A closeup selective focus shot of a rice field under the sunlight
Queda acentuada nos preços e início da colheita mobilizam produtores e lideranças do arroz no estado
Os desafios enfrentados pelo setor orizícola de Santa Catarina estiveram no centro de uma reunião entre lideranças da cadeia produtiva e o governador Jorginho Mello, realizada na quarta-feira (14). O encontro reuniu representantes da Câmara Setorial do Arroz, incluindo a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), para tratar da forte pressão econômica vivida pelos produtores, especialmente diante da queda expressiva nos preços e da proximidade do início da colheita.
Santa Catarina é o segundo maior produtor de arroz do Brasil, mas, segundo o setor, os valores atualmente praticados no mercado não cobrem os custos de produção. O cenário é considerado crítico em todo o país. Em 2025, os preços do arroz registraram queda de 37,5% em comparação com o ano anterior, reflexo principalmente do aumento significativo da oferta, o que comprometeu a rentabilidade da atividade e acendeu o alerta entre produtores e entidades representativas.
Durante a reunião, foi destacado que o Sistema CNA tem atuado junto ao Ministério da Agricultura para buscar alternativas de escoamento da produção. Como resultado dessas articulações, a Companhia Nacional de Abastecimento deverá apoiar o escoamento de cerca de 444,9 mil toneladas de arroz da safra 2024/2025, com foco nos estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Parte das reivindicações também deverá ser encaminhada ao governo federal.
As lideranças entregaram ao governador um documento com demandas da cadeia produtiva. O Governo do Estado sinalizou que as solicitações serão analisadas, dentro das competências estaduais, e encaminhou o material à Secretaria da Fazenda para avaliação técnica. A administração estadual reforçou o compromisso de buscar alternativas que contribuam para minimizar os impactos enfrentados pelo setor.
Os debates sobre a crise do arroz vêm ocorrendo desde 2025 e incluem propostas como a isenção temporária do ICMS, revisão do preço mínimo, estímulo ao consumo interno, fortalecimento das exportações, diferenciação do arroz nacional frente ao importado, além do retorno de políticas de apoio como o subsídio ao seguro agrícola. A expectativa do setor é que as discussões avancem para medidas concretas que garantam a sustentabilidade da produção nos próximos ciclos.
Foto: Freepik
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