TRÁFICO DE DROGAS: MULHER É PRESA COM CRACK EM CHAPECÓ
Substância fracionada e dinheiro foram apreendidos pela PM no bairro Líder Na tarde de quarta-feira (08), a Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC), por meio do 2º Batalhão de Polícia Militar de Fronteira (2º BPM/Fron), atendeu uma ocorrência de tráfico de drogas no município de Chapecó/SC. Durante rondas ostensivas no bairro Líder, a guarnição recebeu diversas informações sobre intensa movimentação de comércio ilícito de drogas em uma residência localizada na rua Marajó. Diante da situação, os policiais se deslocaram até o endereço para averiguação. No local, uma suspeita de 22 anos autorizou a realização de buscas no interior da residência. Durante as buscas, foram localizadas, dentro da lixeira do banheiro, 20 pedras de substância análoga ao crack, totalizando aproximadamente 8 gramas, já fracionadas e acondicionadas de forma compatível com a prática de tráfico. Também foi apreendida a quantia de R$ 906,00 em dinheiro. Diante dos fatos, a suspeita recebeu voz de prisão e foi conduzida à Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos cabíveis. Foto: Divulgação/PMSC
CASAL É PRESO POR FRAUDE NA CONSTRUÇÃO CIVIL EM CHAPECÓ
Investigação aponta prejuízo milionário e abandono de obras A Polícia Civil de Chapecó, por meio do Departamento de Investigação Criminal (DIC) – Delegacia de Repressão a Roubos, com apoio da Delegacia de Polícia de São Borja (RS), prendeu preventivamente, na tarde da última quarta-feira (08), um empresário e uma arquiteta suspeitos de aplicar diversos golpes no município, com prejuízo estimado em mais de R$ 14 milhões. De acordo com as investigações, o casal criou, em 2023, uma empresa de engenharia e arquitetura em Chapecó, passando a atuar na construção de residências de alto padrão. Os contratos variavam entre R$ 350 mil e R$ 2,4 milhões. No entanto, os suspeitos teriam iniciado várias obras simultaneamente, captando recursos de diferentes clientes ao mesmo tempo, além de adquirir materiais de construção no comércio local sem efetuar os pagamentos. Ao final dos prazos, apenas cerca de 15% das obras eram entregues. Ainda conforme a Polícia Civil, no fim de 2025, os investigados fugiram de Chapecó. No mesmo período, abriram uma nova empresa com outro CNPJ, dando continuidade ao esquema criminoso. Com o aumento dos registros de ocorrências, os casos passaram a ser concentrados no DIC, que instaurou inquérito para apurar crimes de estelionato e lavagem de dinheiro. Após coleta de provas e depoimentos de vítimas, a Justiça autorizou a prisão preventiva e mandados de busca e apreensão. Os suspeitos foram localizados em São Borja (RS), onde estariam construindo uma residência para uso próprio. Durante a operação, foram apreendidos dois celulares, R$ 21,5 mil em dinheiro, uma CPU de computador e 18 cartões de crédito. Durante o interrogatório, os suspeitos optaram por permanecer em silêncio e informaram que só irão se manifestar em juízo. Após os procedimentos legais, ambos foram encaminhados ao sistema prisional de São Borja, onde permanecem à disposição da Justiça. O inquérito policial deve ser concluído no prazo de até 10 dias. Foto: Divulgação/PCSC