Agricultores devem reforçar manejo após detecção de patógeno que ameaça lavouras de milho
Santa Catarina mantém a média esperada de cigarrinhas-do-milho neste início de safra, com menos de cinco insetos por armadilha. A situação, porém, exige atenção redobrada no Oeste do Estado, onde foi confirmada a presença da bactéria do espiroplasma do enfezamento pálido em lavouras de Bom Jesus do Oeste, Guatambu e São Miguel do Oeste. O patógeno é considerado agressivo e pode comprometer significativamente a produção de milho caso não seja controlado a tempo.
Especialistas orientam que os produtores intensifiquem o manejo no estágio inicial das lavouras, fase crítica para a inoculação da doença. O uso de inseticidas de contato e produtos biológicos, de forma combinada, é a principal estratégia recomendada para conter a proliferação da cigarrinha e reduzir o risco de infecção.
Para apoiar os agricultores, a Epagri mantém o programa Monitora Milho SC, que coleta dados semanais sobre a presença do inseto e os níveis de infectividade em todo o Estado. Essas informações também podem ser acessadas gratuitamente pelo aplicativo Epagri Mob, disponível para Android e iOS, permitindo que técnicos e produtores tomem decisões mais seguras e rápidas.
O monitoramento contínuo é considerado essencial, já que a situação pode mudar de uma semana para outra. Criado em 2021, o programa Monitora Milho SC é conduzido por um comitê formado por instituições de pesquisa, entidades do setor agrícola e órgãos estaduais, com foco em proteger a produção de milho em Santa Catarina.
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