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CENTRO EMPRESARIAL SE MANIFESTA CONTRA REDUÇÃO DA JORNADA SEMANAL

Para o Centro Empresarial de Chapecó, alteração que afete as relações de trabalho deve levar em conta aspirações dos dois lados – empresas e funcionários – ainda mais quanto à redução da jornada semanal

Manifestação contrária à proposta de redução da jornada de trabalho de 44 para 36 horas semanais, sem redução salarial, foi emitida pelo Centro Empresarial de Chapecó (CEC). Essa instituição, que congrega três entidades associativas e 14 sindicatos empresariais com abrangência em 110 municípios do Oeste Catarinense, enviou ofício aos três senadores e aos 16 deputados federais de Santa Catarina expressando a contrariedade à possível mudança.

Também expressa que tal proposta, em vez de melhorar o ambiente de trabalho para empresas e trabalhadores, pode ter efeito contrário, afetando a geração de empregos e aumentando o custo da produção em todos os âmbitos – indústria, comércio, agropecuária e serviços.

“Enquanto o País se ressente de outras medidas governamentais mais urgentes em favor da população em geral e do próprio setor produtivo, é inadmissível que tal assunto ganhe prioridade, quando o que necessitamos, exatamente, é de minimizar os impactos econômicos que recaem sobre os cidadãos e as empresas através de decisões positivas e mais ágeis, em termos de reformas estruturais efetivas, como a Tributária e a Administrativa”, afirma o ofício do CEC. Acrescenta que questões que envolvem o ambiente de negócios e o desenvolvimento socioeconômico não podem ser decididas no Parlamento Nacional sem antes terem ampla discussão que inclua o posicionamento e o interesse das empresas e dos trabalhadores.

COMPETITIVIDADE E CUSTO OPERACIONAL

Para o Centro Empresarial de Chapecó, alteração que afete as relações de trabalho deve levar em conta aspirações dos dois lados – empresas e funcionários – ainda mais quanto à redução da jornada semanal.

Argumenta que essa possibilidade “claramente pode aumentar o custo operacional e o nível de competitividade das empresas, que já se debatem com enormes custos tributários enquanto, de outra parte, assim como os trabalhadores, nem sempre recebem o contraponto de bons serviços públicos”.

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