O governador reconheceu a importância do transporte de cargas para o desenvolvimento de Santa Catarina e indicou que valoriza o diálogo permanente com a Fetrancesc
Dificuldades enfrentadas no transporte rodoviário de cargas foram tema de pauta de reunião de lideranças do setor com o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, com a presença também do secretário estadual adjunto da Infraestrutura e Mobilidade, Ricardo Grando. Entre as questões levantadas como pontos mais sensíveis aos transportadores, estiveram a falta de infraestrutura das rodovias no Estado, a falta de mão de obra qualificada e a disparidade entre a arrecadação de tributos no Estado e o repasse federal. Realizado na última sexta-feira, 27 de março, por articulação da Federação das Empresas de Transporte de Carga e Logística de Santa Catarina (Fetrancesc), em nome do Sitran esteve presente seu vice-presidente Financeiro, Marcos Antonio Barbieri.
Ao argumentar em nome do setor, o presidente da Fetrancesc, Dagnor Schneider, destacou que Santa Catarina é um dos Estados que mais contribuem para a arrecadação federal, mas essa realidade não se reflete nos investimentos em infraestrutura logística. “Precisamos de rodovias mais seguras e eficientes para garantir competitividade ao setor produtivo e melhores condições de trabalho aos transportadores”, pontuou Schneider. Ressaltou, ainda, que é fundamental somar esforços para que as demandas dos transportadores avancem e se transformem em melhoria concreta para quem transporta.
O governador reconheceu a importância do transporte de cargas para o desenvolvimento de Santa Catarina e indicou que valoriza o diálogo permanente com a Fetrancesc. Jorginho Mello também destacou os avanços do Programa Estrada Boa, que terá, ainda neste ano, obras focadas para a área rural. Além disso, especificou o início das obras da Via Mar, no litoral em ter a capital e o Norte do Estado, marcado para junho, com a conclusão dos projetos e o início a licitação como próximo passo.
CONCESSÕES
A preocupação diante de concessões previstas pelo governo federal também foi manifestada no encontro, assinala o vice-presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Carga e Logística da Região de Chapecó. Marcos Barbieri especifica que essa possibilidade, indicada para o segundo semestre, “não apresenta nem clareza e muito menos a quilometragem a ser duplicada em Santa Catarina, nas BRs-153, 282 e 470, com o risco de ser extremamente pequena, com a cobrança de pedágio somente como forma de tapar-buracos”.
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