LEI SANCIONADA PROTEGE A CADEIA PRODUTIVA DO LEITE EM SANTA CATARINA

Lei 19.685/2025 veda a reconstituição de leite em pó importado para venda como fluido em SC; meta é evitar concorrência desleal e apoiar o produtor catarinense A proibição da reconstituição de leite em pó de origem importada para comercialização como leite fluido em Santa Catarina é motivo da Lei 19.685/2026, sancionada nesta semana, a partir de projeto apresentado pelo deputado Oscar Gutz (PL), juntamente com o deputado Altair Silva (PP), que é autor de iniciativa de igual teor, apensada à proposta de Gutz. Além do leite em pó, também fica impedida a reconstituição de composto lácteo em pó, soro de leite em pó e outros produtos lácteos. A norma visa proteger e fortalecer a cadeia produtiva do leite em Santa Catarina, que tem forte expressão no meio rural e é uma das principais fontes de sustento de milhares de famílias. A medida é preventiva, já que o leite UHT comercializado nos supermercados não é reconstituído. Evitar a concorrência desleal Na justificativa do projeto, aprovado na Assembleia Legislativa no final de 2025, Oscar Gutz pondera que “a reconstituição de leite em pó importado para a comercialização como leite fluido representa uma concorrência desleal com o produto fresco, obtido diretamente de nossos produtores rurais”. Altair Silva reforça que a lei é uma defesa da nossa economia, da qualidade do leite que chega à mesa das famílias e, principalmente, da dignidade de quem trabalha no campo. O risco dessa concorrência poderia interferir na cadeia produtiva, levando em conta que há políticas de incentivos tributários que reduzem o custo de produção do leite em pó em outros países. A entrada desse leite em pó no mercado representaria risco de desestímulo ao produtor catarinense. A lei sancionada tem similar no estado vizinho do Paraná, onde também foi detectada a possibilidade de importação do leite em pó para ser reconstituído. Valorizar o produtor local Oscar Gutz destaca que a lei agora em vigor “alinha-se a um movimento de valorização da produção local, garantindo que o leite consumido pelo catarinense seja, em sua essência, o produto fresco e de qualidade de nossas bacias leiteiras”. Segundo Altair Silva, Santa Catarina figura entre os maiores produtores de leite no Brasil, com base produtiva predominantemente familiar. A manutenção da competitividade desse setor, a seu ver, “é essencial para a segurança alimentar, o equilíbrio regional e a economia estadual”. A lei sancionada prevê que eventuais multas aplicadas a quem infringi-la terão seus valores destinados ao Fundo Estadual de Desenvolvimento Rural (FDR), devendo ser aplicados preferencialmente em programas e projetos de fomento e fortalecimento da cadeia produtiva do leite no estado.

PLANO DIRETOR QUE EXIGE DOAÇÃO PARA VALIDAR DESMEMBRAMENTO É INCONSTITUCIONAL, DIZ TJ

Áreas com mais de 6 mil metros, em Chapecó, tinham que doar 15% ao município  A 3ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de Santa Catarina manteve decisão da 2ª Vara da Fazenda Pública da comarca de Chapecó, que reconheceu a inconstitucionalidade de norma contida no Plano Diretor daquele município que condicionava a autorização para projeto de desmembramento de áreas com mais de seis mil metros quadrados à doação de 15% de sua extensão em favor do Executivo local. A câmara confirmou ainda tutela anteriormente deferida que já havia impedido o uso dessa parcela do imóvel em favor da prefeitura municipal até julgamento final. O município, em sua defesa, argumentou que as áreas doadas são destinadas a obras sociais e citou como exemplo praças, centro comunitário, torre de bombeiros e até um centro tecnológico implantados a partir de doações anteriores. Os desembargadores consideraram que a norma fere os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade e que a exigência, conquanto inspirada em propósitos urbanísticos, não encontra amparo na legislação federal que disciplina o parcelamento do solo urbano (Lei n. 6.766/1979), a qual prevê a destinação de áreas públicas apenas nos casos de loteamento, não se estendendo, salvo hipóteses específicas, à modalidade de desmembramento. A norma municipal teria invadido competência reservada à União para legislar sobre normas gerais de direito urbanístico (art. 24, I, CF). “A doação de áreas públicas nos casos de loteamento é necessária para que ali seja instalada malha viária e implantados equipamentos públicos urbanos, comunitários e áreas verdes, que passarão a ser necessários para melhor ordenação urbana dos espaços que serão por ele criados e ocupados. Tal exigência, porém, não se justifica no caso de desmembramento – que não acarreta a abertura de novas vias públicas, seu prolongamento, modificação ou ampliação dos já existentes -, uma vez que a subdivisão da gleba em lotes não repercutirá na infraestrutura urbana já existente, inexistindo sentido em exigir reserva de espaço para destinação pública”, anotou o relator. A decisão foi unânime (Acórdão n. 5016791-22.2024.8.24.0018). Com informações do Tribunal de Justiça de Santa Catarina

GOVERNADOR SANCIONA LEI QUE PROTEGE CÃES E GATOS CRIADOS EM CONJUNTO POR VIZINHOS E COMUNIDADES

O texto garante que esses animais também precisam ser protegidos pela sociedade e poder público O governador Jorginho Mello sancionou nesta quinta-feira, 22, a Lei nº 19.726, que institui a Política Estadual de Proteção e Reconhecimento do Cão e Gato Comunitário, estabelecendo um novo marco legal para a defesa e bem-estar animal no estado. O texto garante que esses animais também precisam ser protegidos pela sociedade e poder público. A nova lei proíbe remoção, restrição de movimento, ou transferência dos animais comunitários sem justificativa técnica e sem aviso aos cuidadores identificados, prática de maus-tratos, abandono forçado, além de ações que coloquem em risco a integridade do animal. “Essa lei vem ajudar a proteger esses bichinhos que não têm um dono específico, mas têm uma relação de amizade com todo mundo da comunidade onde vivem. É dever de todos zelar pelo bem-estar desses animais indefesos”, destacou o governador Jorginho Mello. O texto da lei define como cão ou gato comunitário um animal de rua, aquele sem tutor, guarda exclusiva ou confinamento permanente em domicílio fechado, mas que possui vínculos de dependência, proteção e cuidado com a comunidade local, sendo assistido por um ou mais moradores, comerciantes ou instituições. A lei é de autoria do deputado estadual Marcius Machado. O Projeto de Lei foi construído de forma participativa, em diálogo com entidades de proteção animal de Santa Catarina, e contou com a atuação da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (Semae), por meio da Diretoria Estadual de Bem-Estar Animal Estadual, que contribuiu com pareceres técnicos ao longo de todas as etapas de tramitação, inclusive com a sugestão de inclusão dos gatos na legislação. “A lei marca o atendimento a uma demanda histórica dos protetores de animais e da sociedade, que enfrentava a ausência de uniformidade normativa no Estado, garantindo maior segurança jurídica e respaldo às ações de proteção e bem-estar animal nos municípios catarinenses”, destaca o secretário do Meio Ambiente e da Economia Verde, Cleiton Fossá. O texto prevê ainda a possibilidade de instalação pela comunidade e poder público de abrigos modulares, casinhas, comedouros e bebedouros em áreas públicas, especialmente nos locais de permanência dos cães comunitários.  “A Lei do Animal Comunitário traz uma série de regramentos importantes para a proteção animal e é um marco no segmento, ao prever a união do poder público público e sociedade em ações efetivas de cuidado com os animais em situação de vulnerabilidade”, destaca a diretora de Bem-Estar Animal Estadual da Semae, Fabrícia Rosa Costa.

EM ENTREVISTA À RÁDIO CHAPECÓ FM, SECRETÁRIO CLEITON FOSSÁ DESTACA FORÇA DA ECONOMIA VERDE EM SANTA CATARINA

Setor movimenta R$ 67 bilhões e reforça a estratégia estadual de desenvolvimento sustentável A economia verde deixou de ser apenas um conceito ligado à preservação ambiental e passou a ocupar um papel central no desenvolvimento de Santa Catarina. Esse foi um dos principais destaques da entrevista com o secretário de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde, Cleiton Fossá, concedida nesta sexta-feira (23), à Rádio Chapecó FM. De acordo com dados do Governo do Estado, a economia verde já movimenta cerca de R$ 67 bilhões e gera aproximadamente 775 mil empregos, o que representa uma em cada quatro ocupações no Estado. Para o secretário, os números comprovam que desenvolvimento econômico e sustentabilidade caminham juntos. CLIQUE AQUI E ACOMPANHE A ENTREVISTA COMPLETA Segundo Fossá, essa segurança está diretamente ligada a regras claras e ao planejamento estratégico. O Estado conta com um dos marcos ambientais mais modernos do país, o Código Estadual do Meio Ambiente, além de programas estruturantes como o Plano de Resíduos Sólidos, o Programa Energia Boa, o Santa Catarina 2050 e o Plano Estadual de Transição Energética Justa. PROGRAMA MAIS VERDE VAI BENEFICIAR ATÉ 20 MIL PRODUTORES RURAIS Outro ponto de destaque foi a aprovação, pela Assembleia Legislativa, do Projeto de Lei nº 781/2025, que atualiza a legislação estadual de Pagamentos por Serviços Ambientais (PSA). A nova lei cria a base para o Programa Mais Verde, coordenado pela Secretaria do Meio Ambiente e da Economia Verde (Semae). A iniciativa prevê investimentos financeiros para valorizar a conservação ambiental, beneficiando pequenas propriedades rurais que preservam áreas de florestas nativas. A expectativa é atender até 20 mil proprietários rurais, garantindo a preservação de cerca de 100 mil hectares de florestas nativas em todo o Estado. SANTA CATARINA LIDERA POLÍTICAS DE BEM-ESTAR ANIMAL Na área de bem-estar animal, o secretário destacou o programa Pet Levado a Sério, considerado o maior programa de castração do país. Com R$ 18 milhões em investimentos e previsão de 90 mil castrações até 2026, a iniciativa já alcança 273 municípios, o equivalente a 96% do território catarinense. Os repasses aos municípios já começaram, acompanhados de apoio técnico da Dibea Estadual. No entanto, 262 municípios ainda precisam concluir o processo de adesão para garantir os recursos destinados aos mutirões de castração de cães e gatos. PIONEIRISMO NA TRANSIÇÃO ENERGÉTICA Santa Catarina também se destaca no cenário nacional por ser o primeiro estado brasileiro a contar com uma Lei de Transição Energética Justa e o primeiro a implementar um plano específico sobre o tema. A ação é conduzida pela Semae dentro do programa Santa Catarina 2050. O plano consiste em um estudo econômico e social inédito no país, que orienta a migração gradual da matriz energética para fontes renováveis, promovendo uma economia de baixo carbono com o menor impacto social e econômico possível. AVANÇOS NA GESTÃO DA ÁGUA E SANEAMENTO A gestão dos recursos hídricos também apresentou avanços expressivos. A Semae reduziu a fila de processos de outorga de 4.590 para 969, com diminuição de 60% no tempo de espera. A inclusão do pedido de outorga no aplicativo SC Fácil modernizou o serviço e ampliou o acesso da população. Os investimentos potencialmente outorgáveis somam R$ 18,2 bilhões. Já na área de saneamento, o Estado iniciou o Diagnóstico do Saneamento Básico, com investimento de R$ 4,3 milhões via BRDE. O levantamento vai embasar o Plano Estadual de Saneamento, que servirá de base para futuros investimentos em saúde pública, qualidade de vida e desenvolvimento urbano. REGULARIZAÇÃO AMBIENTAL NO CAMPO Em parceria com CNA, FAESC e SENAR, a Semae também intensificou ações de retificação do Cadastro Ambiental Rural (CAR). Somente neste período, foram analisados 1,4 mil cadastros e atendidas 1,6 mil propriedades, fortalecendo a agricultura sustentável e oferecendo suporte direto aos produtores rurais.

COBERTURA VACINAL DE SANTA CATARINA SUPERA MÉDIA NACIONAL EM 18 TIPOS DE IMUNIZANTES

Estado registra índices acima de 90% em vacinas essenciais e reforça ações para ampliar o acesso e combater a desinformação Santa Catarina mantém posição de destaque no cenário nacional da vacinação. Dados do painel de 2025 mostram que o estado apresenta cobertura superior à média brasileira em 18 das 20 vacinas monitoradas, com resultados expressivos em diversos imunizantes. Entre os destaques estão a tríplice viral, que alcançou 97,5% do público prioritário, a vacina contra a poliomielite, com 92,6%, e a pneumocócica, que atingiu 96%. Os índices colocam Santa Catarina entre os estados com melhor desempenho no ranking nacional de imunização. Os números refletem o trabalho contínuo das equipes municipais e das estratégias adotadas ao longo do ano para fortalecer a prevenção de doenças. A Secretaria de Estado da Saúde avalia que os resultados são fruto de ações integradas que buscam facilitar o acesso às vacinas, ampliar a cobertura e reduzir a incidência de enfermidades evitáveis. Entre as iniciativas estão a busca ativa de pessoas com vacinação em atraso, especialmente em esquemas multidose, além da ampliação dos horários de atendimento, vacinação em escolas, creches e comunidades de difícil acesso, e dias de intensificação em regiões prioritárias. O estado também investe na qualificação das salas de vacina e das equipes de saúde, com treinamentos, padronização de fluxos e melhoria nos registros, para evitar perdas de oportunidade e garantir maior precisão nos dados. O monitoramento sistemático por município e a integração com a Atenção Primária à Saúde permitem ajustes rápidos nas estratégias, enquanto ações de comunicação buscam fortalecer o vínculo com as famílias e combater a desinformação. A meta é ampliar ainda mais a cobertura vacinal e assegurar proteção coletiva à população catarinense. Foto: Robson Valverde/SES

DENGUE AVANÇA EM SANTA CATARINA E SAÚDE REFORÇA ALERTA PARA PREVENÇÃO NO VERÃO

Casos prováveis aumentam 73% em janeiro, e Estado intensifica ações contra o Aedes aegypti em quase 200 municípios O aumento das temperaturas e da umidade típicos do verão tem elevado o risco de proliferação do mosquito Aedes aegypti em Santa Catarina, levando a Secretaria de Estado da Saúde a reforçar o alerta para a intensificação das medidas de prevenção contra a dengue e outras arboviroses. Dados do Informe Epidemiológico indicam que, entre 4 e 19 de janeiro, foram registradas 1.946 notificações da doença, das quais 1.215 são consideradas casos prováveis. O número representa um crescimento de 73% em comparação com o mesmo período de 2025, quando foram contabilizados 701 casos prováveis. Atualmente, o estado soma 2.007 focos do mosquito em 199 municípios, sendo que 184 das 295 cidades catarinenses já são classificadas como infestadas. Diante desse cenário, o Governo do Estado mantém ações contínuas iniciadas em 2023, em parceria com os municípios, para controle do vetor, vigilância epidemiológica e atendimento adequado aos pacientes. As autoridades reforçam que a participação da população é fundamental, com práticas simples, como eliminar recipientes com água parada, manter quintais e calhas limpos e permitir a entrada dos agentes de endemias para vistorias domiciliares. Além das ações de campo, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica destaca a importância da identificação das áreas de maior risco e da realização de mutirões intersetoriais para eliminar possíveis criadouros do mosquito. A população também deve ficar atenta aos principais sintomas da dengue, como febre, dores no corpo, dor atrás dos olhos, mal-estar e manchas vermelhas na pele, buscando atendimento médico ao surgirem os primeiros sinais. O enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre poder público, profissionais de saúde e comunidade, com foco na prevenção contínua, detecção precoce e assistência adequada. Foto: Ricardo Trida/SECOM

PGE/SC LANÇA MANUAL DE CONDUTA PARA ORIENTAR AGENTES PÚBLICOS NAS ELEIÇÕES DE 2026

Documento atualizado traz regras sobre afastamentos, uso de redes sociais, publicidade institucional e restrições orçamentárias no ano eleitoral A Procuradoria-Geral do Estado de Santa Catarina (PGE/SC) lançou a nova edição do Manual de Comportamento dos Agentes Públicos da Administração Estadual para as Eleições de 2026. A publicação tem como objetivo orientar gestores e servidores públicos sobre condutas permitidas e vedadas durante o período eleitoral, assegurando a legalidade dos atos administrativos, a igualdade de condições entre os candidatos e a segurança jurídica das decisões governamentais. O material incorpora atualizações importantes na legislação, especialmente após mudanças recentes nas normas eleitorais. Entre as principais alterações está a ampliação do prazo de afastamento para determinadas categorias que pretendem disputar cargos eletivos. Autoridades policiais civis e militares, por exemplo, passam a ter que se desincompatibilizar seis meses antes da eleição para concorrer aos cargos de prefeito e vice-prefeito. A mesma regra já se aplica a magistrados, membros do Ministério Público, secretários de Estado e outras autoridades que desejam concorrer aos cargos de governador e vice-governador. Para os demais servidores, permanece a exigência de afastamento de três meses antes do pleito, com possibilidade de prorrogação da licença até dez dias após o segundo turno. O Manual também dedica atenção especial ao uso das mídias digitais e às transmissões ao vivo pela internet. O documento orienta sobre a suspensão de novas publicidades institucionais nos três meses que antecedem a eleição e recomenda a retirada ou ocultação de conteúdos antigos que possam caracterizar promoção institucional indevida. Além disso, esclarece que o uso de bens públicos, como prédios oficiais e equipamentos do Estado, em transmissões com finalidade eleitoral é proibido, mesmo fora do horário de expediente. Outro ponto relevante é o detalhamento do calendário de restrições administrativas e orçamentárias. A partir de janeiro de 2026, fica vedada a distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios, salvo em situações excepcionais previstas em lei. Já no chamado “trimestre crítico”, que começa em 4 de julho, entram em vigor restrições mais rigorosas, incluindo limites para nomeações, transferências voluntárias de recursos e publicidade institucional. O guia ainda explica as novas regras para o cálculo do teto de gastos com publicidade no ano eleitoral, reforçando o compromisso com a transparência e o equilíbrio do processo democrático. Acesse o manual completo pelo link: https://www.pge.sc.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Manual-de-comportamento-dos-agentes-publicos-da-Administracao-Estadual-para-as-Eleicoes-de-2026.pdf Fotomontagem: Ascom PGE/SC

MULHER É DETIDA POR PORTE DE ARMA DE USO RESTRITO EM REVENDORA DE VEÍCULOS

Pistola carregada foi encontrada dentro de bolsa, próxima a uma criança, no bairro Bela Vista Uma mulher de 32 anos foi detida por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito na manhã desta sexta-feira (23), no bairro Bela Vista, após abordagem realizada por uma guarnição do Motopatrulhamento Tático ROCAM. Segundo a Polícia Militar, os policiais receberam informações de que a suspeita estaria portando frequentemente uma arma de fogo enquanto conduzia um veículo. Durante rondas, o automóvel foi localizado estacionado em uma revendedora de veículos, onde a abordagem foi realizada. No interior do estabelecimento, os policiais encontraram, dentro de uma bolsa que estava aberta sobre uma mesa e próxima a uma criança, uma pistola calibre .38, carregada e municiada com oito munições intactas. O coldre da arma foi localizado na porta do passageiro do veículo. A suspeita relatou que portava a arma para se defender, alegando estar acompanhada de sua filha. Ela foi conduzida à delegacia com apoio de outra guarnição e não apresentava lesões aparentes. A arma de fogo e as munições foram apreendidas e o caso foi encaminhado para os procedimentos legais cabíveis. Foto: Divulgação/PMSC

HOSPITAL UNIMED CHAPECÓ LANÇA PROGRAMA DE CIRURGIA ROBÓTICA

O evento reuniu cooperados, lideranças e profissionais de saúde para marcar o início de uma nova fase tecnológica e assistencial na região Oeste catarinense A Unimed Chapecó iniciou, na noite de 22 de janeiro, um novo capítulo na história da assistência em saúde no Oeste catarinense. Em cerimônia realizada no Hospital Unimed Chapecó, a cooperativa lançou oficialmente o Programa de Cirurgia Robótica. O evento reuniu médicos cooperados, colaboradores, convidados e lideranças para marcar a chegada de uma tecnologia de ponta, que amplia a precisão cirúrgica e fortalece o compromisso institucional com qualidade, segurança e inovação no cuidado ao paciente. Além de apresentar a estrutura e o conceito do Programa, foi destacado o compromisso institucional de consolidar a robótica como parte do avanço contínuo do Hospital, com impacto direto tanto na assistência quanto na rotina das equipes envolvidas. Durante o pronunciamento, o presidente da Unimed Chapecó, Dr. Geraldo Antunes Córdova, ressaltou que a chegada da cirurgia robótica representa mais do que investimento em tecnologia, trata-se de uma transformação que amplia as condições de trabalho e fortalece a assistência como um todo. Segundo ele, ao falar sobre “agregar valor”, é essencial lembrar que o benefício não se limita ao financeiro, mas se estende às equipes e aos pacientes. O presidente enfatizou que o objetivo da cooperativa sempre foi oferecer o melhor atendimento possível, com estrutura e segurança para que a população encontre, na própria região, uma solução de alto nível. Dr. Geraldo também enfatizou que o Programa é sustentado por qualificação médica, assistencial e tecnológica, com a confiança de que o paciente poderá ter seu problema resolvido com o que há de mais moderno disponível. O presidente destacou, ainda, a mobilização e o engajamento dos cooperados e colaboradores para que o projeto se tornasse realidade, classificando o lançamento como um passo de grande responsabilidade para todos os envolvidos. TECNOLOGIA, PRECISÃO E AVANÇO Com a presença dos profissionais diretamente ligados ao projeto, o lançamento evidenciou que o Programa nasce com bases sólidas, equipe capacitada, integração multiprofissional e estrutura hospitalar preparada para receber a nova etapa da assistência cirúrgica. A cerimônia também apontou a cirurgia robótica como um marco estratégico para 2026 na cooperativa, que consolida o Hospital Unimed Chapecó como referência em modernização de serviços. O médico urologista e coordenador do Programa de Cirurgia Robótica do Hospital Unimed Chapecó, Dr. Paulo Caldas, definiu o lançamento como um momento histórico para a instituição, para a medicina regional e, principalmente, para os pacientes. Segundo ele, desde o início ficou claro que a cirurgia robótica não seria apenas uma tecnologia incorporada ao Hospital, mas sim um projeto estruturado de crescimento institucional, com impacto direto na qualidade assistencial. “Tivemos consciência de algo fundamental: crescer rápido não pode significar crescer sem critério”, destacou. Dr. Paulo explicou que o Programa foi construído com base em três pilares essenciais: qualidade, segurança e sustentabilidade assistencial, que garantem que o avanço tecnológico caminhe lado a lado com responsabilidade médica e preparo contínuo das equipes. O médico também ressaltou que os recursos investidos vão além do básico, com diferenciais presentes em poucos centros do país, como sala de simulação dedicada, tecnologia de ultrassom robótico, estrutura voltada para treinamento contínuo e um ambiente pensado para evolução técnica progressiva. “Hoje, o Hospital Unimed Chapecó dá um passo muito importante. Não apenas na incorporação de uma tecnologia avançada, mas na consolidação de um ambiente de excelência, inovação e responsabilidade médica”, afirmou. Ao final, Dr. Paulo destacou o orgulho em integrar o projeto e caminhar ao lado de profissionais comprometidos com a construção de um Programa que, segundo ele, “sem dúvida, deixará um legado”. UM PASSO COM IMPACTO REGIONAL A implantação do Programa de Cirurgia Robótica também representa um avanço importante para a saúde regional, ao ampliar o acesso da população a procedimentos de alta complexidade sem a necessidade de deslocamentos para grandes centros. A partir de agora, pacientes de Chapecó e região passam a contar, mais perto de casa, com uma assistência ainda mais qualificada, moderna e ágil, com a estrutura necessária para atender com excelência e segurança. O lançamento do Programa de Cirurgia Robótica demonstra o compromisso da cooperativa com inovação, consolida uma iniciativa que, como resumiu o presidente, tem como seus principais beneficiados o paciente e a comunidade.

PREFEITURA ADQUIRE NOVA VARREDEIRA PARA LIMPEZA DE RUAS

O novo caminhão custou R$1.400.000,00, pago com recurso próprio Já está no pátio da secretaria de Serviços Urbanos e Zeladoria o novo caminhão de limpeza de ruas, uma varredeira que será utilizada para os trabalhos de infraestrutura urbana e rural onde há pavimentação asfáltica. O prefeito João Rodrigues destaca a importância da aquisição para que a cidade de Chapecó continue sendo referência como uma das cidades mais limpas do Brasil. “nossa frota é ampla tanto em veículos de obras quanto de infraestrutura, tudo para manter os serviços com qualidade pensando no bem-estar dos chapecoenses com uma cidade cada vez mais limpa”, afirma. Atualmente, mais de 100 caminhões, dez escavadeiras e mais de 20 retroescavadeiras compõem a frota disponível na secretaria. Segundo o secretário da pasta, Nelson Krombauer, o novo equipamento vem a somar na realização dos trabalhos e na manutenção das vias, garantindo a limpeza e segurança no tráfego de veículos, pedestres e ciclistas. O tanque de recolhimento tem capacidade para até 4 metros cúbicos de material. Um jato de água adaptado permite a limpeza sem levantar poeira. O novo caminhão custou R$1.400.000,00, pago com recurso próprio.