“O cruzamento dos indicadores reforça que existe um ciclo virtuoso socioeconômico, que perpassa várias outras esferas da sociedade catarinense, como a segurança pública, a competitividade e a qualidade de vida”, aponta o gerente de Indicadores e Dados de Governo, Renato Tristão
A indústria de transformação em Santa Catarina gerou um crescimento de 7,7% no Produto Interno Bruto (PIB) em 2024, índice acima do dobro da média nacional, que cresceu 3,7%. Os dados são divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e monitorados pela Diretoria de Políticas Públicas da Secretaria de Estado do Planejamento (Seplan).
O secretário de Estado do Planejamento, Edgard Usuy, reforça que a indústria de transformação é um setor estratégico para o estado e para o país. “A robustez desse setor tem efeitos benéficos multiplicadores. Impulsiona o crescimento econômico sustentável, gera empregos qualificados, aumenta a renda da população, estimula o comércio, fomenta a inovação e o desenvolvimento tecnológico”, afirmou.
Sobre o setor, Edgard Usuy ressalta que, além de gerar riquezas para o estado e para o Brasil, a indústria de transformação catarinense aumenta a competitividade do país no mercado global. Isso porque aumenta a autonomia brasileira e poder de negociação, atrai investimentos estrangeiros e fortalece a balança comercial – por este último fator, entende-se consumo do que produz internamente e aumento das exportações.
O setor de serviços em Santa Catarina, por sua vez, gerou um crescimento de 6,1% no PIB em 2024. Esse resultado duplica, também, o desempenho catarinense em relação à média brasileira de crescimento, que foi 3,1%. De acordo com o economista da Seplan, Paulo Zoldan, este é outro grupamento estratégico e gerador de desenvolvimento socioeconômico, tanto para o estado quanto para o país. Dentro do setor, Zoldan evidencia o volume de vendas do varejo ampliado em SC, que cresceu 7,2% em 2024, diante de um crescimento médio nacional de 4,1%.
Já o gerente de Indicadores e Dados de Governo, Renato Tristão, pontua que todo e qualquer dado deve ser analisado de forma cruzada com outros resultados. Ele evidencia, por exemplo, o desempenho de Santa Catarina em relação ao mercado de trabalho, mais do que o dobro da média nacional. Enquanto a taxa de desemprego do estado é de 2,7%, a média nacional é de 6,2%. “O cruzamento dos indicadores reforça que existe um ciclo virtuoso socioeconômico, que perpassa várias outras esferas da sociedade catarinense, como a segurança pública, a competitividade e a qualidade de vida”, completou Renato.
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Com informações: Seplan | ASCOM
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