O impacto mais expressivo é Habitação, com alta de 6,69%, sendo também o maior impacto no índice anual
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) registrou alta de 0,25% em dezembro e encerrou 2025 com variação acumulada de 4,41%, segundo dados divulgados pelo IBGE. Em 2024, o índice havia fechado em 4,71%.
O principal impacto do mês veio do grupo Transportes, que teve alta de 0,69% e contribuição de 0,14 ponto percentual no índice. O destaque foi a passagem aérea, com aumento de 12,71%, seguida pelo transporte por aplicativo (9,0%) e pelos combustíveis, que subiram 0,26%.
Outros grupos que pressionaram o índice em dezembro foram Vestuário (0,69%) e Despesas Pessoais (0,46%). Já o grupo Artigos de Residência apresentou queda de 0,64%, puxada pela redução nos preços de eletrodomésticos e eletrônicos.
O grupo Alimentação e Bebidas, de maior peso no índice, teve variação moderada de 0,13%. A alimentação no domicílio caiu pelo sétimo mês consecutivo, com destaque para a redução nos preços do tomate, arroz e leite. Em contrapartida, carnes e frutas ficaram mais caras.
No acumulado do ano, o grupo Habitação apresentou a maior alta, com 6,69%, sendo também o maior impacto no índice anual. O principal responsável foi a energia elétrica residencial, que acumulou alta de 11,95% em 2025.
Entre as regiões pesquisadas, Porto Alegre teve a maior variação em dezembro (0,50%), enquanto Belém registrou queda (-0,35%). No acumulado do ano, os maiores índices foram observados em São Paulo (4,94%), Porto Alegre (4,87%) e Brasília (4,61%).
O IPCA-15 mede a inflação para famílias com renda de 1 a 40 salários mínimos. A próxima divulgação, referente a janeiro de 2026, está prevista para o dia 27.
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