Lideranças estiveram reunidas nesta quinta-feira e fizeram anúncio em conjunto
PSD, MDB, PP e União Brasil devem estar juntos em coligação de oposição ao governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL). Foi o que disseram lideranças dos respectivos partidos, em entrevista coletiva concedida no começo da tarde desta quinta-feira (26), em Florianópolis.
Estiveram reunidos, entre outros, o senador e presidente do PP-SC, Esperidião Amin, o deputado federal e presidente do MDB-SC, Carlos Chiodini, o deputado federal e presidente do União, Fábio Schiochet, o presidente do PSD estadual, Eron Giordani, além do presidente da Alesc, Júlio Garcia (PSD), e dos ex-governadores Raimundo Colombo (PSD) e Eduardo Pinho Moreira (MDB) e do ex-prefeito de Florianópolis Gean Loureiro (União Brasil).
Ao selar o acordo, Rodrigues destacou que essa composição representa um projeto de Estado. “Essa não é uma composição de conveniência, é uma aliança para mudar Santa Catarina”, afirmou.
O movimento tem peso simbólico ao reunir MDB e PP em torno de uma mesma candidatura.
Pela organização da chapa, Amin será o candidato ao Senado, enquanto o MDB ficará com a indicação do candidato a vice-governador. As conversas continuam para compor a segunda vaga ao Senado.
O presidente do União Brasil em Santa Catarina, Fábio Schiochet afirmou que a federação União Progressista entra no projeto com compromisso político e eleitoral. “Não é um projeto de partido, é um projeto de Estado. Estamos juntos nessa construção”, disse.
Já o senador Amin (PP) reforçou o alinhamento e indicou atuação direta para consolidar a unidade interna. “Vou trabalhar para que o partido esteja unido, na convenção, em torno de um projeto liderado por João Rodrigues”, afirmou.
O presidente estadual do MDB, Carlos Chiodini, destacou que a sigla buscava protagonismo e participação efetiva na chapa majoritária. “Estamos engajados em mobilizar nossa base para apresentar uma alternativa real ao Estado, que dialogue com as prioridades da população e eleve o nível do debate eleitoral”, disse.
João Rodrigues deve renunciar ao cargo de prefeito de Chapecó no dia 31 de março, cumprindo o prazo de desincompatibilização para concorrer na eleição de outubro deste ano.
Foto: PSD / Divulgação
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