas para serem implementadas a partir do início do próximo ano Representantes do Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina (CIASC) e o Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN/SC) realizaram uma reunião estratégica, nesta semana, para alinhar a finalização e o cronograma de entrega de duas soluções tecnológicas que visam modernizar e otimizar os serviços de trânsito em Santa Catarina. As iniciativas, que estão em fase final de desenvolvimento pelo CIASC, incluem a modernização do sistema DetranNet e um novo sistema para processos de penalidade. As novidades estão previstas para serem implementadas a partir do início do próximo ano, trazendo mais eficiência e transparência para condutores e para a gestão estadual. A reunião contou com a presença do diretor-presidente do CIASC, Gustavo Madeira da Silveira, e da diretora de Tecnologia da Informação do CIASC, Cristina Orthmann da Silva, que se encontraram com a equipe do DETRAN/SC para detalhar as entregas. O encontro foi fundamental para definir os próximos passos, incluindo a seleção dos municípios que receberão as melhorias do DetranNet primeiramente, baseada nos convênios de trânsito estabelecidos com o DETRAN/SC. A modernização do DetranNet tornará consultas, agendamentos e solicitações mais rápidas e eficientes para o cidadão catarinense. O presidente do CIASC, Gustavo Madeira da Silveira, avalia positivamente o resultado da parceria. “A reunião com o DETRAN/SC foi extremamente exitosa para o alinhamento de duas importantes entregas que o CIASC está finalizando. O sucesso desse encontro nos permitiu definir os municípios prioritários para receberem, já no início do ano que vem, a primeira melhoria no sistema DetranNet, que otimizará os serviços de trânsito,” afirma.  Ele destaca, ainda, que um novo sistema de processos de penalidade está praticamente pronto, necessitando apenas de ajustes finais solicitados pelo cliente. “Temos também um segundo desenvolvimento significativo, quase concluído, focado na melhoria dos processos de penalidade. Ambas as entregas, que serão implementadas a partir de um cronograma definido, são fruto da nossa parceria e irão melhorar muito a gestão e os serviços de trânsito para os usuários em Santa Catarina,” conclui. === Com informações: ASCOM CIASC

AUTOPROPELIDOS E CICLOMOTORES: ATENÇÃO PARA REGRAS A PARTIR DE 2026

Resolução nº 996/2023 do Contran encerra período de adaptação e define quais veículos elétricos seguem isentos de CNH e emplacamento e quais passam a exigir documentação obrigatória Dia 1º de janeiro de 2026 entram em vigor em todo território nacional regras que regulamentam circulação de veículos elétricos individuais, como patinetes, scooters, monociclos e equipamentos similares. A mudança atinge diretamente usuários de Chapecó e região, onde esse tipo de transporte vem ganhando espaço nos últimos anos. As determinações estão previstas na Resolução nº 996/2023 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que encerrou o prazo de adaptação para veículos que não se enquadram como autopropelidos e passam a ser classificados como ciclomotores. Os ciclomotores — veículos de duas ou três rodas, com motor de até 50 cilindradas ou elétrico de até 4 kW e velocidade máxima de 50 km/h — deverão ter emplacamento, licenciamento e condutor habilitado (CNH A ou ACC). O uso de capacete será obrigatório para condutor e passageiro. Já as bicicletas elétricas seguem isentas de placa e CNH, desde que tenham motor auxiliar de até 1.000 watts, sem acelerador, funcionamento por pedal assistido e velocidade máxima de 32 km/h. Veículos autopropelidos, como patinetes elétricos, também não exigem habilitação, desde que respeitem esse limite. O descumprimento das regras pode gerar multas gravíssimas, que variam de R$ 293,47 a R$ 880,41, além de pontos na CNH e até suspensão do direito de dirigir. O que é considerado veículo autopropelido De acordo com o Contran, são considerados autopropelidos os veículos elétricos individuais que respeitam critérios técnicos específicos, voltados à segurança e à mobilidade urbana. Para permanecer nessa categoria, o veículo deve atender, obrigatoriamente, aos seguintes requisitos: Veículos que não cumprem qualquer um desses itens perdem automaticamente o enquadramento como autopropelidos. O que não muda para quem está dentro da lei Usuários de veículos corretamente classificados como autopropelidos continuam contando com isenções importantes, mesmo após 2026. Não é exigido: Onde podem circular: Ciclovias e ciclofaixas (locais preferenciais). Ruas e avenidas com velocidade compatível, seguindo as regras gerais de trânsito. Calçadas e áreas de pedestres, mas apenas se a circulação for permitida e sinalizada pelo órgão municipal de trânsito, e respeitando a velocidade máxima de 6 km/h. Onde não podem circular: Vias de trânsito rápido. Rodovias, a menos que haja acostamento ou faixa de rolamento apropriada e a autoridade de trânsito local permita.  Quando o veículo passa a ser ciclomotor Veículos elétricos que ultrapassam 32 km/h, excedem as dimensões máximas ou não possuem os equipamentos obrigatórios passam a ser considerados ciclomotores, independentemente do nome utilizado pelo fabricante ou vendedor. Esse enquadramento é comum em equipamentos comercializados como “scooters elétricas”, mas que apresentam desempenho superior ao permitido para autopropelidos. Exigências obrigatórias para ciclomotores em 2026 Desde o início de 2026, ciclomotores elétricos precisam cumprir todas as exigências previstas na legislação de trânsito, incluindo: A fiscalização está mais rigorosa, e o descumprimento pode resultar em multa, retenção ou apreensão do veículo, conforme o Código de Trânsito Brasileiro. Com informações: Da Redação Grupo Chapecó de Comunicação Arte: Rádio Chapecó | Produção com apoio de IA

FINEP ABRE CHAMADA DE R$ 500 MILHÕES PARA PESQUISA APLICADA

A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) lançou a chamada pública “Pesquisa Aplicada em Centros Temáticos 2025”, destinada a apoiar projetos desenvolvidos por Centros Nacionais de Infraestrutura Científica e Tecnológica; foto: José Cruz/Agência Brasil Objetivo é fortalecer a capacidade instalada de pesquisa no país e estimular o desenvolvimento de produtos e processos inovadores com impacto econômico e social. O edital prevê até R$ 500 milhões em recursos não reembolsáveis do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). As propostas devem ser apresentadas por Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICTs) públicas ou privadas, com prazo final de submissão em 29 de maio de 2026, por meio da Plataforma de Apoio e Financiamento da Finep. Do total de recursos, 30% serão reservados a projetos das Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, com foco na redução das desigualdades regionais e na descentralização da base científica nacional. Outros R$ 100 milhões serão destinados exclusivamente a iniciativas de Infraestrutura Urbana e Mobilidade Sustentável. Os R$ 400 milhões restantes contemplarão cinco áreas estratégicas: Cadeias Agroindustriais Sustentáveis; Complexo da Saúde; Tecnologias de Interesse para a Soberania e Defesa Nacionais; Transformação Digital; e Bioeconomia, Descarbonização, Transição e Segurança Energéticas. As temáticas estão alinhadas ao programa Nova Indústria Brasil (NIB), política industrial do governo federal. Cada projeto poderá ter duração máxima de 36 meses e solicitar entre R$ 3 milhões e R$ 10 milhões. Instituições estaduais, municipais ou do Distrito Federal deverão apresentar contrapartida financeira, conforme previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2025. Cada ICT poderá submeter apenas uma proposta como executora principal, mas atuar como coexecutora em outros projetos. “Acredito que as ICTs e fundações de apoio recebem mais uma oportunidade de potencializarem seus projetos com a injeção desses recursos, e é uma excelente notícia para toda a sociedade, especialmente porque as áreas temáticas contempladas, alinhadas à Nova Indústria Brasil, são de enorme importância para o desenvolvimento sustentável e soberano do Brasil”, disse Luiz Antônio Elias, presidente da Finep. Aqui um resumo do edital === Com informações: Rafael Cardoso – Repórter da Agência Brasil

STF AFASTA COBRANÇA RETROATIVA DA CONTRIBUIÇÃO SINDICAL E DEFINE PARÂMETROS PARA VALORES

Foto: Bruno Carneiro/STF

Plenário modulou efeitos de decisão que validou alteração introduzida pela Reforma Trabalhista; Foto: Bruno Carneiro/STF O Supremo Tribunal Federal (STF) afastou, por unanimidade, a possibilidade de cobrança retroativa da contribuição sindical de trabalhadores não sindicalizados. A decisão foi tomada no julgamento de recurso (embargos de declaração nos embargos de declaração) no Recurso Extraordinário com Agravo (ARE) 1018459 (Tema 935 da repercussão geral), nos termos do voto do relator, ministro Gilmar Mendes.  No mesmo julgamento, o Plenário vedou a interferência de terceiros no exercício do direito de oposição à contribuição e definiu que os valores cobrados devem observar critérios de razoabilidade e compatibilidade com a capacidade econômica da categoria.   Segundo o relator, a decisão busca preservar o equilíbrio entre o fortalecimento da atuação sindical e a proteção das liberdades individuais dos trabalhadores, permitindo recompor a autonomia financeira do sistema sindical sem desrespeitar a liberdade de associação.  Modulação  A Procuradoria-Geral da República (PGR) questionou a Corte sobre omissões no acórdão que, em 2023, reconheceu a constitucionalidade da cobrança — prevista no artigo 513 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Na mesma decisão, o Tribunal assegurou ao trabalhador o direito de se opor à colaboração (Tema 935 da repercussão geral).   A PGR sustentou a necessidade de modulação dos efeitos da decisão a fim de afastar a cobrança retroativa, vedar interferências externas no exercício da oposição e estabelecer parâmetros de razoabilidade para os valores exigidos.  Confiança  Segundo o ministro, “a fixação da tese anterior de repercussão geral gerou legítima confiança da sociedade em sua aplicação”, e a mudança de entendimento não autoriza a cobrança de contribuições referentes ao período anterior, sob pena de violação dos princípios da segurança jurídica.  O Plenário também vedou qualquer interferência de terceiros (empregadores ou entidades sindicais) que dificulte ou restrinja o livre exercício do direito de oposição pelo trabalhador. Além disso, definiu que os valores da contribuição devem observar critérios de razoabilidade e compatibilidade com a capacidade econômica da categoria, e sua fixação deve se dar de forma transparente e democrática em assembleia. === Com informações: STF

GOVERNO DO ESTADO TOTALIZA R$ 5,5 BILHÕES EM INVESTIMENTOS EM SANTA CATARINA

Levantamento parcial da Secretaria de Estado da Fazenda mostra que o valor investido neste ano é, no mínimo, 25% maior do que no ano passado O Governo de Santa Catarina encerra 2025 com uma marca importante: realizou mais de R$ 5,5 bilhões em investimentos ao longo do ano em obras, compra de bens e equipamentos para áreas prioritárias como a Saúde, a Educação, a Infraestrutura e a Segurança Pública.  Os números devem ser atualizados até o final de dezembro e podem mudar, mas as primeiras parciais da Secretaria de Estado da Fazenda mostram que Santa Catarina deve superar em pelo menos R$ 1,1 bilhão a marca de 2024, quando realizou R$ 4,4 bilhões em investimentos. As projeções indicam que houve crescimento de 25% no volume de recursos investidos pelo Poder Executivo de um ano para o outro.  Considerando os investimentos desde o início desta gestão, o total já soma R$ 12,8 bilhões. Em valores atualizados para os dias de hoje e considerando mais de 200 anos de história do Estado, o governador Jorginho Mello investiu cerca de duas vezes mais do que os governadores que mais investiram nos três primeiros anos dos respectivos governos. Foram R$ 2,9 bilhões em 2023, outros R$ 4,4 bilhões em 2024 e pelo menos R$ 5,5 bilhões em 2025. Os R$ 5,5 bilhões investidos pelo Estado em 2025 não incluem despesas como custeio e folha de pagamento. Só na Infraestrutura, por exemplo, aplicamos quase R$ 3 bilhões nas rodovias catarinenses por meio do Programa Estrada Boa, melhorando a logística e a competitividade. Outros R$ 2,5 bilhões reforçaram importantes políticas públicas do Estado em áreas como Educação, Saúde e Segurança Os números finais e o detalhamento das receitas, despesas e dos investimentos serão apresentados no Balanço Geral do Estado que deve ser divulgado até abril de 2026. É importante destacar que os dados podem mudar de acordo com a análise dos empenhos que será realizada no fechamento das contas do ano. Contas em dia e incentivos para a economia de SC Com responsabilidade fiscal e todas as contas em dia, o Governo do Estado está encerrando 2025 com marcas expressivas na atração de investimentos, geração de emprego e renda.  “Estamos entrando na reta final do ano com excelentes resultados para todo o nosso estado. Com muito trabalho e responsabilidade, sem aumentar impostos e incentivando quem trabalha e produz, estamos garantindo o desenvolvimento de Santa Catarina, que é um estado que pula o Brasil”, disse o governador Jorginho Mello. “É zelando pelo dinheiro das pessoas e usando cada centavo com critério que entregamos investimentos importantes nas estradas, compramos e instalamos ar-condicionado nas escolas, colocamos camas elétricas novinhas nos hospitais e equipamos nossas polícias com motos BMW. Seguiremos ainda mais fortes, realizando mais investimentos e cuidando da nossa gente em 2026”, complementou o governador.  Arrecadação registra crescimento real de 2% entre janeiro e novembro de 2025 O equilíbrio entre receitas e despesas foi fundamental para a implementação de políticas públicas estabelecidas como prioritárias pelo governador Jorginho Mello no terceiro ano de gestão.  Sem aumentar impostos, atraindo novos investimentos e mantendo a estratégia de incentivos ao desenvolvimento econômico, a arrecadação tributária catarinense cresceu pouco mais de 2% entre janeiro e novembro (crescimento real, descontada a inflação). O número, ainda que menor do que o projetado pela Secretaria de Estado da Fazenda (SEF/SC) no final de 2024, é considerado positivo em um ano de altas taxas de juros e mudanças no comércio internacional, a exemplo do que ocorreu com as novas tarifas impostas pelos Estados Unidos ao Brasil em agosto.  Secretário de Estado da Fazenda, Cleverson Siewert observa que a economia catarinense mostrou sua força em 2025, mesmo diante de um cenário macroeconômico desafiador. “Na tentativa de conter a inflação, o COPOM manteve a Selic em patamar muito alto durante muito tempo, fixando o percentual em 15%, o mais alto desde 2006. A alta impactou diretamente no crédito e no desenvolvimento econômico de todo o Brasil. O setor produtivo de Santa Catarina sentiu as oscilações do mercado, mas superou as adversidades, contou com apoio e incentivos do Governo do Estado e cresceu mais do que o Brasil”, explica o secretário. A análise do secretário é baseada em indicadores socioeconômicos e no próprio PIB de Santa Catarina, que segundo projeções deve crescer pelo menos 5,5% em 2025, o dobro do crescimento do PIB do Brasil, calculado em 2,3% para o ano.  A movimentação econômica teve impacto direto na produtividade da indústria e no consumo do comércio e dos serviços. Tanto que os três setores cresceram acima da média nacional entre janeiro e setembro (dados do IBGE). Os dados parciais mostram que a indústria catarinense registrou alta de 3,1% em 2025, o que significa o triplo da média nacional de 1%. O comércio de Santa Catarina cresceu 5,9% entre janeiro e setembro, quatro vezes mais do que o desempenho observado no País (1,5%). Já nos serviços, a variação catarinense de 4,1% superou a média brasileira de 2,8% entre janeiro e setembro.  Este desempenho teve reflexo no mercado de trabalho. Santa Catarina manteve a menor taxa de desemprego e informalidade do País, com 2,3% no terceiro trimestre de 2025(dados da PNAD). Outro indicador mostra o aquecimento no volume de contratações: houve a abertura de 95 mil novos postos de trabalho no Estado de janeiro a setembro deste ano.   Dois pacotes tributários aprovados em 2025 O desempenho econômico de Santa Catarina também é atribuído a uma série de medidas fiscais e tributárias implementadas pelo governador Jorginho Mello para apoiar o setor produtivo, atrair novos negócios e investimentos para o Estado. Somente neste ano, a Assembleia Legislativa aprovou dois pacotes tributários enviados pelo Governo do Estado, totalizando cinco desde o início da atual gestão. O mais recente deles, aprovado agora em dezembro pelo Poder Legislativo, garante ainda mais competitividade para setores estratégicos da economia catarinense e oferece novas oportunidades para que contribuintes inadimplentes regularizem sua situação junto ao Fisco. Mesmo garantindo ainda mais eficiência na arrecadação, as medidas não vão levar ao aumento de

BANCO CENTRAL DIVULGA ESTATÍSTICAS MONETÁRIAS E DE CRÉDITO

Dados de novembro revelam que o crédito ampliado ao setor não financeiro atingiu R$ 20,3 trilhões, enquanto o endividamento das famílias segue em ascensão O Banco Central divulgou os novos números da economia nacional, revelando que o saldo do crédito ampliado ao setor não financeiro cresceu 1,4% em novembro, alcançando a marca de R$ 20,3 trilhões. O montante equivale a 160,9% do PIB, impulsionado pelo avanço dos títulos públicos de dívida e dos empréstimos do Sistema Financeiro Nacional (SFN). Crédito às Empresas e Famílias O estoque total de crédito do SFN atingiu R$ 7,0 trilhões, mas o ritmo de crescimento anual apresentou uma leve desaceleração, passando de 10,2% em outubro para 9,5% em novembro. Juros em alta e Spread Bancário O custo do crédito segue em trajetória de elevação. A taxa média de juros das novas operações atingiu 31,9% ao ano, um aumento de 3,5 pontos percentuais em doze meses. O destaque negativo ficou para o crédito livre às famílias, onde a taxa média alcançou 59,4% a.a., influenciada principalmente pelas altas no crédito não consignado e no rotativo do cartão. O spread bancário — a diferença entre o custo de captação dos bancos e a taxa final ao cliente — subiu para 20,9 p.p. Endividamento e Inadimplência Apesar do cenário de juros altos, a inadimplência acima de 90 dias mostrou resiliência, permanecendo estável em 3,8% no mês. No entanto, o nível de comprometimento financeiro dos brasileiros preocupa: Agregados Monetários e Transparência A base monetária fechou o mês em R$ 431 bilhões, com uma leve redução de 0,3%. Já o M4, o indicador mais amplo de liquidez da economia, totalizou R$ 14,6 trilhões. Buscando ampliar a transparência, o Banco Central também anunciou a inclusão de 62 novas séries de agregados monetários em seu Portal de Dados Abertos. A medida permite que economistas e o público em geral acompanhem com mais detalhes os fatores que condicionam a base monetária e a oferta de moeda no país. === Com informações: Banco Central do Brasil

PREFEITURA INVESTE EM INSTRUMENTOS MUSICAIS PARA OS CENTROS MULTIUSOS

O investimento, que soma aproximadamente R$178 mil, será utilizado nas aulas de Música Instrumental, Canto Coral e também em oficinas abertas à comunidade A Administração Municipal, por meio da secretaria de Educação, realizou a aquisição de diversos instrumentos musicais destinados aos centros multiusos da rede municipal de Ensino. O investimento, que soma aproximadamente R$178 mil, será utilizado nas aulas de Música Instrumental, Canto Coral e também em oficinas abertas à comunidade. Entre os instrumentos adquiridos estão: quatro violões clássicos 4/4, quatro violões eletroacústicos, trinta violões elétricos, sessenta violões clássicos no tamanho ¾, vinte e quatro acordeons, com variações entre 48, 60 e 80 baixos, dezesseis kits de piano digital, dez pares de baquetas e dez pratos de mão, que serão utilizados pelas fanfarras dos centros. A secretária de Educação, Astrit Tozzo, ressaltou a importância da iniciativa para o desenvolvimento artístico e pessoal dos estudantes. ‘’A aquisição dos instrumentos musicais amplia as possibilidades de apreciação e prática de diferentes gêneros musicais. Com isso, os alunos têm a oportunidade de explorar técnicas, repertórios variados e expressar-se artisticamente, desenvolvendo criatividade, consciência corporal, autoestima e autoconfiança’’, destacou.

BOLSONARO INICIA REABILITAÇÃO PÓS-OPERATÓRIA

Ex-presidente usa medicação para prevenir trombose; O filho dele, Carlos publicou imagem do pai durante internação de maio deste ano — Foto: Reprodução/Redes sociais O ex-presidente Jair Bolsonaro continua internado em Brasília (DF), após a cirurgia para tratar uma hérnia inguinal bilateral. De acordo com boletim médico divulgado na tarde desta sexta-feira (26), ele iniciou reabilitação com fisioterapia, otimização de analgesia e medidas farmacológicas para prevenção de trombose. “Foram realizados ajustes das medicações para soluço e para doença do refluxo gastro-esofágico. No dia de hoje, não há previsão de novos exames complementares ou procedimentos”, diz o boletim assinado pela equipe médica. Na manhã desta quinta-feira (25), Bolsonaro foi submetido ao procedimento em um hospital particular da capital federal, com autorização do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A cirurgia demorou mais de três horas e, segundo os médicos responsáveis, transcorreu conforme o previsto. Em entrevista à imprensa nesta quinta-feira (25), o cirurgião Cláudio Birolini explicou que a hérnia identificada do lado esquerdo do abdômen ainda estava em fase inicial, sendo menor que a existente do lado direito, mas a equipe médica concluiu que seria mais oportuno operá-la agora, para tentar evitar uma futura cirurgia para tratar o problema. Durante a cirurgia, feita sob anestesia geral, os médicos implantaram uma tela de polipropileno na parte interna da parede abdominal, reforçando-a para evitar a ocorrência de outras hérnias. A previsão inicial é que Bolsonaro demore entre cinco e sete dias para a recuperação. Esta é a oitava cirurgia a que Bolsonaro é submetido após a facada que sofreu na campanha eleitoral de 2018, em Juiz de Fora (MG). Além disso, os médicos vão reavaliar a necessidade de um procedimento para tentar sanar os soluços recorrentes que há meses acometem o ex-presidente. Os soluços preocupam por afetar e prejudicar a respiração e o sono de Bolsonaro, gerando cansaço adicional e atrapalhando a recuperação do ex-presidente. Vigilância Condenado pela trama golpista que culminou com os ataques às sedes do Três Poderes, em Brasília, em 8 de janeiro de 2023, Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão. Por determinação do ministro Alexandre de Moraes, ele está detido na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, desde 25 de novembro. Por determinação judicial, enquanto estiver internado, o ex-presidente deverá ser vigiado 24 horas por dia, com manutenção de dois agentes na porta do quarto, além de outras equipes dentro e fora do hospital. === Com informações: Andreia Verdélio e Alex Rodrigues – Repórteres da Agência Brasil