CÂNCER DE MAMA, INTESTINO E COLO DO ÚTERO ESTÃO ENTRE OS MAIS COMUNS ENTRE MULHERES, ALERTA CEPON

Campanha no Mês da Mulher reforça importância da prevenção, vacinação e exames para diagnóstico precoce

Durante o Mês da Mulher, o Centro de Pesquisas Oncológicas (CEPON) reforça o alerta sobre os três tipos de câncer mais comuns entre as mulheres: mama, colorretal e colo do útero. A instituição, referência no tratamento oncológico em Santa Catarina, destaca a importância da prevenção, da vacinação e da realização periódica de exames como estratégias essenciais para reduzir a mortalidade e aumentar as chances de cura.

Segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deve registrar cerca de 78.610 novos casos de câncer de mama por ano entre 2026 e 2028. Em Santa Catarina, a previsão é de aproximadamente 4.460 diagnósticos anuais. O câncer colorretal também apresenta números expressivos, com cerca de 1.620 novos casos estimados por ano entre mulheres no estado, enquanto o câncer de colo do útero deve registrar cerca de 1.030 novos diagnósticos anuais.

Dados do próprio CEPON mostram o impacto dessas doenças no sistema de saúde. Em 2025, a unidade atendeu 387 novas pacientes com câncer de mama, 175 mulheres em primeira consulta com câncer de cólon e reto e 112 novas pacientes com câncer de colo do útero. O câncer de pele não melanoma permanece como o mais frequente na população geral, porém costuma ser analisado separadamente devido à alta incidência e baixa taxa de mortalidade.

Entre os três tumores, o câncer de mama é o mais comum entre mulheres no Brasil e no mundo, excluindo os tumores de pele não melanoma. A mamografia é o principal exame para detecção precoce e pode identificar lesões ainda em estágio inicial. Quando diagnosticada cedo, a doença pode alcançar até 95% de chances de cura. Já o câncer colorretal, segundo mais frequente, pode ser identificado por meio da colonoscopia, exame que também permite detectar pólipos antes da evolução para tumores.

O câncer de colo do útero ocupa a terceira posição em incidência e está fortemente associado à infecção persistente pelo vírus HPV. A vacinação contra o vírus e a realização regular do exame preventivo Papanicolau são medidas fundamentais para evitar o desenvolvimento da doença. Especialistas reforçam que hábitos de vida saudáveis, como alimentação equilibrada, prática de atividade física, evitar o consumo de álcool e não fumar, também contribuem para reduzir os riscos e fortalecer a prevenção.

Fonte/foto: Assessoria de Comunicação do CEPON

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