A formação teve foco na inclusão de estudantes da educação especial
Uma formação pedagógica voltada para professores do Ensino Fundamental dos municípios da Associação dos Municípios do Oeste de Santa Catarina (AMOSC) aprimorou a prática profissional dos estudantes do curso de Educação Especial da Unoesc Chapecó. A formação teve foco na inclusão de estudantes da educação especial.
Entre os dias 25 e 27 de junho, 400 cursistas e 15 estudantes participaram da formação vinculada ao componente curricular “Práticas pedagógicas em espaços não formais”, sob coordenação da professora Claudia Simone Fantin. Ao todo, foram oito horas de formação, com quatro horas para todos os municípios de forma on-line e quatro horas presenciais, divididas em cinco polos de trabalho. A formação impactou os professores das redes municipais da AMOSC, que participaram nos polos: Coronel Freitas, União do Oeste, Águas de Chapecó, Nova Erechim e Guatambu.
De acordo com a professora Claudia, os objetivos da primeira etapa do projeto foram organizar e aprimorar um caderno metodológico de adaptações curriculares para educandos com deficiências e transtornos que dessem suporte aos cadernos metodológicos da AMOSC. A apresentação final desse material foi realizada para a assessora de Educação da entidade, Locenir Solivan.
Na segunda etapa, a meta foi promover a formação referente a esse caderno de adaptações curriculares aos professores.
— Trabalhamos com a introdução teórica, fundamentos de educação inclusiva e educação especial, deficiências e transtornos. Na formação prática nos polos, trabalhamos com o caderno de adaptações curriculares em formato de oficinas, produção de planos de aula e recursos adaptados para educandos com deficiências e transtornos — pontua Locenir.
O estudante da Unoesc, Mário Antonio Harres Filho, se sentiu desafiado pela Unoesc e AMOSC a pensar na inclusão e nos estudos relacionados à deficiência.
— Sou grato pelo conhecimento adquirido e compartilhado. Os cadernos metodológicos da AMOSC são um ganho sem fim para a região e espero que isso seja referência para o estado. Essa experiência marcou minha vida e meu percurso formativo na Unoesc e, também, como professor — salienta.
Para a estudante Crissia Lorrana Pinto Malbfe, a formação significou um momento rico de compartilhamento de experiências.
— Enquanto formadores, orientamos a elaboração e utilização de materiais adaptados e acessíveis para todos. Durante a formação, os professores demonstraram receptividade e atenção às orientações propostas, especialmente no que diz respeito à organização de rotinas e estratégias pedagógicas para atender de forma mais eficaz os alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e Deficiência Intelectual (DI). Essa vivência reforçou a importância do trabalho colaborativo da nossa turma e da formação continuada para garantir práticas pedagógicas cada vez mais acessíveis e significativas para todos os estudantes — reforça Crissia.
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